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 Dirigentes relatam jornada de 30 dias pelo Estado de São Paulo e homenageiam Nelson Mandela

 A jornada de luta por igualdade e autonomia promovida pela CUT São Paulo, por meio da Secretaria da Mulher Trabalhadora, encerrou nessa sexta-feira (6) a caravana pelo fim da violência contra as mulheres que percorreu o Estado de São Paulo durante 30 dias.

Nesta ação, dirigentes cutistas visitaram entre os meses de novembro e dezembro as cidades e regiões de Presidente Prudente, Bauru, São Carlos, Sorocaba, Vale do Ribeira, Baixada Santista, ABC, Mogi das Cruzes, Guarulhos, Jundiaí e Osasco.

O ato de encerramento realizado no Sindicato dos Químicos de São Paulo, na capital paulista, iniciou com um minuto de silêncio em homenagem à memória do ex-líder sul-africano Nelson Mandela, lutador do povo, prêmio Nobel da Paz de 1993, que morreu na última quinta (5), aos 95 anos. Logo depois, a secretária de Formação da CUT/SP, Telma Aparecida Andrade Victor, cantou o hino nacional, como simbologia identitária de um povo que luta por um Brasil mais justo.

Na ocasião, o presidente da CUT São Paulo, Adi dos Santos Lima, lembrou-se do propósito de Mandela na África do Sul pelo resgate da dignidade humana e afirmou que “a caravana desperta na sociedade a defesa pela igualdade”.

A atividade contou também com a presença da ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR), Eleonora Menicucci, e da secretária municipal de Políticas para as Mulheres de São Paulo, Denise Motta Dau, que ouviram atentas ao relato das viagens feitas por dirigentes da CUT/SP.

Trabalho de base

Secretária da Mulher Trabalhadora da CUT/SP, Sonia Auxiliadora relatou que mesmo com os avanços da Lei Maria da Penha, nº 11.340, de 2006, a violência praticada contra as mulheres é alarmante. “Vimos na prática a falta de investimentos nas políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica como as que promovem autonomia financeira. Pudemos também observar a violência que  atinge as mulheres no mercado de trabalho ”, afirmou.

 

De acordo com a secretária Mulher Trabalhadora a CUT Nacional, Rosana Silva, a caravana abordou assuntos fundamentais para a luta de uma sociedade igualitária. “O debate alcançou a questão da política econômica e social, como o direito à creche, indo além da violência física. Sabemos que as mulheres pobres são as mais afetadas, tanto as que moram nas periferias das cidades como as que moram nas áreas rurais”.

Segundo a secretária de Imprensa da CUT/SP, Adriana Magalhães, uma das participantes da caravana, a imagem da mulher na mídia também foi um dos assuntos abordados nas cidades visitadas. “Explicávamos às pessoas que participaram das atividades a importância do projeto do novo marco regulatório dos meios de comunicação do País, pois ele proíbe o monopólio da mídia que não dá voz às mulheres, em específico, e aos lutadores e lutadoras do povo”.

Entre as principais reivindicações encontradas nas cidades percorridas estão a falta de creches, casas abrigo, serviços públicos de qualidade, servidores formados para atender situações de violência e a criação de rede integrada de proteção à mulher.

Luta por igualdade

Eleonora Menicucci ressaltou a luta por uma democracia não apenas representativa, mas participativa e com atuação política e formativa. “As dirigentes foram onde as mulheres estão, vivem e moram. Esse trabalho por si só justifica a sua importância. Acredito que essas denúncias devem servir para subsidiar políticas públicas no Estado que atendam de fato às necessidades das mulheres”, afirmou.Segundo a ministra, a caravana da CUT/SP é um exemplo de luta pela igualdade. “Pela minha vivência e  contribuição, no passado, às políticas de gênero e às políticas feministas da CUT, percebo como as mulheres cutistas caminharam, cresceram e ocuparam espaços importantes de poder”, destacou.

Ao falar sobre a luta por direitos iguais, a ministra citou a sub-representação das mulheres no parlamento e afirmou que a reforma política foi a medida apresentada pela presidenta Dilma Rousseff neste ano, após as mobilizações de junho no Brasil.

