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Dia da Mulher Negra - celebração e reflexão sobre sua luta PDF Imprimir E-mail
Ter, 25 de Julho de 2017 08:58

mulher negra

O Brasil celebra, nesta terça-feira (25), o Dia Nacional da Mulher Negra. A data foi instituída pela Lei nº 12.987/2014, inspirada no Dia da Mulher Afro-Latina-Americana e Caribenha, criado, em julho de 1992, como um marco internacional da luta e resistência da mulher negra no mundo. Essa data também é o Dia Nacional de Tereza de Benguela, líder quilombola que viveu no atual Estado de Mato Grosso durante o século XVIII.

A “Rainha Tereza”, como ficou conhecida, assumiu a liderança do Quilombo de Quariterê após a morte do companheiro, José Piolho, por soldados comandados pelas autoridades locais. Segundo documentos da época, o lugar abrigava mais de 100 pessoas, sendo 79 negros e 30 índios.

Números recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que 71% das mulheres negras estão em ocupações precárias e informais, contra 54% das mulheres brancas e 48% dos homens brancos. O salário médio da trabalhadora negra continua sendo a metade do salário da trabalhadora branca. Mesmo quando sua escolaridade é similar à escolaridade de uma mulher branca, a diferença salarial gira em torno de 40% a mais para esta.

Um outro estudo, realizado pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), em 2014, mostra que 68% da população das penitenciárias femininas do País são mulheres negras, contra 31% de mulheres brancas e 1% de indígenas. Os dados também apontam que 49% da população penitenciária feminina do País têm menos de 29 anos e 50% possui apenas o ensino fundamental incompleto.

O levantamento revela, ainda, que o Brasil ocupa a 5ª posição da lista de 20 países com maior número de mulheres presas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China, Rússia e Tailândia.

 
Senado aprova reforma trabalhista, e agora José? PDF Imprimir E-mail
Qui, 13 de Julho de 2017 08:57

retirada

Nesta a terça-feira (11/07) o senado brasileiro aprovou o texto da reforma trabalhista, como era temido por muitos trabalhadores, que indignados com a possibilidade da destruição da CLT, foram às ruas para lutar contra esse retrocesso, mas esse governo que não respeita o voto direto e com armações nefastas depõe uma presidenta Dilma Rousseff ignorando a democracia, segue mostrando sua tirania contra a classe trabalhadora, tirando direitos conquistados a duras penas e com muita luta. Com a falsa propaganda que a reforma irá melhorar a economia do país e criar mais emprego,  na realidade precariza o trabalho e deixa o Brasil mais vulnerável.

Segue algumas das piores medidas.

- A permissão de contratação dos empregados como pessoa jurídica ou como micro-empreendedor individual (MEI), não se configurando numa relação empregatícia e sem a proteção da CLT;

- A criação do contrato intermitente, no qual o empregado é chamado para trabalhar de acordo com a necessidade da empresa e é remunerado tão somente pelas horas, efetivamente trabalhadas, sem uma garantia de jornada diária e de salário mínimo mensal;

- Rescisão do contato por acordo, em que o trabalhador demitido recebe metade da indenização do FGTS e do aviso prévio, pode sacar somente 80% dos depósitos feitos no seu FGTS durante o contrato e perde o direito de receber o seguro-desemprego;

- Criação do termo de quitação anual de obrigações trabalhistas, que impede o trabalhador de posteriormente reclamar as verbas não pagas em uma ação trabalhista para o período abrangido pelo termo;

- Possibilidade de fracionamento e redução do intervalo intrajornada (horário de almoço) por negociação coletiva e de sua supressão nas jornadas de 12×36;

- Prevalência do negociado sobre o legislado, através da qual são consideradas válidas as normas coletivas que preveem menos direitos que a CLT ou a Constituição Federal;

- Permissão do trabalho de grávidas e lactantes em locais com grau de insalubridade médio ou mínimo;

-  Limitação das indenizações por dano moral, que passam a ser com base do salário da vítima.

Diante desse desrespeito a nós trabalhadores, que com o nosso suor fazemos o progresso deste país, não podemos permitir, o que um governo ilegítimo está fazendo com a reforma trabalhista e previdenciária, é nosso dever resistir, nos unir e lutar.

