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Expectativa da Marcha das Margaridas 2015 é reunir mais de 100 mil mulheres

 

“Nós Margaridas do Campo, da Floresta e das águas, seguimos incansavelmente lutando para fazer o Brasil avançar no combate à pobreza, no enfrentamento à violência contra as mulheres, na defesa da soberania alimentar e nutricional e na construção de uma sociedade sem preconceitos de gênero, de cor, de raça e de etnia, sem homofobia e sem intolerância religiosa”, afirma a Secretária de Mulheres Trabalhadoras Rurais da Contag e Coordenadora geral da Marcha das Margaridas, Alessandra Lunas.

É que nos próximos dias 11 e 12 de Agosto, em Brasília, está previsto que mais de 100 mil mulheres, irão ocupar a capital do Brasil para participar da 5º edição da Marcha das Margaridas, grande referência na luta por direitos das mulheres do campo e da cidade, e que acontece a cada três anos.

A Marcha é uma ação coordenada pela CONTAG em parceria com a CUT, outras centrais e vários movimentos sociais. O nome Margaridas é em homenagem à Margarida Maria Alves, que foi brutalmente assassinada em Agosto de 1983. Margarida foi uma das mulheres pioneira das lutas pelos direitos dos trabalhadoras e trabalhadores rurais no Brasil.

“Seguimos denunciando, reivindicando, propondo e negociando ações e políticas públicas, que contribuam na construção de um Desenvolvimento Sustentável com Democracia, Justiça, Autonomia, Igualdade e Liberdade, que é o tema da marcha neste ano”, destaca Alessandra.

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) participa da Marcha das Margaridas desde a sua primeira edição, em 2000.

Para a vice-presidenta da CUT, que também faz parte da Confederação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (CONTAG), Carmen Foro, todas as participações da Central foram decisivas no processo de mobilização e construção de toda a pauta, na estratégia e no caráter da marcha.

“Nós participamos da marcha das margaridas porque é uma manifestação especifica das mulheres do campo e que ganhou força para pressionar o governo no avanço das políticas públicas”, afirma Carmen. “Queremos dialogar com o conjunto da sociedade sobre os problemas que afligem as mulheres e reforçar o papel estratégico que o campo brasileiro tem para a economia, para o desenvolvimento do país”, destaca Carmen.

Para a Secretária das Mulheres Trabalhadoras da CUT, Rosane Silva, a marcha leva pra sociedade brasileira a pauta das mulheres frente a essa sociedade ainda desigual e machista. “Por mais que temos uma presidenta da república, as mulheres ainda são oprimidas e vivem de forma desigual na sociedade”, afirma a dirigente.

A marcha tem 8 eixos de luta:

1. Soberania alimentar
2. Terra, água e agroecologia
3. Sociobiodiversidade e acesso aos bens comuns
4. Autonomia econômica: trabalho e renda
5. Educação não sexista, educação sexual e sexualidade
6. Violência
7. Direito a saúde e direitos reprodutivos
8. Poder, participação e democracia

“Quando a gente vai às ruas para reivindicar direitos, ampliação de direitos, garantia do que conquistamos até aqui, nós estamos falando de democracia. Nós queremos um país cada vez mais democrático”, finaliza a vice-presidenta da CUT.

Rosane Silva destaca a importância das mulheres estar nas ruas em defesa dos direitos e da democracia. “Nos mulheres sabemos o quanto a democracia é importante pra nosso país e o quanto ela ainda é recente na história brasileira. E nós estamos vivendo um momento, que na nossa opinião, a gente tem que fortalecer a democracia, avançar cada vez mais”, observa a secretária.

“Então nós mulheres do campo, da cidade, da floresta e das águas vamos às ruas no dia 12 de agosto para dizer que não queremos retroceder na democracia brasileira, queremos avançar, ter o estado cada vez mais democrático e um estado presente na vida das pessoas e na vida das mulheres”, finaliza Rosane.

 

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CUT convoca ato para dia 28 de julho contra rumos da economia

22/07/2015

Manifestação será na sede do Ministério da Fazenda em Brasília. Economista critica política de Levy. “O ajuste fiscal é de curto prazo, pois está centrado no corte de benefícios sociais”

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Após reunião de sua diretoria Executiva Nacional, na manhã desta terça-feira (21), a CUT confirmou, para dia 28 de julho, o ato na frente da sede do Ministério da Fazenda em Brasília para protestar contra os rumos da economia no Brasil.

