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SITRAEMFA e Comissão de trabalhadores se reúnem com o secretario do planejamento Marcos Antônio Monteiro PDF Imprimir E-mail
Sex, 24 de Abril de 2015 21:41

planejamento

Neste dia, 24 de abril, a direção do Sitraemfa e a Comissão de Trabalhadores  sentou com o secretario de planejamento do Governo do Estado e discutiram o desdobramento da nossa campanha salarial.

 O presidente do SITRAEMFA, Aldo Damião abriu a reunião colocando quais seriam as principais reivindicações da categoria. Dentre elas foram discutidas questões que envolvem clausulas econômicas e cláusulas sociais tais como:

  • Índice de negociação salarial, vale refeição, vale alimentação, escala de trabalho, convenio médico, bonificação por resultado entre outros, etc..

O secretario iniciou sua fala noticiando que a “arrecadação do Estado de São Paulo não para de cair”, que de acordo com o decreto do governador a secretária está neste momento sofrendo um arrocho, frente ao orçamento do Estado.

Foi esclarecido ao secretario que a categoria se encontra em Estado de GREVE, momento este delicado para estes servidores uma vez que encontra-se indefinidas uma série de questões de ordem política e econômica dentro da Fundação CASA.

Na esfera política foi discutido a questão das portarias assediadoras implementadas pela Fundação CASA, tais como 261/14 que obriga a apresentar o CID da doença de seus familiares, aquelas que excluem os servidores da avaliação de competência por terem sofrido sanção em algum processo administrativo, o conceito funcional e o atraso no pagamento da bonificação para servidores  que em algum momento apresentaram declaração de acompanhamento no ano de 2014 e outros.

O secretário ressaltou que “não desmerece a categoria” e que respeita suas decisões, e que não tem orçamento deste ano e que como representante do governo pede tempo a todas as categorias, além de estar conversando na sexta-feira, tais como APEOESP, SINFUSFESP, dentre eles.

O sindicato avalia que o secretário se responsabilizou pela negociação das questões que envolvem o orçamento da Fundação CASA, até porque se apresentou sem assessoria e sem a própria Fundação CASA.

Finalizou aos debates com a apresentação das principais clausulas genéricas que não envolvem setores que beneficiam a categoria em um todo.

 
GT prepara mesa de debates - "O Trabalho Psicossocial da Fundação CASA e suas Contradições" PDF Imprimir E-mail
Seg, 20 de Abril de 2015 10:22

desem 20 04

Notícias do GT Psicossocial/SITRAEMFA

Em continuidade aos encaminhamentos do GT Psicossocial/ISTRAEMFA, no dia 16 de abril, os dirigentes sindicais: Aline Louise Salvador, secretaria de políticas sindicais; Edson Brito, secretario jurídico e Maria Helena Machado, secretaria de políticas sindicais estiveram em reunião no Gabinete do Desembargador do Estado de São Paulo, Eduardo Gouvêa.

O encontro foi para trocar ideias a respeito do trabalho de Assistentes Sociais e Psicólogas que trabalham na Fundação CASA. É incontestável a experiência do Desembargado Gouvêa nas Varas Especiais da Infância e Juventude, com sua vocação de 30 anos ao Direito e a Justiça, e ao longo de dez anos Gouvêa fez um trabalho intenso direcionado ao tratamento dado a adolescente em conflito com a Lei.

Foi ele que realizou o trabalho de desmembrar a Vara da Infância e Juventude de Osasco. “Na época, eu entendia que a área de menores era uma área muito sensível, importante e que precisava ter um juiz exclusivo para ela” (webdiário) .A partir do enfrentamento do Desembargado, Osasco passou  a ser a primeira Comarca, além de São Paulo e Santos, com uma Vara especializada à Infância e Juventude e esse desmembramento coincidiu com a promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)”, recorda o Desembargador.

        Em conversa com os dirigentes sindicais o Desembargador  Eduardo Gouvêa recorda esse trabalho realizado nas Varas Especiais da Cidade de São Paulo, na área do direito, contribuindo muito à conversa deste encontro, tem vasta experiência com adolescentes autores de atos infracionais, demonstrando total autoridade no assunto, no entanto, apesar de todo o seu conhecimento de magistrado e catedrático, deu escuta a esses dirigentes sindicais, com muito reconhecimento, respeito, sensibilidade e carisma, o Dr. Gouvêa reconhece o difícil trabalho de assistentes sociais e psicólogas que trabalham na ponta do serviço, isto é, nos centros de atendimento socioeducativo (CASAs) do Estado de SP.

O encontro teve como objetivo central convidar o Desembargador através do SITRAEMFA e do GT Psicossocial para o evento: Mesa de Debates: “O Trabalho Psicossocial da Fundação CASA e suas Contradições”, Gouvêa prontamente aceitou o convite.

