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Justiça e Cidadania
Inauguração da Subsede Litoral PDF Imprimir E-mail
Qui, 19 de Março de 2015 21:42

convite  inauguração

Nesta sábado, 21/03, às 17hs, a direção do SITRAEMFA fará a inauguração de mais uma subsede, agora os trabalhadores da baixada santista  é que serão contemplados.

E lá a sua presença será o ponto principal, participe! (Av. Presidente Kennedy, 6.230, sala 201 - Vila Tupi/ Praia Grande).

 
O que é assédio moral? PDF Imprimir E-mail
Ter, 17 de Março de 2015 00:45

Assedio moral no trabalho

Assédio moral ou violência moral no trabalho não é um fenômeno novo. Pode-se dizer que ele é tão antigo quanto o trabalho.

A novidade reside na intensificação, gravidade, amplitude e banalização do fenômeno e na abordagem que tenta estabelecer o nexo-causal com a organização do trabalho e tratá-lo como não inerente ao trabalho. A reflexão e o debate sobre o tema são recentes no Brasil, tendo ganhado força após a divulgação da pesquisa brasileira realizada por Dra. Margarida Barreto. Tema da sua dissertação de Mestrado em Psicologia Social foi defendida em 22 de maio de 2000 na PUC/ SP, sob o título "Uma jornada de humilhações".

Atualmente existem mais de 80 projetos de lei em diferentes municípios do país. Vários projetos já foram aprovados e, entre eles, destacamos: São Paulo, Natal, Guarulhos, Iracemápolis, Bauru, Jaboticabal, Cascavel, Sidrolândia, Reserva do Iguaçu, Guararema, Campinas, entre outros. No âmbito estadual, o Rio de Janeiro, que, desde maio de 2002, condena esta prática. Existem projetos em tramitação nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraná, Bahia, entre outros. No âmbito federal, há propostas de alteração do Código Penal e outros projetos de lei.

O que é humilhação?

Conceito: É um sentimento de ser ofendido/a, menosprezado/a, rebaixado/a, inferiorizado/a, submetido/a, vexado/a, constrangido/a e ultrajado/a pelo outro/a. É sentir-se um ninguém, sem valor, inútil. Magoado/a, revoltado/a, perturbado/a, mortificado/a, traído/a, envergonhado/a, indignado/a e com raiva. A humilhação causa dor, tristeza e sofrimento.

E o que é assédio moral no trabalho?

É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras,repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização,forçando-o a desistir do emprego.

Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, freqüentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o ’pacto da tolerância e do silêncio’ no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, ’perdendo’ sua auto-estima.

Em resumo: um ato isolado de humilhação não é assédio moral. Este, pressupõe:

repetição sistemática

intencionalidade (forçar o outro a abrir mão do emprego)

direcionalidade (uma pessoa do grupo é escolhida como bode expiatório)

temporalidade (durante a jornada, por dias e meses)

degradação deliberada das condições de trabalho

Entretanto, quer seja um ato ou a repetição deste ato, devemos combater firmemente por constituir uma violência psicológica, causando danos à saúde física e mental, não somente daquele que é excluído, mas de todo o coletivo que testemunha esses atos.

O desabrochar do individualismo reafirma o perfil do ’novo’ trabalhador: ’autônomo, flexível’, capaz, competitivo, criativo, agressivo, qualificado e empregável. Estas habilidades o qualificam para a demanda do mercado que procura a excelência e saúde perfeita. Estar ’apto’ significa responsabilizar os trabalhadores pela formação/qualificação e culpabilizá-los pelo desemprego, aumento da pobreza urbana e miséria, desfocando a realidade e impondo aos trabalhadores um sofrimento perverso.

A humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do trabalhador e trabalhadora de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental*, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.

A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) com diversos paises desenvolvidos. A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do ’mal estar na globalização", onde predominará depressões, angustias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas as políticas neoliberais.

 

Fonte: BARRETO, M. Uma jornada de humilhações. São Paulo: Fapesp; PUC, 2000.

 
Trabalhadores da Fundação CASA deliberam pelo estado de greve PDF Imprimir E-mail
Sáb, 14 de Março de 2015 15:09

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Assembleia Geral dos trabalhadores da Fundação CASA de Campanha Salarial, realizada na sede do Sindicato dos Químicos iniciou os trabalhos com a explanação da direção do Sitraemfa e comissão de trabalhadores, que estiveram reunidos com a Fundação CASA.

Sem nenhuma proposta, na reunião a Fundação falou sobre o Plano Político Pedagógico, Plano de Cargos e Salários, Plano de Saúde, das dificuldades que o governo vem passando com a crise financeira e que o orçamento ainda não foi votado. Ressaltando o decreto do governador que não deverá ter aumento no custeio.

