Home | Sindical
Sindical
Site do Plebiscito Nacional sobre o Fim do Imposto Sindical já está no ar! Trabalhadores/as agora também podem votar pela internet. PDF Imprimir E-mail
Qua, 11 de Abril de 2012 18:57

 Imposto_SindicalO site do Plebiscito Nacional sobre o Fim do Imposto Sindical já está no ar! A partir desta segunda, 9 de abril, os trabalhadores e as trabalhadoras que quiserem votar agora também podem fazê-lo pela internet, através do site do plebiscito: http://diganaoaoimposto.cut.org.br/

Solicitamos a todas as entidades CUTistas que insiram em seus sites o banner eletrônico da campanha (anexo) que, ao ser clicado, deverá direcionar para o site da campanha (http://diganaoaoimposto.cut.org.br/). Desta forma, o internauta que estiver navegando na página de sua entidade poderá ter acesso ao site do plebiscito e poderá votar pela internet.

Reiteramos que além da votação pelo site o Plebiscito continua por todo o país, com urnas distribuídas pela CUT em todos os estados.

O Plebiscito Nacional sobre o Fim do Imposto Sindical vai até o dia 30 de abril.

 

Vamos mobilizar toda a sociedade para que todos/as possam dizer NÃO ao Imposto Sindical!

 

Obs.: Para dúvidas ou informações de como inserir as peças eletrônicas nos sites, entre em contato com Secom-CUT Nacional: (11) 2108.9198.

 
CUT intensifica luta contra projeto de terceirização dos empresários PDF Imprimir E-mail
Ter, 18 de Outubro de 2011 15:23

precarizao

Projeto que aprofunda precarização foi aceito por outras 4 centrais

 

A CUT é contra a proposta de terceirização assinada pelo empresário e deputado Sandro Mabel (PR-GO), e que, segundo o próprio parlamentar, teria recebido apoio das outras quatro centrais sindicais.

 

A CUT defende a proposta de regulamentação da terceirização que ajudou a elaborar e é assinada pelo deputado Vicentinho (PT-SP).

 

Segundo o deputado e empresário Sandro Mabel, que preside a Comissão Especial criada para debater e elaborar estudos sobre os projetos de terceirização que tramitam na Câmara, já existe um acordo firmado entre parte das centrais sindicais e partidos políticos para votação do Projeto de Lei número 4330 no âmbito dessa Comissão Especial e da Comissão de Constituição e Justiça. A afirmação foi feita durante a audiência pública realizada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, no último dia 5.

 

Pela proposta do deputado, fica permitida a terceirização nas atividades-fim e também nas atividades-meio no setor público e no privado, tanto rural quanto urbano. Mais que isso: a responsabilidade solidária foi retirada do texto. Além disso, os deputados estabeleceram o enquadramento sindical da respectiva categoria prestadora de serviços, não considerando a natureza da atividade exercida, rebaixando os parâmetros da contratação do trabalho no Brasil e a organização sindical.

 

Os delegados e delegadas que participaram da 13ª Plenária Nacional da CUT, realizada entre os dias 3 e 7, em Guarulhos (SP), se posicionam veementemente contrários a proposta do deputado Sandro Mabel. Para os dirigentes CUTistas, trata-se, na verdade, de uma reforma trabalhista às avessas. A CUT reafirma seu comprometimento com as premissas do PL 1621/2007, apresentado pelo deputado Vicentinho e também com a proposta bipartite construída pelas centrais sindicais e o Ministério do Trabalho e Emprego, encaminhado em 2009 à Casa Civil.

 

Os dirigentes e a militância CUTistas vão intensificar a mobilização de toda a base da central no combate à terceirização e suas conseqüências para os trabalhadores e ampliar a articulação com outros setores da sociedade para impedir a aprovação de quaisquer projetos que visem institucionalizar a precarização do trabalho no Brasil.