Sobre a Constituinte Exclusiva e Soberana por um novo sistema político, luta estabelecida pela CUT e por movimentos sociais para o próximo período, Eleonora afirma que deve-se estabelecer com clareza os eixos de atuação. "É preciso focar em uma reforma política, eleitoral e fiscal, com maior representação e participação das mulheres nas listas e maior espaço de tempo na televisão para as mulheres e outros grupos que são invisibilizados", pontuou.

Reconhecimento da luta

De acordo com a escritora Rachel Moreno, do Observatório da Mulher, a violência assume várias facetas e precisa, portanto, de diferentes políticas públicas. “Essa luta começou há mais de 30 anos e me sinto satisfeita com as conquistas alcançadas e por ver que a CUT tem feito ações nesse sentido. Existem violências que precisam ser observadas como o fato de as mulheres ganharem 30% a menos do que os homens, mesmo trabalhando na mesma função”.

Denise Motta Dau também reconheceu a iniciativa do movimento sindical. “A CUT cumpre a missão de levar a cidades distantes temas como o da violência doméstica, envolvendo no debate homens e mulheres. Esse trabalho foi importante, pois permitiu a construção de debates regionais”, ressalta.

Rachel afirma que é preciso desnaturalizar a violência de gênero. “Homens violentos viveram em famílias violentas e não tiveram espaço para discutir. Acharam que aquilo era normal e, por isso, tendem a reproduzir quando adultos o que vivenciaram como natural quando eram crianças.  Enquanto a gente não abrir espaço para discutir a questão, não vamos conseguir mudar tanto quanto gostaríamos”.

Segundo a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Senado, a violência sexual cresceu 23% no Estado de São Paulo de 2011 a 2012. A coordenadora da Marcha Mundial de Mulheres, Sonia Coelho, diz que a CUT tem feito um trabalho importante. "O Governo de São Paulo não promove políticas públicas para as mulheres, seja na habitação, no trabalho e na saúde. E reivindicamos isso, pois a ausência do poder público nessas áreas dificulta que a mulher em situação de violência rompa com esse ciclo”.

Para a escritora Rachel, os meios de comunicação precisam repensar a forma como atuam. “Devem atuar de forma educativa e preventiva, combatendo a violência em todas as suas formas, inclusive a simbólica, que reforça preconceitos e estereótipos”, pontua.

Município de São Paulo

Na sexta-feira (9), antes do encerramento da Caravana da CUT/SP, a prefeitura de municipal, por meio da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres da Prefeitura de São Paulo, realizou o Ato “São Paulo Não Tolera Violência Contra a Mulher", como atividade que engloba a Campanha dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

Na ocasião, foi anunciada a criação da Casa de Passagem na capital paulista que a partir de 2014 abrigará por até 15 dias mulheres em situação de violência, que poderão permanecer com seus filhos (as), no período em que recebem apoio de uma equipe multidisciplinar da prefeitura.

O município assinou também o compromisso de treinar a Guarda Civil Metropolitana (GCM) para atender ocorrências relacionadas a situações de violência contra a mulher.

 

por Vanessa Ramos - CUT São Paulo 

site mandela

 

Morre Nelson Mandela, ícone da luta pela igualdade racial. Presidente da África do Sul entre 1994 e 1999, ele tinha 95 anos. Ele liderou transição que encerrou a política do apartheid em seu país.

Conhecido como "Madiba" na África do Sul, Mandela foi considerado um dos maiores heróis da luta dos negros pela igualdade de direitos no país e foi um dos principais responsáveis pelo fim do regime racista do apartheid, vigente entre 1948 e 1993.

Ao todo, Mandela ficou preso durante 27 anos – passou mais 6 anos e 9 meses em uma prisão no subúrbio da Cidade do Cabo, até dezembro de 1988, e pouco mais de dois anos na prisão Victor Verster, entre as cidades de Paarl e Franschhoek. Em 1985, Mandela passou por uma cirurgia de próstata, quando ainda estava preso, e é internado com tuberculose em 1988. Em 2001, foi diagnosticado com câncer de próstata e hospitalizado por problemas respiratórios, sendo liberado dois dias depois.