“É o dia que o Copom se reúne para decidir a taxa de juros. Não podemos abrir mão de fazer a crítica e fazer a disputa no campo da economia”, afirmou Sérgio Nobre, secretário-geral da Central.

No dia 28 de julho, ocorre a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), quando deve ser divulgada a taxa Selic, que teve suas recentes e constantes altas criticadas pela CUT. “É coisa de um grupo de burocratas, que não entendem nada de produção. É antiga nossa reinvindicação de que os trabalhadores também façam parte do Copom”, afirmou recente Sérgio Nobre.

Durante o encontro da CUT, a política econômica do País, sob o comando do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, foi criticada por diversos dirigentes e pelo professor de Economia da PUC-SP, Antônio Corrêa de Lacerda, convidado especial da Central para fazer uma análise da conjuntura econômica.

O economista explicou que “no segundo mandato de Dilma houve uma guinada conservadora da política econômica” e que “o ajuste fiscal é de curto prazo, pois está centrado no corte de benefícios sociais”.

Sobre o papel da mídia, Lacerda afirmou que os analistas não são justos ao examinar a crise brasileira, fazendo mal uso, por exemplo, dos dados da economia nacional.

“O Brasil, nos últimos seis anos, teve uma inflação média de 6%. Ao contrário do que diz a mídia, vamos ter países de porte semelhante com o mesmo índice de 6%. Não vale a comparação, como faz o Sardenbergh, que nos coloca ao lado de Peru, Chile e EUA. Temos que nos comparar com Índia, África do Sul, Rússia, que estão no mesmo patamar”, explicou o economista, que apresentou um cenário otimista para 2016. “Devemos ter uma inflação de 5%, que é uma expectativa acompanhada inclusive pelo mercado.”

Agenda de atos

Além da manifestação na frente da sede do Ministério da Fazenda, no próximo dia 28, a CUT intensificará a mobilização para Marcha das Margaridas, que ocorre em Brasília entre os dias 11 e 12 de agosto.

Desde 2003, primeiro ano da manifestação, mais de 140 mil mulheres já ocuparam Brasília para cobrar políticas públicas voltadas a um modelo de desenvolvimento centrado na vida, no respeito à diversidade e contra a violência sexista.

O nome da Marcha das Margaridas é uma homenagem à Margarida Maria Alves, presidenta do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, na Paraíba, assassinada por um pistoleiro no dia 12 de agosto de 1983.

Em sua memória e para fortalecer a luta, a cada três anos, caravanas de mulheres partem de todo o país rumo à capital federal.

Neste ano, as delegações chegarão ao estádio Mané Garrincha a partir de 11 de agosto e a abertura oficial do encontro está para prevista para as 18 horas do mesmo dia. Na manhã seguinte, a Marcha deixa o estádio e segue para o Congresso Nacional.

No próximo dia 20 de agosto, a CUT integrará um grande ato com outras entidades, como MTST, MST, UNE e outras entidades do movimento social, em São Paulo, em defesa da democracia e contra as tentativas de golpe no País.  

campanha

Assembleia Geral dOS TRABALHADORES (AS) da Rede Conveniada 
 
Pauta:Campanha Salarial 2015
 
DIA: 13/06/2015, sábado, 
 
às 9h, primeira chamada e às 9h30
 
Local: SIND. DOS QUÍMICOS 
Rua Tamandaré, 348 - Liberdade
 
Os trabalhadores da Rede Conveniada iniciaram a Campanha Salarial 2015, temos o dever e o direito de participar buscando avanços e reivindicando qualidade nos serviços para toda categoria. 
Fortaleceremos nossas bandeiras de luta que são: adequação da jornada de trabalho e equiparação salarial dos trabalhadores dos CEI’s Conveniadas com as Diretas; valorização; capacitação profissional,  melhores condições de trabalho, saúde e segurança; reconhecimento dos adicionais de insalubridade e periculosidade para os trabalhadores da categoria. 
Este ano será discutido todas as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho e será de suma importância a participação de todos nos debates das assembléias da campanha salarial.
Este é o momento de despertarmos para a conscientização de todos, que para sermos fortes precisamos nos unir, levando-se em consideração todo o histórico e avanços da categoria. 
Vamos ter os pés no chão, mas mantendo os sonhos na luta constante. Pois juntos no dia a dia fortaleceremos nossa categoria. 

 

cancelado

 

Em função da Campanha Salarial dos trabalhadores da Fundação CASA, este evento será cancelado e agendado com nova data a ser divulgada posteriormente.