 

 

 
Bancários entram em greve PDF Imprimir E-mail
Ter, 27 de Setembro de 2011 18:19

Novo índice apresentado pela Fenaban ainda é insuficiente e assembleia organiza greve

 

 

bancarios

Sindicato dos Bancários de SP. Osasco e região

proposta rejeitada (Foto: Mauricio Morais)

 

São Paulo - Índice de 8% foi a proposta apresentada pela federação dos bancos na reunião dessa sexta-feira 23. O Comando Nacional dos Bancários rejeitou o percentual, considerado insuficiente, além de a proposta não trazer aumento maior para a PLR, nem a valorização do piso. Os negociadores da Fenaban também não trouxeram qualquer resposta para as reivindicações de emprego e melhores condições de trabalho.

 

Os 8% representam aumento real de 0,56% – diferença de apenas 0,19 ponto percentual em relação à proposta anterior, de 7,8%. O Comando informou à Fenaban que as assembleias que serão realizadas na segunda-feira 26 em todo o Brasil vão organizar a greve por tempo indeterminado a partir do dia 27. Não foi marcada nenhuma nova rodada de negociação.

 

“Além de apresentarem proposta insuficiente para o índice, não trouxeram nada para a valorização do piso, para melhorar a PLR e as condições de trabalho, principalmente no que se refere ao fim das metas abusivas e empregos, questões fundamentais para os bancários”, afirma a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira.

 

“Contamos com todos os bancários na assembleia de segunda-feira, na Quadra, para organizarmos a paralisação ainda mais forte que a do ano passado. Ficou claro que só assim os banqueiros vão entender a insatisfação da categoria. Os trabalhadores sabem que somente muita mobilização pode mudar esse quadro”, completa a presidenta.

 

Federais - A negociação com a direção da Caixa também marcada para esta sexta 23 sobre a pauta específica para a renovação do acordo aditivo foi cancelada. O Banco do Brasil não agendou nova rodada.

 

Fonte: CUT/SP

 

 

 

 
CUT/SP realizará 13ª Plenária Estatutária PDF Imprimir E-mail
Seg, 22 de Agosto de 2011 17:43
13_plenaria_estadual_da_cut

Preocupada com a organização dos trabalhadores e a forma de financiamento sindical, a central traz como tema “liberdade e autonomia por uma nova estrutura sindical”.

Questões como sindicatos de base e organização no local de trabalho, eleições sindicais, sindicalização, negociação e contratação coletiva, o financiamento dos sindicatos e democracia serão abordados na 13º plenária estatutária da Central Única dos Trabalhadores do Estado de São Paulo que será realizada nos dias 24, 25 e 26 de agosto, na cidade de Guarulhos – região metropolitana de São Paulo.

Os trabalhos da atividade serão desenvolvidos no “Centro Cultural Adamastor” e contará com um publico de aproximadamente 400 pessoas, entre delegados e observadores.

O Secretário Geral da CUT/SP, Sebastião Cardozo, adianta que entre outros pontos a plenária irá resgatar o conceito do que é ser de fato um sindicato cutista. “Vamos debater diversos temas importantes, como conjuntura nacional e estadual, plano de lutas e estatuto, com destaque para o resgate da concepção cutista para compor uma nova cultura de política sindical e reforçar a necessidade de termos cada vez mais sindicatos organizados pela base”, enfatiza Tião.

O Presidente da CUT/SP, Adi dos Santos Lima, destaca a necessidade de aprofundar o debate sobre o fim do imposto sindical. “Temos que romper com essa arcaica estrutura de financiamento sindical que impede a prática de um legítimo sindicalismo no país e dá margem a criação de entidades sindicais sem representatividade”.

Homenagem

A CUT/SP batizou a sua 13º plenária de Flávio de Souza Gomes como forma de homenagear o ex-dirigente sindical cutista.

Flávio foi um dos fundadores do Sindsaúde (Sindicato que representa os Trabalhadores (as) da saúde no Estado de São Paulo). Na CUT/SP, foi Secretário de Organização e Política Sindical, e em 2009, eleito Secretário de Relações do Trabalho, atividade que não pode exercer devido ao seu falecimento em maio do mesmo ano.