A direção do Sitraemfa questionou a intenção de aumento para o plano de saúde, já que não atende toda categoria e ainda querem dar aumento?

Quanto ao Plano de Cargos e Salários a comissão e direção reinterou a necessidade da implantação e discussão de um plano que contemple a todos.

Ações dos trabalhadores

Diante do descaso os trabalhadores, em assembleia deliberaram pelo estado de greve na categoria a partir de hoje, 14/03; no dia 28/03 reunião com comando de greve na sede do SITRAEMFA; Ato Público para o dia 09/04, quinta-feira, às 14hs, em frente à Assembleia Legislativa de São Paulo; e no dia 25/04 assembleia geral da categoria, com indicativo de greve, às 9h30, primeira chamada e as 10hs segunda chamada.  

 
Assembleia Geral dos Trabalhadores da Fundação CASA PDF Imprimir E-mail
Qui, 05 de Março de 2015 22:45

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Aumento Salarial

dado pelo Governador

0,00%

Após uma eleição cheia de mentiras e ações factóides, o Governado sai vitorioso. Uma vitória que não nos traz benefícios, a começar pela falta de água. 
Outra medida que nos prejudica foi a assinatura do Decreto 61.132/15, 25/02/2015, que determina no seu Artigo 2º – No exercício de 2015, fica suspensa a possibilidade de ajuste de percentual, valor, índice ou quantidade, que altere o valor de vantagens pecuniárias de qualquer natureza e resulte em aumento de despesas com pessoal e encargos sociais, ou seja, segundo esse decreto teremos 0,00% de aumento. 
O engraçado que ele e seus secretários já receberam seus reajustes. 
O SITRAEMFA, por seus diretores vem participando com outros sindicatos, (APEOSP, AFUSE, SINDSAUDE, entre outros) de fóruns específicos que tratam da questão do funcionário público, com data base em Março, que resultou no 1º Encontro Estadual dos Servidores, para juntos lançarem a Campanha Salarial Unificada de 2015. 
E neste mês de março esse Fórum realizará muitas atividades conjuntas no intuito de agregarem e mostrarem à sociedade o desrespeito que esse governador trata seus servidores.
 
VENHA PARA ASSEMBLEIA PARA UNIRMOS A NOSSA FORÇA!
 
ASSEMBLEIA GERAL DOS TRABALHADORES 
DA FUNDAÇÃO CASA
DIA 14/03/2015, sábado
às 8h30, primeira chamada e às 9hs, segunda chamada
PAUTA: ANDAMENTO DA CAMPANHA SALARIAL
LOCAL: SINDICATO DOS QUÍMICOS
Rua: Tamandaré, 348 - Liberdade
 
Direção do SITRAEMFA explana sobre OLT para os DSB PDF Imprimir E-mail
Sáb, 28 de Fevereiro de 2015 16:52

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No período da tarde, os Delegados Sindicais de Base - DSB iniciaram os trabalhos sob o tema “Organização no Local de Trabalho”, com o Diretor Sindical Francisco, que explanou sobre o papel do DSB, que é representar o sindicato consolidando as diretrizes com o Diretor do Sitraemfa; são emissários do sindicato, difundindo as informações, registram os problemas dos Centros, entre outros.

No entanto, os DSB abriram um questionamento muito importante e que aflige o dia a dia de todos, que é o assédio moral no local de trabalho, que prejudica o andamento e a qualidade no ambiente de trabalho e dos trabalhadores 

O tema seguinte foi aberto pelo Diretor Sindical, Edson Brito, pelo Departamento Jurídico, que deu orientações jurídicas aos DSB. Um dos assuntos pautados foi sobre as clausulas que estão em suspenso pelo TST, a famosa judicialização dos direitos trabalhista.

Para o Local de Trabalho, Brito pede atenção nos direcionamentos dentro dos Centros, que muitas vezes, para “inibir” o gestor pode tentar colocar o DSB, como conciliador de situações, que são obrigações dos Centros.

Brito ainda falou sobre o PCS, que está barrado no limite do orçamento governamental.

CAMPANHA SALARIAL UNIFICADA

E para os DSB a direção convidou a todos, incluindo os trabalhadores da base para participarem da Campanha Salarial Unificada, que terá inicio no dia 07/03, das 9h às 13h, na Apeoesp - Praça da República nº 282, ao lado Metrô República. Pois o governador Geraldo Alckmin, após dar seu próprio aumento salarial, assinou um decreto que proíbe aumento para todos os servidores do estado no ano de 2015.

 


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