Obrigada

 

À Direção

 

 TRABALHADOR (A) o SITRAEMFA convida VOCÊ para finalizar as comemorações do mês dedicado ao TRABALHADOR (A) com, Chave de Ouro:

EXPOSIÇÃO da DEDICAÇÃO HUMANA

Nesta exposição todos os trabalhos desenvolvidos pelos profissionais das diversas áreas existentes na  FUNDAÇÃO CASA/REDE CONVENIADA.

VOCÊ poderá apresentar: atividades manuais, expressões corporais, dons musicais e muito mais com a finalidade de ampliar e divulgar, enfim... destacar a sua dedicação ao mercado de trabalho e a sociedade em geral.

PARTICIPE – venha expor conosco seus dons e com eles seus trabalhos, valorizando o que tens de melhor...

VOCÊ é o que fortalece nossa Bandeira de Luta

Local: Sede SITRAEMFA – Avenida Celso Garcia, 4031 – Tatuapé – São Paulo

DIA: 30/05/2015 – Horário: a partir das 10h

Favor entrar em contato com Antecedência com; Diretoras das Secretarias: Políticas Sociais e Organização.

Tel. 9.4735-8814 Aline Louise / 9.4735-8782 Ana Claudia

Central chama todos à paralisação e destaca importância da mobilização nacional contra terceirização sem limites

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Para Vagner, não há um só item no projeto da terceirização que favoreça os trabalhadores
Para Vagner, não há um só item no projeto da terceirização que favoreça os trabalhadores
Foto: Guina Ferraz
De lideranças sindicais a auditores fiscais, de parlamentares a juristas, nenhum dos presentes na audiência pública “Terceirização: revogação da Lei Áurea e fortalecimento do trabalho escravo”, que aconteceu no Senado, mostrou ter dúvidas sobre a relação entre trabalho terceirizado e piores condições trabalhistas.

Diante do auditório Petrônio Portela lotado, o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, alertou para os prejuízos que a terceirização sem limites, como prevê o projeto de lei 4330 aprovado pela Câmara e que agora tramita no Senado como PLC 30, trará ao país. 

Como exemplo do cenário que pode estar por vir, o dirigente citou o caso da Coca-Cola de Sorocaba, que demitiu 217 trabalhadores após terceirizar o setor de distribuição e entrega. A situação só não ficou pior porque o Sindicato dos Rodoviários da Região acionou a Justiça e derrubou o mandado de segurança que impedia a reintegração dos demitidos.

Para Vagner, o antídoto ao projeto é a mobilização e o dirigente aproveitou a ocasião para convocar a sociedade a participar, em 29 de abril, do Dia de Paralisação Nacional que a CUT e parceiros dos movimentos sindical e sociais promoverão.

“Como não acho que exista vitória sem luta, convoco todos à greve, porque o empregador só entende uma linguagem: quando tira dinheiro do bolso. Não vamos trabalhar para que o Senado retifique a atrocidade que a Câmara cometeu”, afirmou.

Trabalhadores têm projeto

Durante a audiência organizada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS), Vagner também ironizou o deputado Artur Maia (SDD-BA), que chamou a CUT de terceirizada do PT durante sessão na Câmara nessa quarta (13).

Ao citar o partido do parlamentar, disse que a solidariedade dele é com os patrões, lembrou que Maia votou a favor do PL 4330 e criticou a Central em busca de cinco minutos de visibilidade. A seguir, respondendo a quem cobra propostas dos trabalhadores, ele entregou um projeto consensuado pelas centrais sindicais para regularizar a situação dos trabalhadores terceirizados. Mas esse sob o preceito da manutenção de direitos.

O anteprojeto é resultado das discussões, em 2009, de um grupo bipartite, formado por CUT, CTB, CGTB, Força Sindical e Nova Central e a Secretaria de Relações do Trabalho do governo federal, para elaborar uma proposta de regulamentação bem diferente daquela que passou na Câmara.

“Na realidade, a regulamentação do PL 4330 não fala em regulamentação dos 12 milhões de trabalhadores terceirizados, mas em precarizar os outros 40 milhões que têm carteira assinada, demiti-los e acabar com carteira assinada. O conceito de especialização no Brasil é usado para contratar um terceirizado que, mesmo especializado, é admitido para ganhar menos.”

Não há benefícios na terceirização

Presidente do Senado, Renan Calheiros endossou as palavras de Vagner e afirmou que a Casa trabalhará exclusivamente para regulamentar a terceirização apenas para quem já está dentro do processo.