O vice presidente da CUT/SP, Carlos Ramiro, lembra do amigo e militante aguerrido. Para Carlão, Flávio de Souza era sinônimo de trabalho e lealdade. “Como dirigente ele era muito solidário, não se preocupava só com sua categoria, mas em defender os trabalhadores dos mais diversos ramos, na cidade ou no campo. Também não posso deixar de destacar a sua capacidade de liderança e organização, fatores que os coloca entre os grandes dirigentes sindicais cutista”. Enfatiza Carlos Ramiro.

Em sua plenária estatutária a CUT Nacional também vai homenagear outro combativo dirigente sindical, Waldemar Pires, ex-presidente da Confederação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e da Madeira, falecido em abril de 2010.

 

CENTRO CULTURAL ADAMASTOR

AVENIDA MONTEIRO LOBATO, 734 - MACEDO - GUARULHOS/SP

CREDENCIAMENTO DE IMPRENSA

ALEXANDRE GAMÓN - EMAIL. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. / TEL. 2108-9162

 

 

 
6 de Julho dia Nacional de Mobilização PDF Imprimir E-mail
Qui, 23 de Junho de 2011 00:56
6_d_julho

A CUT é diferente das outras centrais...


6 de Julho dia Nacional de Mobilização

 

Em maio, quando a Central Única dos Trabalhadores (CUT) decidiu realizar no próximo 6 de julho um Dia Nacional de Mobilização em defesa da classe trabalhadora, sua Executiva Nacional deliberou que era necessário procurar entidades com histórico de luta, mobilização, representatividade e, especialmente, com bandeiras de luta em sintonia com a Plataforma que a CUT formula e pratica desde a sua criação. O objetivo era e continua sendo claro: priorizar a unificação em torno de uma pauta comum entre as entidades dos movimentos sociais com essas características.

 

Por isso, a CUT procurou o MST, a CMP (Central de Movimentos Populares), a Marcha Mundial de Mulheres, a FUP (Federação Única dos Petroleiros) e outras entidades da CMS (Coordenação dos Movimentos Sociais), que apoiaram a ideia e se incorporaram ao processo de mobilização e organização dessa ação unitária da CUT e dos movimentos sociais.

 

Como sempre, saímos na frente

Temos assistido recentemente tentativas de algumas centrais sindicais de pegar carona nas mobilizações da CUT.

 

Um exemplo recente dessas tentativas foi o anúncio, por parte de outras cinco centrais, de que estariam realizando uma mobilização – justamente – no dia 6 de julho. Fizeram isso mais de um mês depois de a CUT ter anunciado o seu Dia Nacional de Lutas para a mesma data.

 

Sob o falso argumento da unidade das centrais sindicais em torno da pauta trabalhista aprovada no Pacaembu, em junho de 2010, e das conquistas obtidas nos últimos anos, dizem que basta fazermos mobilizações conjuntas para obtermos vitórias.

 

A avaliação da conjuntura nacional feita pela direção da CUT é diferente.

 

Essa suposta unidade é falsa

Talvez o único ponto em que temos consenso entre as centrais sindicais seja a redução da jornada de trabalho para 40 horas, que é fundamental, mas somente a nossa “unidade” não foi capaz de colocar a proposta para ser aprovada pelo congresso nacional.

 

Porém, e os outros pontos da nossa pauta?

 

Vamos elencar algumas propostas que nos diferem, a começar pela mais evidente e aquela que, a julgar por todas as práticas das demais centrais, é instransponível para aquelas entidades:

 

Convenção 87 e fim do imposto sindical

Lutamos por liberdade e autonomia sindical, com aprovação da convenção 87 da OIT; pelo fim do imposto sindical e a implementação de uma contribuição da negociação coletiva aprovada pelos próprios trabalhadores em assembleias.

 

Trabalho decente

Pela implementação da agenda do trabalho decente, com mais e melhores empregos, por igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, a luta contra a precarização e a terceirização, e a luta pela redução da jornada de trabalho para 40 horas sem redução de salário; pelo fim do fator previdenciário e pela regulamentação da convenção 151 da OIT. Pelos enunciados aqui expostos, pode-se ter a falsa impressão que todas as centrais têm acordo em relação a este parágrafo, mas não existe tal acordo, como veremos a seguir.