No dia 11 de fevereiro de 1990, o líder sul-africano foi solto e, em um evento transmitido mundialmente, disse que continuaria lutando pela igualdade racial no país. Em 1993, ganhou o Prêmio Nobel da Paz. No ano seguinte, foi eleito o primeiro presidente negro da África do Sul, nas primeiras eleições multirraciais do país.

Mandela é alvo de um grande culto no país, em que sua imagem e citações são onipresentes. Várias avenidas têm seu nome, suas antigas moradias viraram museu e seu rosto aparece em todos os tipos de recordações para turistas.

cut

por CUT Nacional com Agência Brasil publicada em 26/11/2013 16:40

Em ato contra os juros altos realizado na manhã desta terça, em Brasília, Vagner defendeu mais investimentos na geração de emprego e serviços públicos

 

Foto: CUT Nacional

Militantes da CUT e das demais centrais sindicais de todo o Brasil realizaram nesta terça-feira (26) uma manifestação em frente à sede do Banco Central, em Brasília, contra a alta dos juros.

O Comitê de Política Monetária (Copom) está reunido para definir a taxa básica de juros (SELIC). A nova taxa será anunciada nesta quarta-feira (27). Segundo a Agência Brasil, a expectativa de analistas do mercado financeiro consultados pelo BC é de que haverá alta de 0,5 ponto percentual na Selic, totalizando 10% ao ano.

Na manifestação desta terça, a CUT e as demais centrais sindicais exigiram a redução da Selic, a queda de tarifas e de juros bancários e a regulamentação do sistema financeiro.

O presidente da CUT, Vagner Freitas, disse que o ato é em defesa do desenvolvimento do Brasil com distribuição de renda e melhores condições de vida para a classe trabalhadora.

“Juro alto prioriza a especulação financeira em detrimento do trabalho e da renda. Queremos um Brasil para todos”, disse Vagner.

O dirigente explicou que juro alto desestimula a produção, o investimento público e o trabalho e, consequentemente, desestimula o investimento público em saúde, educação, transporte, infraestrutura, segurança e saneamento básico. Isso porque, todos os recursos são usados para pagar a dívida.

Vagner também criticou o argumento de que para combater a inflação é preciso aumentar a taxa de juros. Há alguns anos, a SELIC é usada pelo BC como instrumento para influenciar a atividade econômica e, por consequência, a inflação. Quando a inflação está em alta, o Copom eleva a Selic para reduzir a pressão sobre os preços. Cabe ao BC perseguir a meta de inflação, que é 4,5%, com margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

“Combater a inflação com alta de juros, gera mais desemprego e mais recessão. O que mais afeta a taxa de juros é o câmbio. O governo tem de resolver o problema do câmbio e, não, aumentar os juros”, concluiu o presidente da CUT.

Pela CUT, participaram do ato a vice-presidente Carmen Foro, e os/as secretários/as Sérgio Nobre (Geral), Quintino Severo (Administração e Finanças), Jacy Afonso (Organização), Graça Costa (Relações do Trabalho), Pedro Armengol (Adjunto de Relações do Trabalho), Rosane Silva (Mulher), Alfredo Santos Jr (Juventude), Valeir Artle (Adjunto de Organização), Eduardo Guterra (Adjunto de saúde) e os diretores executivos Roni Barbosa e Shakespeare Martins.

Consciencia

 

Centrais sindicais terão ala especial, destacando reivindicações do movimento negro para o mundo do trabalho

 

A Secretaria de Combate ao Racismo da CUT/SP, juntamente com outras centrais sindicais, movimento negro e organizações sociais realizam nesta quarta-feira (20), aX Marcha da Consciência Negra – 10 Anos de Luta por um Brasil sem Racismo.

A concentração será a partir do meio-dia no vão livre do MASP, na Avenida Paulista nº 1538, de onde sairá a marcha às 14h, em direção ao Vale do Anhangabaú. Nesse local estará montada a Feira Afro e acontecerão shows e ato político a partir das 17h.