“Não vamos transformar os outros 40 milhões de trabalhadores em terceirizados também, não podemos praticar o ‘liberou-geral’ para as atividades-fim. Precisamos tirar a terceirização da zona cinzenta em que se encontra, mas sem revogar direitos”, defendeu o senador.

Conforme destacou a desembargadora federal do Trabalho aposentada Magda Biavaschi não há uma só pesquisa que aponte para a terceirização como responsável por melhorar a competividade e criar empregos.

“É mentira que a regulamentação da terceirização trará direitos aos terceirizados. Todos serão demitidos e contratados como PJ (pessoa jurídica). Não adianta assegurar responsabilidade solidária na lei – aquela em que a empresa tomadora de serviços é acionada pelos encargos trabalhistas não quitados pelas terceirizadas – se os empregados serão sócios. Os salários serão achatados, o mercado de trabalho não será dinamizado e teremos acirramento ao invés de superação da crise”, afirmou.  

IMG-20150519-WA0040        Acontecerá a eleição dos conselheiros dos seis CRST's da cidade de São Paulo no dia 22 de maio de 2015, das 09h às 17h.

        O SITRAEMFA participará lançando dois Candidatos, Mônica  pelo CRST-SÉ, e Maxwel Pelo CRST-Mooca. A votação será em cédula, nominal e os mais votados se tornarão conselheiros. 

O CRST é um órgão ligado a Secretaria Municipal da Prefeitura de São Paulo e tem por finalidade tratar as questões voltadas a saúde do trabalhador no tocante as doenças ocupacionais. Uma vez que os hospitais e unidades básicas de saúdes não o fazem.

Assim, toda vez que um trabalhador ou trabalhadora da categoria tiver suspeita de doença ocupacional, o sindicato tem a obrigação de encaminha-lo para o CRST da região de trabalho ou moradia para uma avaliação minuciosa do medico do trabalho.

Neste sentido, é fundamental que tenhamos representantes nos CRST's e a sua presença e o seu voto e muito importante. Então compareça e vote nos nossos representantes: Maxwel - CRST Moóca, Praça Ciro Pontes, S/N, Moóca - ao lado da Faculdade São Judas. E Mônica Lopes - CRST SÉ, Rua Francisco Alvarenga, n. 259 - 5 andar, Parque Dom Pedro. 

Para votar basta comparecer nos endereços acima, munido de documentos de identificação com foto.

Contamos com a colaboração de todos.

Defesa dos direitos trabalhistas, da democracia, da Petrobras e da reforma política são as principais bandeiras Dia do Trabalhador (a) em 2015

 

Organizações dos movimentos sociais, estudantil e sindical, entre as quais a Central Única dos Trabalhadores, promovem ato conjunto em comemoração ao Dia do Trabalhador e da Trabalhadora no 1º de Maio (sexta), a partir das 10h, no Vale do Anhangabaú, centro paulistano.

As principais bandeiras que marcam o evento em 2015 são a defesa dos direitos da classe trabalhadora, da democracia, da Petrobras e da reforma política (saiba mais clicando aqui).

A programação tem início às 10h, com realização de ato ecumênico seguido de ato político-cultural com a rapper Pame’lloza e Grupo Mistura Popular.

Os shows começam a partir das 13h, com Alceu Valença, Leci Brandão, Rappin Hood, GOG, Thobias da Vai-Vai e Elizeth Rosa. Haverá, ainda, espaço de convivência e alimentação, além de unidades móveis de atendimento e outros serviços à população.

As organizações participantes se concentrarão a partir das 9h na Praça da República, Largo do Arouche, Estação da Luz e Pátio do Colégio, de onde sairão em caminhada até o Vale do Anhangabaú.

Entre as entidades engajadas neste 1º de Maio, além da CUT, estão as centrais CTB e Intersindical, e movimentos do campo e da cidade: Central dos Movimentos Populares (CMP), Coordenação Nacional de Entidades Negras (Conen), Marcha Mundial de Mulheres, Movimento dos Atingidos Por Barragens (MAB), Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e União Nacional dos Estudantes (UNE).

Em defesa dos direitos trabalhistas e da democracia – Neste 1º de maio, os movimentos reforçam a pressão contra o Projeto de Lei 4330/04, que retira direitos trabalhistas históricos ao permitir a terceirização sem limites, em todas as funções de qualquer empresa e setor.