 

Terceirização

Temos uma posição muito clara em relação à terceirização: ela é responsável pelo aumento das mortes, acidentes de trabalho e de doenças profissionais e vem sendo utilizada pelo capital para precarizar as condições de trabalho, reduzir custos, enfraquecer o movimento sindical criando milhares de sindicatos de gaveta. Por tudo isso, propusemos um projeto de lei, apresentado pelo deputado federal Vicentinho (PT-SP), regulamentando a terceirização. Enquanto isso, algumas centrais sindicais que têm alguma representação em empresas terceirizadas querem aumentar a terceirização, ou seja, querem fortalecer o setor empresarial na falsa expectativa de aumentar o número de sindicatos filiados a elas. Enquanto isso, os trabalhadores...!!!!

 

Convenção 151 da OIT

Essa convenção garante a negociação coletiva para os trabalhadores do setor publico em todo o Brasil. Foi incluída como reivindicação pela CUT nas Marchas da Classe Trabalhadora e encaminhada pelo ex- presidente Lula ao Congresso Nacional, que a aprovou. Estamos agora precisando aprovar rapidamente a regulamentação da 151, para que ela possa entrar em vigor em todo o território nacional, democratizando as relações de trabalho no setor público. Foram realizadas milhares de horas de negociação junto ao Ministério do Planejamento para aprovar um projeto que regulamente a negociação coletiva e a solução dos conflitos.

 

E o que fazem as outras centrais sindicais? Criaram outro grupo no âmbito do Ministério do Trabalho – hoje totalmente aparelhado por uma central – para discutir o mesmo assunto e embaralhar o processo que já vinha bastante adiantado. E o que é mais grave: as premissas defendidas por algumas centrais são para piorar a situação, ou seja, querem implementar a unicidade sindical e o imposto sindical no setor publico, na contramão de tudo aquilo que defendemos. O movimento sindical no setor público já nasceu sob o manto da liberdade e autonomia sindical e sem o imposto. As demais centrais não estão preocupadas com a negociação coletiva e sim com a organização sindical no setor público do ponto de vista deles.

 

Para nós da CUT, a luta pelos pressupostos das convenções 87 e 151 da OIT são princípios fundamentais e históricos da CUT. Isso, somado à legislação de combate às práticas antissindicais, direito à negociação coletiva e a organização por local de trabalho são pressupostos para consolidarmos uma nova estrutura sindical de acordo com os princípios cutistas e que fortaleça as entidades sindicais realmente representativas, com o fortalecimento da negociação coletiva rumo ao contrato coletivo de trabalho por ramo de atividade.

 

Fim do fator previdenciário

Milhões de trabalhadores aguardam as discussões sobre o fim do fator previdenciário para decidir o que fazer de suas vidas: se aposentam ou se esperam o resultado das negociações. Enquanto isso, a tábua de expectativa de vida do IBGE vai sendo alterada a cada ano e, assim, aumenta o tempo necessário para que as pessoas se aposentem.

Em lugar de apresentar propostas concretas e viáveis, como a CUT fez ao apresentar para o debate o Fator 85/95, em 2009, as centrais repetem o mantra do “fim do fator previdenciário” sem dizer como isso pode acontecer.

 

Apostam assim na demagogia e deixam na espera milhões de trabalhadores e trabalhadoras. E o que é pior, a cada ano a situação piora. Quando começamos esse debate, em 2009, um trabalhador para ter 100% do seu benefício precisava ter 35 anos de contribuição e 62.4 de idade. Hoje, dois anos depois, precisa ter 64.7 anos de idade para alcançar os mesmos 100%.

 

Educação

Defesa da implementação do Plano Nacional da Educação com a destinação de 10% do PIB brasileiro para a educação; a ampliação da educação no campo e a qualificação profissional com participação dos trabalhadores. Esta é uma luta que a CUT e suas entidades têm levado adiante sem o real envolvimento das outras centrais.