A novidade da Marcha este ano é que as centrais sindicais terão uma ala especial, onde estarão em destaque as principais reivindicações do movimento negro no mundo do trabalho. Entre elas está a aplicação das Convenções 100 e 111 da OIT, que tratam, respectivamente, da igualdade de remuneração entre os gêneros para trabalho de igual valor e do combate às desigualdades no mundo do trabalho em matéria de emprego e profissão.

“Este é um momento político apropriado para expor à população a importância dessas convenções”, afirmou a secretária de Combate ao Racismo da CUT/SP, Rosana Aparecida da Silva.

Dia da Consciência Negra - Desde os anos 1970 o Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de Novembro. A data foi escolhida para celebrar a luta e resistência de Zumbi dos Palmares, morto em 1695, denunciar nos dias atuais a gravidade da situação de discriminação e o preconceito e exigir o fim do racismo.


O feriado municipal ou estadual nesta data já foi reconhecido na maioria das cidades do País, inclusive na capital de São Paulo. Em São Paulo o feriado foi sancionado em 2004, pela então prefeita Marta Suplicy, por meio da Lei Nº 13.707/2004.


Atrações – 
Com o tema Música, Dança e Resistência, o Consciência Negra São Paulo trará ao palco do Vale do Anhangabaú uma variedade de atrações em diferentes gêneros, representando as inúmeras faces da cultura negra e que ajudam a construir o mosaico cultural paulistano. Samba, funk, soul, hip hop e outras vertentes musicais negras darão o tom da festa, enquanto números de dança animarão o público, nos dias 19 e 20.


Os shows trarão nomes renomados como Arlindo Cruz, músico do samba com mais de 550 músicas gravadas por diversos artistas; Dexter, um dos rappers que protagonizou a volta do rap na Virada Cultural em 2012; Izzy Gordon, cantora paulista de soul, jazz e blues; o rapper Rappin’Hood; Tereza Gama, vocalista do Clube do Balanço, entre outros. Keith Sweath, cantor e compositor norte-americano de soul e R&B, será uma das principais atrações do dia 20, que também terá o rapper Emicida.

Nos intervalos, lendárias equipes de som dos bailes black dos anos 1970 e 1980 vão animar o Anhangabaú com samba-rock, soul e funk.

professor 2013

"Eu me lembro de você, PROFESSOR, eu me lembro e muito. A sua paciência, o seu amor multiplicado por quarenta, na doação sem limites, sem restrições. Mas eu não via, não sentia essas malhas de carinho que me envolviam, que me tocavam e se transformavam em luz. Eu recebia, mas não reconhecia você plantou uma semente dentro de mim, que agora eu sinto, germinou, cresceu, virou botão e floresceu. Mas só agora, quando a distância de você se conta em anos de vida, eu parei para pensar e a sua figura cresceu dentro de mim. Parece até que eu voltei a ouvir a sua voz e senti a sua presença em tudo que fiz, em tudo que vivi. Você foi o pegureiro das minhas ações, das minhas determinações. Foi sua voz que me levantou nas horas difíceis, que me deu novas forcas, que mostrou que cada dia é uma nova renovação..."

Felicidades neste seu dia

 

a Direção

policial

O ato tem o objetivo de denunciar que o aumento da criminalidade e a impunidade em São Paulo estão atrelados à falta de políticas públicas e ao descaso do governo estadual do PSDB.

O Sindicato dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo (SEPESP), filiado à CUT, e entidades da polícia civil e militar do Estado de São Paulo realizarão, no dia 11 de junho, (terça-feira da próxima semana) um Ato Público em defesa da Segurança Pública no Estado, a partir das 15h, no vão livre do MASP (Avenida Paulista). A manifestação conta com o apoio da CUT São Paulo. 

O ato tem o objetivo de denunciar que o aumento da criminalidade e a impunidade em São Paulo estão atrelados à falta de políticas públicas e ao descaso do governo estadual do PSDB. “As carreiras das polícias civil e militar estão há mais de 14 anos sucateadas pelo governo tucano e a população está sem segurança pública e clama por socorro”, frisa o presidente do SEPESP/CUT, João Xavier Fernandes.

Xavier conta que na ocasião será divulgada à população a Campanha “A Luta pela Cidadania do Trabalhador Policial” que denuncia as péssimas condições de trabalho do servidor policial e exige por parte do governo estadual melhorias emergenciais.