Os dirigentes sindicais responsáveis pela realização e organização do evento já estão encaminhando os convites as demais áreas ligadas ao tema, como: CRP, CRESS, SinPsi, AASPTJ Nacional, Coordenação da Socioeducação da Presidência da República, Ministério Público do DEIJ, Dr. Ariel de Castro Alves e a Dra. Berenice Maria Giannella, Presidente da Fundação CASA, à participação do encontro.

O SITRAEMFA, através da dirigente sindical Maria Helena, alerta as equipes psicossociais de São Paulo, Interiorzão, Litoral, Grande ABCD e Mauá: “Esse evento só terá o alcance dos objetivos propostos pelo GT, se tiver participação de todos (as) os profissionais psicólogos e assistentes sociais da FC”.

 

Equipes Psicossociais organizem-se nos locais de trabalho!!

Contatos:

Maria Helena Machado; 20901850 e 947360899 – SITRAEMFA;

Aline Louise Salvador, 20901850 – SITRAEMFA;

Edson Brito; 20901850 - SITRAEMFA.

Evento: Mesa de Debates: “O Trabalho Psicossocial da Fundação CASA e suas Contradições”

Data: 13/06/2014 (sábado);

Horário: 10:00 às 14:00 hs;

Endereço: CRP Conselho Regional de Psicologia 6ª Região Rua: Arruda Alvim, 89 - São Paulo/SP, próximo ao metrô clinicas.

 

Obs: O GTs do SITRAEMFA tem pautas específicas, contudo são abertos a todos os trabalhadores (as) da Fundação CASA que se interessem pelos temas.

 

 
2° Encontro do GT Psicossocial/SITRAEMFA PDF Imprimir E-mail
Seg, 13 de Abril de 2015 18:39

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No dia 11 de abril de 2015, aconteceu o 2° encontro do GT Psicossocial (Grupo de Trabalho), estiveram presentes à reunião:o conselheiro Gustavo de Lima Bernardes Sales, representante do Conselho Regional de Psicologia - CRP/SP,as conselheirasAparecida Mineiro do Nascimento Santos e Patrícia da Silva Paulinorepresentantes doConselho Regional de Serviço Social - CRESS/SP, e a funcionária do CRESS, Neide; à mesa foi completada com a presença da psicólogae delegada sindical do UAISAS Vila Maria - Ângela Aparecida dos Santos, junto ao Presidente do SITRAEMFA, Aldo Antônio Damião; o secretario jurídico Edson Brito; a secretaria de políticas sindicais, Maria Helena Machado; o vice secretario geral, Luiz Eduardo Amaral; os dirigentes regionaisGeraldo de Oliveira Marques eFrancisco Luiz Dias dos Santos.

Os trabalhos foram abertos lembrando a assistente social Marinalva Tozzi, falecida em dezembro de 2014, e o psicólogo Odilson Santana, falecido em fevereiro deste ano; militantes dos setores psicossociais da Fundação CASA, participantes ativos da conquista das 30 horas da psicologia e enfermagem da instituição.

O Presidente Aldo Damião comunica as técnicas presentes, que o sindicato está aberto a todos (as) os trabalhadores (as) de todos os setores da Fundação CASA, e compreende as especificidades de cada profissão, disponibilizando o aparato sindical para todos os enfrentamentos da categoria.

As Psicólogas e Assistentes sociais relataram as principais queixas da categoria, como:

  1. Assédio moral;
  2. Perda da possibilidade do setting terapêutico e analise e estudo de caso, visto; o engessamento do trabalho; reforçado pela coação da instituição no controle das atividades psicossociais;
  3. Atendimentos psicológicos e sociais em salas de revista, refeitórios e outros lugares insalubres, colocando em risco ambiental tanto os profissionais como adolescentes e suas famílias;
  4. Superlotação dos centros e falta de recursos humanos;
  5. Falta de retorno do CRP e CRESS sobre as denúncias contra o aviltamento da instituição com relação ao trabalho psicológico de assistentes sociais.

O conselheiro do CRP, Gustavo; abre sua fala em apoio do conselho ao aviltamento do trabalho da psicologia na Fundação CASA, porém ressalta o objetivo principal do CRP, que é de orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de psicólogo. Gustavo faz orientações importantes ao psicólogo em exercício na fundação casa, como manter o conteúdo de suas pastas datado em dia, com assinatura e carimbo profissional, que relatórios técnicos devem conter conteúdos dentro das práticas psicológicas, e cuidados quanto a não criminalização ao atendido.