 

Alimentos

Defesa da reforma agrária, aprovação da PEC do trabalho escravo, do limite de propriedade da terra para diminuir a enorme concentração hoje existente; a mudança do modelo agrário, com a ampliação dos recursos e de politicas publicas para a agricultura familiar, que é responsável por 70% dos alimentos que chegam a mesa dos brasileiros (as); a luta contra os agrotóxicos e contra os especuladores do agronegócio. Como é sabido, as outras centrais não têm dedicado seus esforços à luta por essas mudanças – a não ser que se entenda que simplesmente assinar panfletos genéricos sobre os temas pode significar luta de fato.

 

Reformas política e tributária

Por uma reforma política que amplie a democracia direta e que fortaleça a democracia representativa e por uma reforma tributária que seja progressiva com base na renda e no patrimônio. As demais centrais têm debatido esses assuntos e estão empenhadas, colocando gente na rua, para pressionar por essas mudanças?

 

Somos diferentes: lutamos em todas as frentes

Esses são alguns exemplos da impossibilidade de fazer mobilização conjunta com as outras centrais, pois como faremos atos políticos se os objetivos são outros?

 

Faríamos mobilizações conjuntas só para produzir imagens para a mídia convencional, sem nenhuma consequência ou avanço para a classe trabalhadora?

 

É evidente que não. O que precisamos é construir nosso próprio Dia Nacional de Mobilização, com muitos militantes nas ruas de diferentes cidades do País, para defender a pauta da CUT e dos movimentos sociais, com todas as suas especificidades, e convencer a opinião pública da importância de nossas bandeiras.

 

As demais centrais, ao elaborarem a agenda das suas mobilizações, colocam quase todas as suas fichas na disputa junto ao Congresso Nacional acreditando que essa é a única frente de luta.

 

Para a CUT, a principal tarefa é mobilizar os trabalhadores/as na base. O dia 06 de julho será um dia de assembléias em todos os sindicatos filiados à Central (atrasos na entrada, paralisações de uma, duas ou quatro horas, passeatas, manifestações nos aeroportos, etc).

 

E a luta deve se dar em todas as frentes – no Legislativo, Executivo e Judiciário – no Governo Federal, nos Governos Estaduais e Municipais.

 

É importante ainda deixar claro que não faltou à CUT, nos últimos anos, disposição para dialogar e elaborar propostas em conjunto com as demais centrais. Investimos muito tempo e trabalho nessa tarefa, porém o vai e vem das outras entidades em suas posições, deixando os processos de tomada de decisão inconclusos, é o que de fato prejudica essa unidade na luta.

 

Continuaremos sempre buscando a unidade na luta quando o assunto for de interesse geral da classe trabalhadora, como é o caso da luta pela redução da jornada de trabalho para 40 horas sem redução de salário.

 

SOMOS DIFERENTES! SOMOS CUT!

Artur Henrique, presidente nacional da CUT

 

 

 


Página 1 de 2

Expediente

Julio Alves - presidente
presidencia@sitraemfa.org.br

 

João Faustino - diretor de comunicação
sec.imprensa@sitraemfa.org.br

 

Alessandra Cordeiro - assessoria de imprensa
imprensa@sitraemfa.org.br

 

Endereço

Sede:
Av. Celso Garcia, 4031, Tatuapé/SP 
Tel.: 11 2090 1850

 

SUBSEDE Bauru
Rua 15 de novembro, quadra 3, nº 70, Centro - Bauru
Sub sede Bauru
Rua 15 de novembro, quadra 3, nº 70, Centro - Bauru

 

Endereço:

Sub sede sul:
Rua Ada Negri, 127 - Santo Amaro
Tel: (11) 5641-0183

 

SUBSEDE Ribeirão Preto
Rua Jácomo Rossi, 120 - Jardim Paulistano - Ribeirão Preto
Sub sede Ribeirão Preto
Rua Jácomo Rossi, 120 - Jardim Paulistano - Ribeirão Preto