O vice-presidente da CUT/SP, Douglas Martins Izzo, apoia a luta da categoria policial e destaca “que é preciso valorizar estes trabalhadores que cuidam da segurança e do bem estar da população”.

O sindicalista disse que é fundamental que os demais sindicatos cutistas do funcionalismo público estadual também participem deste Ato em defesa da Segurança Pública.

 

Campanha
Com a finalidade de denunciar as péssimas condições de trabalho do servidor policial aos órgãos competentes e exigir melhorias, o SEPESP/CUT lança a Campanha “A Luta pela Cidadania do Trabalhador Policial”. (cartazes no link do flickr)


Segundo o Secretário Geral do Sindicato, Heber Souza dos Santos, a Campanha visa sensibilizar a população sobre a situação alarmante a qual está submetido o escrivão nas delegacias, buscará parcerias com entidades não governamentais que sejam engajadas nesta luta e mobilizará a categoria para que participe das discussões e atos organizados pelo Sindicato. “Temos realizado vistorias nas delegacias que constataram pressões por produção cartorária, tais como número de inquéritos relatados, tempo mínimo para elaboração de boletins de ocorrência, ausência de horários de descanso e folgas. Estes fatores só têm piorado as condições de trabalho do escrivão”, explica Heber.

A Campanha também denunciará a excessiva carga de responsabilidades do escrivão, que muitas vezes, extrapola as suas funções, além do déficit do quadro funcional. Outros pontos são as péssimas e insalubres instalações, a falta de equipamentos adequados para prevenção de esforços repetitivos e de políticas de qualidade no trabalho, que têm acarretado problemas físicos e psicológicos aos trabalhadores policiais.



Materiais e vistorias

Cartazes, banners e folhetos explicativos da Campanha estão sendo distribuídos nas unidades policiais da capital e do interior. O Sindicato também intensificará as inspeções sindicais, que cobrarão dos órgãos competentes providências emergenciais.



Principais reivindicações do SEPESP/CUT

•          Jornada de Trabalho de 40 horas semanais, sem redução no salários;
•          Jornada mínima de seis horas, com descanso de 15 minutos após uma hora de digitação;

•          Instalações e equipamentos adequados que previnam doenças causadas por lesões de esforços repetitivos (LER);

•          Pagamento de adicional para escrivães de polícia responsáveis pelo atendimento de mais uma unidade  policial;

•          Pagamento de adicional nas escalas de sobreaviso, nos moldes da CLT;

•          Aposentadoria especial com vencimentos integrais; 

•          Todas as reivindicações devem ser atendidas por meio de decreto e não por portarias.

 

por Viviane Barbosa - SEPESP-CUT — última modificação 11/06/2013 11:01

  Ato unificado

Governo de SP não respeita nem data-base da categoria, que deveria ser em março.

Trabalhadores do setor público de São Paulo, filiados à CUT/SP, que constituem o Fórum Estadual do Funcionalismo Público, realizam ato unificado no dia 19 de abril, a partir das 14h, no vão livre do Masp (Av. Paulista, 1578 – Metrô Trianon-Masp). O objetivo é cobrar medidas do governo estadual paulista, que já recebeu a pauta de reivindicação das categorias, mas não deu nenhuma resposta qualificada aos servidores.

Os trabalhadores (as) cobram Geraldo Alckmin para que o governador atenda em audiência os sindicatos cutistas que representam o funcionalismo público de São Paulo. Outra denúncia ressaltada pelos dirigentes sindicais é que o governo sequer respeitou a data-base do funcionalismo, que deveria ser em março.

Os sindicatos dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo (SindSaúde-SP), dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) e dos Trabalhadores do Centro Paula Souza (Sinteps), entre outros, ameaçam entrar em greve.

“Como o governo não negocia com o conjunto do funcionalismo público, só resta a greve como alternativa”, afirma Douglas Izzo, vice-presidente da CUT/SP.