Também continua a mobilização contra a Medida Provisória (MPs) 664 e 655, que, respectivamente, muda as regras para a concessão do auxílio-doença e pensão por morte, e que dificulta o acesso ao seguro-desemprego e ao abono salarial. No lugar de uma política de ajuste fiscal que penaliza a classe trabalhadora, gerando emprego e recessão, as entidades defendem a taxação das grandes fortunas, primeiro passo à reforma tributária no Brasil.

Outro embate é pela manutenção do estado democrático de direito, contra a onda golpista em curso, que, se for vitoriosa, trará retrocessos a toda a sociedade brasileira.

Combate à corrupção e defesa da Petrobras – Para as organizações, o combate à corrupção deve ser feito por meio de uma reforma política que, entre outras mudanças, proíba o financiamento empresarial de campanha eleitoral. Sem o essa medida, o sistema político do país continuará seguindo os interesses das empresas que financiam as campanhas eleitorais e não os interesses da população.

Os movimentos reforçam, ainda, a luta em defesa da Petrobras, alvo de ataques por aqueles que querem enfraquecer o patrimônio brasileiro com o intuito de privatizá-lo, transferindo os recursos do pré-sal – que devem ser investidos em saúde e educação – à iniciativa privada.

SERVIÇO
Dia do Trabalhador e da Trabalhadora

Data: 1º de Maio de 2015
Horário: A partir das 10h
Local: Vale do Anhangabaú, centro paulistano – Metrô Anhangabaú (Linha 3-Vermelha)

 

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O funcionalismo público irá se reunir amanhã em um ato unificado demostrando para esse governo que não quer negociar com nenhuma categoria a união dos servidores públicos.

A pauta que unifica as entidades prioriza uma mudança na lei salarial para que garanta reajustes que protejam nossos salários da inflação, inclusive para aposentados sem paridade.

A recomposição de perdas anteriores é outro ponto que será central na pressão iniciada por essa Campanha Unificada.

Vamos todos lutar pelos nossos direitos. Venha para luta, amanhã, 17/04 a partir das 17h na Pça da República.

 

onda vermelha

No dia 15/04/2015, quarta-feira, às 15 hs todos os trabalhadores estarão nas ruas para dizer não a PL 4330.

 O SITRAEMFA chama a categoria para realizar uma onda vermelha, todos os funcionários irão com camisetas vermelha para seus locais de trabalho e com cartazes dizendo NÃO a terceirização.    

 Vamos nos unir nesta luta, que é de todos nós trabalhadores. Ganhe cinco minutos e junte todos para unir a esta força. Tire fotos e compartilhe na fanpage (facebook) do SITRAEMFA. A CLT e todos os outros trabalhadores precisam de você!

 E neste dia nacional de paralisação, CUT, CTB e as principais sindicais brasileiras se unirão a parceiros dos movimentos sociais como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) e Fora do Eixo-Mídia Ninja para cobrar a retirada do Projeto de Lei 4330.

 

PL 4330:

Este projeto de lei aprovará a contratação de empresas que fornecem mão de obra terceirizada em qualquer quantidade e em qualquer lugar da cadeia produtiva.

 Hoje uma empresa só pode terceirizar no que chamamos de atividade meio, que são as funções secundárias para a empresa.  Ou seja, hoje, uma empresa que produz carros não pode terceirizar a linha de produção, mas pode terceirizar a segurança, o restaurante e a limpeza.

 

Na nova lei:

1) uma escola poderá contratar outra empresa para fornecer professores;

2) um restaurante pode terceirizar sua cozinha;
3) poderá inclusive haver uma empresa sem nenhum funcionário e que terceiriza todas as suas atividades.

Mas por que um empresário terceiriza? O manual de economia da USP diz que a função de uma empresa é o lucro, e que os empresários só investem se houver possibilidade de ganho.

 - A terceirização é uma forma do empresário economizar com a folha de pagamento. 

 - Mas não há mágica! Uma empresa só consegue fornecer mão de obra mais barata para outra empresa se ela pagar um salário menor ou reduzir os direitos trabalhistas.

 

Hoje os trabalhadores terceirizados:

 Ganham em média 30% menos;

 Estão envolvidos em 70% dos acidentes de trabalho que resultam em morte;

 Ficam nos seus postos de trabalho em média um ano.

 Assim, liberar todos os tipos de terceirização significa ampliar um regime de contratação que possibilita reduzir salários e direitos.

 Na prática,  vamos flexibilizar a CLT e criar dois regimes jurídicos de trabalho:

Um com direito a FGTS, férias anuais, décimo terceiro, plano de carreira e seguro desemprego. 

 Outro com contratos temporários sem nenhum destes direitos, inclusive entre os funcionários públicos.