 Tenhamos como exemplo algumas mulheres do senado que resistiram contra a reforma nos representando com firmeza e nos mostrando que temos que seguir na luta. O momento é de organização, união e de fortalecimento aos sindicatos, as Centrais sindicais, aos movimentos populares e de todos nós.

 
GREENLINE – PERÍODO PROMOCIONAL PDF Imprimir E-mail
Qua, 05 de Julho de 2017 14:34

GREEN PROMO.fw 

Anualmente a operadora de saúde GREENLINE abre carência zero para as novas adesões para os associados do SITRAEMFA.

E o período promocional de carência ZERO, acontece de 20/06 a 20/07. Maiores informações liguem no setor de benefícios do sindicato e fale com Roseli no telefone: 11 4324 5915

 
GREVE GERAL DIA 30/06 PDF Imprimir E-mail
Qui, 29 de Junho de 2017 16:04

GREVE 2

A direção do SITRAEMFA convoca a todos os trabalhadores (as) da Rede Conveniada para GREVE do dia 30 de junho de 2017, na luta pelos direitos dos trabalhadores a direção do SITRAEMFA apoia e está presente nas diversas mobilizações e convoca a todos trabalhadores da Rede Conveniada a se engajarem no enfretamento contra as Reformas Trabalhistas e da Previdência.

O administrativo do SITRAEMFA, em apoio ao movimento não estará funcionando neste dia, retornará no dia 03/06, normalmente

Participe deste movimento que é de todos nós!

 
SITRAEMFA dá Largada à Campanha Salarial 2017 dos Trabalhadores da Rede Conveniada PDF Imprimir E-mail
Dom, 25 de Junho de 2017 15:14

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Em assembleia geral dos trabalhadores da Rede Conveniada realizada no dia 24/06, na sede do sindicato dos Químicos de São Paulo, o SITRAEMFA deu a largada na campanha salarial 2017 da categoria. Entre os diversos debates ocorridos os trabalhadores, da categoria, aprovaram como reivindicação de reajuste salarial o índice de 10%.

Nos debates, os trabalhadores não abriram mão de discutir e deliberar sobre novos avanços e conquistas de direitos. Mesmo entendendo o momento de instabilidade política, econômica e social por qual passa o país, tendo em vista as constantes ofensivas do governo Federal contra os direitos da classe trabalhadora. Assim sendo, se debateu a inclusão de novas cláusulas sociais na pauta de reivindicação que será entregue ao sindicato patronal.

Entre elas estão:

  • ·Hora de Trabalho Pedagógico (HTP): Duas horas, por semana, para os professores, orientadores socioeducativos e assistente técnico realizarem planejamento pedagógico;
  • ·Cesta básica;
  • ·30 horas semanais para as professoras das CEIs conveniadas;
  • ·Recesso escolar para todos trabalhadores das CEIs conveniadas;
  • ·Adicional de insalubridade para os trabalhadores dos serviços de alta complexidade da assistência social.
  • ·Entre outras.

Após a leitura, integral, das propostas da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), os trabalhadores aprovaram por maioria absoluta a Pauta de reivindicações que será entregue ao sindicato patronal.

Ressaltamos, a todos os trabalhadores da categoria, que essa campanha salarial não será fácil. Tendo vem vista que estamos diante de uma administração pública que não tem demonstrado um compromisso com os trabalhadores e com as políticas de educação e assistência social na cidade de São Paulo.

Diante desta realidade é fundamental a participação de todos os trabalhadores da Rede Conveniada nas assembleias da categoria e nas diversas atividades convocadas para lutar pela garantia dos nossos direitos já conquistados e os novos direitos pleiteados nesta campanha salarial.

Ao final da assembleia, a diretoria do SITRAEMFA manifestou sua indignação e posição contrária a política higieniza imposta pelo governo do Prefeito João Dória contra a população em situação de rua e os dependentes químicos na região da cracolândia (Bairro da Luz), que se mostra contrária aos princípios de Direitos Humanos defendidos pelo Estado brasileiro.

Essa política desumana e irresponsável do governo Dória tem causado a falta de condições adequadas para os trabalhadores, da categoria, que trabalham diretamente com a população em situação de rua naquela região.

Do mesmo modo, o sindicato, se coloca a inteira disposição dos trabalhadores dos serviços de média e alta complexidade da assistência social que trabalham com a população em situação de rua e drogadição na cidade de São Paulo.

#Nenhum direito a menos!!!

 


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