CUT organiza paralisações dia 22 em SP

Em São Paulo, entidades sindicais farão ato durante a tarde

 

Arte: Maria Dias
Arte: Maria Dias
O Dia Nacional de Paralisação e Mobilização das Categorias organizado pela CUT e sindicatos filiados ocorrerá no dia 22 de setembro, contra a retirada dos direitos e os retrocessos impostos pelo governo golpista de Michel Temer.

Em São Paulo, além das paralisações que irão ocorrer em diferentes locais, os trabalhdores iniciam a primeira concentração às 10h, na Avenida Paulista, 1313, em frente ao prédio da Fiesp. No mesmo local, às 11h, os dirigentes sindicais entregam a pauta de direitos sociais e trabalhistas a representantes da Fiesp.

A partir das 16h, movimentos sociais e sindical irão se concentrar no Masp, na Av. Paulista, 1578, para a realização de um ato. 

As entidades cutistas se organizam rumo à greve geral, explica o presidente da CUT São Paulo, Douglas Izzo. “É momento de paralisar as atividades, nos bancos, nas fábricas, nas repartições públicas. Não vamos aceitar nenhuma retirada de direitos da classe trabalhadora”, garante.

A mobilização e a interrupção de atividades se dão em uma conjuntura política de crise, de golpe e de ameaça aos trabalhadores com propostas que surgem via Executivo ou por meio de projetos que tramitam no Congresso Nacional.

Com relação à questão da reforma da Previdência proposta por Temer, os golpistas querem aumentar a idade mínima para aposentadoria, para 65 anos, tanto para o setor público como para o privado, independentemente do sexo. Somado a isso, querem dar rapidez à tramitação do PLC 30/2015, que propõe a terceirização irrestrita, tanto da atividade-meio, como da atividade-fim empresariais.

A CUT também levará às ruas as bandeiras contra a entrega do pré-sal brasileiro, o Projeto de Lei (PL) 257 que muda a forma do pagamento das dívidas dos estados com a União e congela investimentos no serviço público impedindo novos concursos públicos e reajustes salariais e a PEC 241/2016, que congela os investimentos públicos por 20 anos para pagar a dívida pública, causando danos à saúde, educação, transporte, entre outras áreas.

Escrito por: Vanessa Ramos - CUT São Paulo

 

Confira a pauta:

Em defesa dos salários, direitos e empregos
Não à Reforma da Previdência Social
Contra o ajuste fiscal que consta na PEC 241 e no PLP 257
Contra as privatizações e precarização
Contra a entrega do pré-sal
Contra o PLC 30 das terceirizações sem limite

Em São Paulo, entidades sindicais farão ato durante a tarde

 

Arte: Maria Dias
Arte: Maria Dias
O Dia Nacional de Paralisação e Mobilização das Categorias organizado pela CUT e sindicatos filiados ocorrerá no dia 22 de setembro, contra a retirada dos direitos e os retrocessos impostos pelo governo golpista de Michel Temer.

Em São Paulo, além das paralisações que irão ocorrer em diferentes locais, os trabalhdores iniciam a primeira concentração às 10h, na Avenida Paulista, 1313, em frente ao prédio da Fiesp. No mesmo local, às 11h, os dirigentes sindicais entregam a pauta de direitos sociais e trabalhistas a representantes da Fiesp.

A partir das 16h, movimentos sociais e sindical irão se concentrar no Masp, na Av. Paulista, 1578, para a realização de um ato. 

As entidades cutistas se organizam rumo à greve geral, explica o presidente da CUT São Paulo, Douglas Izzo. “É momento de paralisar as atividades, nos bancos, nas fábricas, nas repartições públicas. Não vamos aceitar nenhuma retirada de direitos da classe trabalhadora”, garante.

A mobilização e a interrupção de atividades se dão em uma conjuntura política de crise, de golpe e de ameaça aos trabalhadores com propostas que surgem via Executivo ou por meio de projetos que tramitam no Congresso Nacional.

Com relação à questão da reforma da Previdência proposta por Temer, os golpistas querem aumentar a idade mínima para aposentadoria, para 65 anos, tanto para o setor público como para o privado, independentemente do sexo. Somado a isso, querem dar rapidez à tramitação do PLC 30/2015, que propõe a terceirização irrestrita, tanto da atividade-meio, como da atividade-fim empresariais.

A CUT também levará às ruas as bandeiras contra a entrega do pré-sal brasileiro, o Projeto de Lei (PL) 257 que muda a forma do pagamento das dívidas dos estados com a União e congela investimentos no serviço público impedindo novos concursos públicos e reajustes salariais e a PEC 241/2016, que congela os investimentos públicos por 20 anos para pagar a dívida pública, causando danos à saúde, educação, transporte, entre outras áreas.

Escrito por: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Confira a pauta:

Em defesa dos salários, direitos e empregos
Não à Reforma da Previdência Social
Contra o ajuste fiscal que consta na PEC 241 e no PLP 257
Contra as privatizações e precarização
Contra a entrega do pré-sal
Contra o PLC 30 das terceirizações sem limite

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