 Os países que são assim são México,  Vietnam, Tailandia, nenhum deles desenvolvidos, nenhum deles onde os trabalhadores têm uma vida decente. 

 Pense nisso, que país você quer para você? 

 

Nesta quarta feira 15. 04. 2015 todos os trabalhadores estarão nas ruas para dizer não a PL 4330.

 Vamos dar apoio à paralisação do dia 15.04.201, nos encontrando na avenida Paulista em frente a FIESP, 1313, às 15hs.

 

 

 

 

 

Venha você também lutar contra o PL 4330

 

Venha lutar contra o retrocesso da CLT

 

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Paralisação nacional reunirá maiores centrais sindicais do país e parceiros dos movimentos sociais contra ataques do Congresso aos direitos trabalhistas

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As respostas da classe trabalhadora e dos movimentos sociais para o mais recente ataque do Congresso Nacional aos direitos trabalhistas começam no próximo dia 15 de abril.

Em dia nacional de paralisação, CUT, CTB e as principais sindicais brasileiras se unirão a parceiros dos movimentos sociais como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) e Fora do Eixo-Mídia Ninja para cobrar a retirada do Projeto de Lei 4330.

O texto não melhora as condições dos cerca de 12,7 milhões de terceirizados (26,8% do mercado de trabalho) e ainda amplia a possibilidade de estender esse modelo para a atividade-fim, a principal da empresa, o que é proibido no Brasil. Fragmenta também a representação sindical e legaliza a diferença de tratamento e direitos entre contratados diretos e terceirizados.

Contra a direita

Além de orientar os sindicatos de base para que cruzem os braços contra o projeto de terceirização sem limites, no próximo dia 15, a CUT também fará atividades diante de federações da indústria e integrará os atos por direitos e contra a direita.

Em São Paulo, a mobilização que reunirá também MTST e parceiros do movimento sindical acontece às 17h, no Largo da Batata.

Presidente nacional da Central, Vagner Freitas, apontou que a luta contra o PL 4330 é o combate mais importante da atual conjuntura porque assola os direitos dos trabalhadores.

“Mesmo após o enfrentamento ao Congresso conservador e a truculência da polícia que agrediu nossos militantes, nossa luta vai se intensificar. Vamos cruzar os braços e faremos questão de ir de estado em estado para denunciar os deputados que votarem a favor do projeto para que o povo brasileiro não reeleja os traidores da classe trabalhadora”, disse.

Presidente da CTB, Adilson Araújo, ressalta que ao institucionalizar o trabalho precário no Brasil, o projeto leva a um colapso da economia.

“Quando você permite que mais de 40 milhões de trabalhadores migrem para um contrato precarizado, você afeta a contribuição ao FGTS (Fundo de Garantia), à Previdência Social e impacto no SUS (Sistema Único de Saúde), já que os terceirizados são as maiores vítimas das doenças ocupacionais e de óbitos no ambiente de trabalho”, lembrou.

Para Edson Carneiro, o Índio, secretário-geral da Intersindical, o PL 4330 pode ser um tiro de morte nos direitos trabalhistas.

“Com a generalização da terceirização para todas as atividades, não melhoraremos a vida de quem já é afetado e ainda atacaremos as conquistas das convenções e acordos coletivos. Não temos duvida do significado desse ataque por parte do Congresso e da importância da unidade contra a fragmentação das organizações trabalhistas e dos fundos essenciais para as políticas públicas”, falou.

Terceirização em números

Como parte da estratégia de luta contra a ampliação da terceirização, a CUT lançou em março deste ano o dossiê “Terceirização e Desenvolvimento: uma conta que não fecha” que comprova: esse modelo de contratação só é bom para quem vê na degradação das condições de trabalho uma forma de lucro.

Segundo o documento, em dezembro de 2013, os trabalhadores terceirizados recebiam 24,7% a menos do que os contratados diretos, realizavam uma jornada semanal de 3 horas a mais e eram as maiores vítimas de acidentes de trabalho: no setor elétrico, segundo levantamento da Fundação Comitê de Gestão Empresarial (Coge), morreram 3,4 vezes mais terceirizados do que os efetivos nas distribuidoras, geradoras e transmissoras da área de energia elétrica.

Ainda segundo o pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit), da Unicamp, Vitor Filgueiras, “dos 10 maiores resgates de trabalhadores em condições análogas à de escravos no Brasil, entre 2010 e 2013, em 90% dos flagrantes, os trabalhadores vitimados eram terceirizados.” 

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