Confira os principais itens cobrados pelos sindicatos:

 
- Estabelecer Negociação Coletiva no Serviço Público, pactuada com as entidades representativas;
- Exigir o cumprimento da data-base promulgada pela Assembleia Legislativa do Estado. Não reconhecemos o processo atual aplicado pelo governo do Estado como data-base, pois há desrespeito por parte do governador;


- Reposição de perdas salariais e reajuste real de salário. Segundo a Constituição Federal, todo trabalhador (a) deve receber a recomposição salarial, fato este que não é cumprido pelo governo do Estado em relação aos trabalhadores (as) públicos;


- Aumento do Ticket Alimentação para todos e fim do limitador para recebimento do mesmo;
- Fim da terceirização e contratações precárias; 


- Não à privatização do IAMSPE.


Ato Unificado do Funcionalismo Público de SP
19 de abril, a partir das 14h
Avenida Paulista nº 1578 (vão livre do Masp)

por Redação - CUT São Paulo — última modificação 15/04/2013 10:02

 

mulher 2A proporção de mulheres no mercado de trabalho, na situação de ocupadas ou desempregadas, aumentou entre 2011 e 2012 na região metropolitana de São Paulo, passando de 55,4% para 56,1%. Ainda assim, elas representavam, no ano passado, a maior parcela de desempregados (53,7%) e seu salário equivalia a 77% do dos homens, por hora.

É o que aponta o boletim Mulher e Trabalho, divulgado hoje (6) pelo Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). De acordo com os dados, a taxa de desemprego apenas entre as mulheres permaneceu estável entre 2011 e 2012, calculada em 12,5%. Já entre os homens houve um aumento de 8,6% para 9,4% no mesmo período.

“O declínio da taxa de desemprego feminina, na última década, foi resultado do crescimento econômico e do aumento do nível de ocupação, além de refletir as transformações nas relações familiares, em que o modelo de família baseado no chefe masculino provedor vem se alterando e criando novas dinâmicas nas relações dos membros da família com o mercado de trabalho”, aponta o estudo.

O rendimento médio das mulheres na região metropolitana de São Paulo foi em 2012 de R$ 1.363. O dos homens foi de R$ 1.990. Como a jornada média deles é de 43 horas semanais e delas de 39 horas, a pesquisa tomou por base a remuneração por hora, resultando em R$ 8,24 por hora para as mulheres e R$ 10,70 para os homens. Assim, o rendimento das mulheres equivalia, em 2012, a 77% do dos homens. 

A menor diferença de rendimento resta no comércio, principalmente na reparação de veículos automotores e motocicletas. Em seguida vem os serviços e por último a indústria. Nos serviços, a diferença de salários aumenta justamente nas ocupações que exigem ensino superior, em especial na administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde e serviços sociais.

mulher

A Secretaria Estadual da Mulher Trabalhadora da CUT São Paulo (SEMT-CUT/SP) realizará na próxima sexta (8), Dia Internacional da Mulher, o seminárioHistória de Luta por Igualdade na Vida, no Mundo do Trabalho, no Movimento Sindical e a Paridade na CUT, das 9h às 12h30, no auditório do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região (Rua São Bento, 413 - Edifício Martinelli -  centro paulistano).

O seminário discutirá a paridade e a participação feminina nos espaços de poder, direito ao trabalho decente com igualdade de oportunidades, enfrentamento à violência doméstica, além da autonomia econômica, social e política das mulheres, entre outros temas. As mesas contarão com a presença de dirigentes sindicais, acadêmicas, parlamentares, lideranças de movimentos sociais e feministas.

Ato público - Após o encerramento do seminário, a partir das 13h, as participantes seguem até a Praça da Sé, onde se concentrarão para o Ato Unificado do Dia Internacional da Mulher com caminhada até a Praça Ramos de Azevedo, que contará com a presença dos movimentos sociais e feministas, de sindicatos filiados à CUT/SP, entre outras entidades.

Inscrições: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Informações: (11) 2108-9169

Baixe e compartilhe o convite virtual clicando aqui.
Ou clique aqui para fazer o download do cartaz.