Se a pasta psicológica for solicitada pelo Juíz competente, devem ser apresentadas, e caso os juízes questionem o trabalho psicológico, este deve ser respondido comembasamento dentro dos princípios da profissão, para isso; a consulta ao código de ética e as resoluções do CRP são de importante leitura e conhecimento, bem como o acesso ao CREPOP/CRP sobre as orientações do caderno de Referências Técnicas para a atuação de psicólogos no âmbito das Medidas Socioeducativas em Unidades de Internação.

 

O Conselheiro Gustavo informa na reunião que há um pedido do Ministério Público, para que CRESS e CRP fiscalizem a instituição. O conselho de psicologia assim como de serviço social, estão dialogando com o MP sobre o recorte a ser dado à esta fiscalização.

Gustavo ressalta que levará as queixas da psicologia da Fundação CASA para o “Núcleo do Mundo do Trabalho do CRP”. O sindicato preza mais essa possibilidade, a fim de mais uma articulação á defesa da profissão e do profissional.

Conclui o conselheiro a importância dos psicólogos da Fundação Casa participarem nas “Rodas de Conversa” do CRP na Cidade de São Paulo enas subsedes do interior. Avalia anecessidade de se fazer um esforço em todo o Estado de São Paulo da participação, enfrentamento e proteção a profissão, assim, será possível o CRP tentar abrir um canal de diálogo com a gestão da Fundação CASA. Desta forma, contribuindo com o sindicato na defesa das condições de trabalho dos psicólogos, nas medidas de semiliberdade e internação. Além das “Rodas de Conversa CRP/Fundação CASA”, Gustavo convida os psicólogos e psicólogasà participarem do Seminário Criança e Adolescência a ser realizado em 16,17 e 18 de julho deste ano.

A funcionária Neide do CRESS, explana aos presentes no encontro as funções do conselho enquanto órgão de fiscalização e defesa da profissão:

Compete ao CRESS SP:
» Orientar, disciplinar, fiscalizar e defender o exercício da profissão de Serviço Social.
» Zelar pelo livre exercício, dignidade e autonomia da profissão.
» Organizar e manter o registro profissional dos Assistentes Sociais e das pessoas jurídicas que prestam serviços de consultoria.
» Zelar pelo cumprimento e observância do Código de Ética Profissional.

Neide ressalta que qualquer queixa das assistentes sociais devem ser encaminhadas ao CRESS, pessoalmente ou através de sua comunicação via online, e que principalmente para efetiva intervenção do conselho, as queixas e denúncias não devem ser anônimas.

Avaliamos que os conselhos são órgãos não só de fiscalização e proteção da profissão, e sabemos que terá cuidados especiais com cada requerente e com cada queixa ou denúncia encaminhada ao orgão.

As conselheiras do CRESS Aparecida Mineiro do Nascimento Santos e Patrícia da Silva Paulino informam que caso as assistentes sociais não se sintam contempladas pelo atendimento do CRESS, que entrem em contato direto com os diretores (as) do conselho.

As conselheiras sensibilizaram - se com as condições de aviltamento das trabalhadoras (es) assistentes sociais da Fundação CASA, se disponibilizando para o enfrentamento junto ao CRP e ao SITRAEMFA, contra a precarização do trabalho na instituição. Relata Patricia, que todas essas dificuldades passam pelo recorte daquestão da discussão em pauta pela sociedade: Redução da Idade Penal.

O SITRAEMFA, diante da explanação da conselheira Patricia, avalia que exista um “chamamento” à sociedade para o desmonte e depreciação do trabalho relacionado à socioeducação. Parece que de forma subjetiva no tema redução da idade penal, exista um apelo para provar que o trabalho na Fundação CASA não é executado, a contento da demanda.

O SITRAEMFA ressalta que o trabalho realizado nos centros de ressocialização, vem de encontro à reeducação de adolescentes em conflito com a lei, os trabalhadores (as) não podem ser penalizados por um problema que é de responsabilidade do Governo do Estado de SP.

Neste tema, é informado pelo Ministério Público, que na Fundação CASA existem 300 cargos comissionados, que não fazem parte do quadro de carreira (não são os cargos de carreira como exemplo: coordenadores de equipe, encarregadosde área técnica – administrativos, coordenadores pedagógicos, diretores de “casas”, entre outros), falam de cargos que o Governo injeta na instituição, e ficamos sem saber pra que servem, no entanto sabemos que detém altos salários, e como sugestão do sindicato que esses salários de tais “comissionados” sejam repassados para os trabalhadores (as) de carreira.

Acentuam as conselheiras neste encontro, que o CRESS está politicamente engajado em todos os enfrentamentos da sociedade, em função de sua história de lutas, junto a todos os trabalhadores (as) do serviço social.

As conselheiras Patricia e Aparecida concluem sua explanação convidando as assistentes sociais da Fundação CASA a participarem do NúcleoSociojurídico a realizar-se toda 4° terça feira do mês, no mês de abril será no dia 28/04 às 19:00 hs, na sede do CRESS/SP.

 

 

 

 

O secretario jurídico Edson Brito relatou a psicólogas e assistentes sociais, que um dos empecilhos de se provar o assédio moral provocado pela instituição, está na dificuldade do trabalhador (a) elaborar documentos relatando os fatos. Sugere aos trabalhadores sempre fazerem um contato a advogados de sua confiança, ou as associadas do SITRAEMFA, que consultem o setor jurídico para a elaboração de documentos, que através da técnica dos advogados, terão maiores chances de comprovar o assédio moral.

O sindicato está empenhado em fazer articulações políticas com órgãos do Governo, como reuniões com ministros do federal e com o Coordenador da Socioeducação da Presidência da República Cláudio Augusto Vieira da Silva. O presidente do sindicato Aldo Damião e o dirigente Edson Brito, estão à frente destas articulações, com objetivo principal de informar as autoridades e órgãos legais a precarização do trabalho na instituição, fazendo um recorte entre o olhar do trabalhador e o dito pelo patrão, visando ainterlocução sobre a realidade dos trabalhadores (as).Desta forma equilibrando a relação“PatrãoxEmpregado”.

Como fruto dessa reunião, encaminhamos:

  1. 1.Matéria sobre a memoria da conquista das 30 horas da psicologia na Fundação CASA;
  2. 2.Mesa de debates com o CRESS, CRP, SITRAEMFA e Juíza Corregedora do DEIJ.

Obs: Durante o encontro foi ressaltado o nobre dirigente sindical,Geraldo de Oliveira Marques; recentemente homenageado pela “Comissão da Verdade”, na sua atuação como sindicalista, em meio a opressão da Ditadura Militar.

O GTs do SITRAEMFA tem pautas específicas de seus setores, contudo são abertos a todos os trabalhadores (as) da Fundação CASA que se interessem pelos temas. Agradecemos à participação em nossa reunião do Agente de Apoio Socioeducativo e Delegado Sindical Ricardo Marciano.

 
2º Encontro do Grupo de Trabalho Psicossocial PDF Imprimir E-mail
Ter, 07 de Abril de 2015 13:21

psicossocial 07 04

No dia 11/04/2015, sábado, das 9 às 13hs, na sede do SITRAEMFA (av. Celso Garcia 4031 - Tatuapé), acontece mais uma reunião do Grupo de Trabalho Psicossocial.

A pauta que deverá ser discutida será o Aviltamento do Trabalho de Psicólogos e Assistentes Sociais.

Na ocaisão os trabalhadores contarão com a presença dos representantes do CRP e CRESS. 

 
ATO PÚBLICO em frente a Assembleia Legislativa PDF Imprimir E-mail
Qua, 01 de Abril de 2015 15:42

ATO 09 04

ATO PÚBLICO

Dia 09/04/2015, quinta-feira, às 14hs

Local: em frente à Assembléia Legislativa de São Paulo

Essa mobilização é muito importante

para o rumo da categoria, compareça!

 

CATEGORIA EM ASSEMBLEIA

DELIBERA PELO ESTADO DE GREVE

Em assembléia do dia 14/03/2015, os trabalhadores deflagraram o estado de greve, entendendo que como o governador Geraldo Alckmin não negociou e nem quer negociar, precisamos nos organizar para a greve.

 

O QUE É ESTADO DE GREVE?

È uma forma de manifestar ao patrão que a qualquer momento iremos fazer uma paralisação. O estado de greve é diferente da greve propriamente dita. O estado de greve é uma situação aprovada pelos trabalhadores alertando aos governantes que se não houver negociação faremos uma paralisação geral na Fundação CASA.

Quando uma categoria decide entrar em estado de greve, significa que ela vai iniciar os preparativos para deflagrar uma greve. Comissões deverão ser formadas, e na ultima assembléia foi tirado um comando de greve formado pelos delegados sindicais, comissão de negociação e diretoria do SITRAEMFA, esse grupo tem a finalidade de conscientizar os trabalhadores sobre a necessidade de todos aderirem à mobilização, isso porque quem faz greve são os trabalhadores, não adianta o sindicato deflagrar uma greve se a maioria efetivamente não quiser paralisar as atividades.

Vamos organizar nossos locais de trabalho, para que possamos fazer a maior paralisação que já fora vista na Fundação CASA.

A direção do SITRAEMFA junto com o comando de greve estarão indo nos Centros explicar sobre o estado de greve e uma possível greve.

 


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Expediente

Aldo Damião Antonio - presidente
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