Serviço
Seminário Estadual da CUT São Paulo no Dia Intercional da Mulher
História de Luta por Igualdade na Vida, no Mundo do Trabalho, no Movimento Sindical e a Paridade na CUT
Dia:
 8 de março
Hora: 9h às 12h30
Local: Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região 
Rua São Bento, 413 - Edifício Martinelli -  centro de São Paulo
Inscrições: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Realização: Secretaria Estadual da Mulher Trabalhadora da CUT São Paulo

psico

Para celebrar os 50 anos da regulamentação da Psicologia no Brasil, o Senado recebeu no Auditório Petrônio Portella, nesta quinta-feira (23), psicólogos dos mais diferentes cantos do país. A senadora Marta Suplicy (PT-SP), que sugeriu a homenagem, aproveitou para pedir que todos acompanhem os debates na Casa sobre o novo Código Penal, para manter conquistas do anteprojeto, como o dispositivo que criminaliza a homofobia.

- Vamos ter que nos posicionar como psicólogos contra posições que, na nossa seara, já foram suficientemente debatidos – apelou Marta, também psicóloga e histórica militante contra a homofobia.

A senadora, que também coordenou os trabalhos, sublinhou que o Senado conta com parlamentares conservadores que são também atuantes e organizados. Assim, disse temer recuos em relação a questões em que os juristas que elaboraram a anteprojeto “não tiveram medo de se posicionar”.

Marta Suplicy listou também as regras sobre o aborto como um dos pontos que, caso alterados, a seu ver representariam um retrocesso. Pelo texto dos juristas, são incluídas novas hipóteses de aborto legal, como a da existência de laudo médico ou psicológico comprovando até a 12ª semana que a mulher não tem condições de levar a gravidez adiante.

A senadora manifestou ainda receio de ações para reduzir a idade da maioridade penal, atualmente 18 anos, para 16 anos.

 

Mesa

O presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP), Humberto Verona, integrou a mesa do evento, ao lado de sua antecessora no cargo, Ana Bock, que recebeu homenagens dos colegas, inclusive uma placa destacando suas contribuições à profissão. Juntos ainda estavam a presidente da Federação Nacional dos Psicólogos e tesoureira do SinPsi, Fernanda Magano, e o ex-ministro-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vanunuchi.

Quem também compôs a mesa foi o vice-presidente de negócios dos Correios, José Furian Filho. No ato, os Correios homenagearam os psicólogos lançando um selo e um carimbo alusivos às comemorações dos 50 anos da profissão. As peças filatélicas destacam a logomarca e o tema “Muito a comemorar, muito mais a fazer”.

 

Políticas públicas

Os pronunciamentos destacaram os caminhos percorridos desde a regulamentação da profissão, em 1962, no governo João Goulart. A começar por Marta Suplicy, todos salientaram que a Psicologia, que nasceu como demanda da “elite”, dentro de uma visão “individual”, hoje se destaca pelo compromisso social e a busca de práticas democráticas e cidadãs.

- Não havia no início um discurso que unificasse os psicólogos e agora, depois de cinquenta anos, estamos aqui de outro jeito, porque nos interessamos por nossa gente – destacou Ana Bock.

Humberto Verona salientou hoje estão integrados aos mecanismos das políticas públicas voltados à população geral. Como destacou, o país conta hoje com quase 220 mil psicólogos (cerca de 90% mulheres), sendo que 29.212 atuam no Sistema Único de Saúde (SUS) e 20.463 estão engajados no Sistema Únicos de Assistência Social (Suas).

Fernanda Magano, porta-voz de reivindicações da classe, falou das expectativas dos psicólogos em relação a duas propostas legislativas que tramitam no Congresso. Um deles é um projeto que fica em seis horas a jornada de trabalho do psicólogo com vínculo com o setor público ou privado, matéria já aprovada pelo Senado e agora em exame na Câmara dos Deputados.

O segundo é o projeto que regulamenta a profissão médica, o chamado Ato Médico, um texto que retornou ao Senado depois de passar pela Câmara. Assim como outras categorias do campo da saúde, os psicólogos ainda receiam que o chamado Ato Médico imponha limitações às suas prerrogativas profissionais.

- É necessário que todos tenham condições de trabalhar em equipes e que a regulamentação da Medicina respeite as demais profissões – afirmou.

 

Fonte: Agência Senado

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