Waldemar Rossi, presente!

Morre, aos 82 anos, histórico militante da classe operária brasileira

Escrito por: Redação - CUT São Paulo

Divulgação
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A Central Única dos Trabalhadores – São Paulo (CUT/SP) lamenta a morte do companheiro e metalúrgico Waldemar Rossi e expressa condolências a todos os seus familiares e amigos.

Militante histórico da classe operária brasileira, Rossi faleceu na noite desta quarta-feira (4), aos 82 anos.

Desde os anos 1960, lutou nas organizações dos trabalhadores para a resistência e superação da ditadura militar e participou ativamente da construção da CUT no início dos anos 80.

O velório ocorre na manhã de hoje (5), na Quadra dos Metroviários, na Rua Serra do Japi, 31, até às 12h. De lá, seu corpo sai em cortejo até a Catedral da Sé, onde às 14h acontece a Missa de corpo presente realizada por Dom Angelico. Às 16h, sairá em cortejo até o Crematório da Vila Alpina, na zona leste da capital paulista.

Trajetória

Walder nasceu em Sertãozinho, no interior de São Paulo, em 17 de agosto de 1933. Migrou para a capital em 1960 para trabalhar na coordenação da Juventude Operária Católica. Em 1963, empregou-se no setor industrial. Com isso veio também a militância sindical, tornando-se dirigente da Pastoral Operária em São Paulo. Em 1967 encabeçou a "Chapa Verde", em oposição aos interventores que estavam à serviço dos militares no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. Em 1972, pela segunda vez, Waldemar forma chapa e disputa a direção do sindicato.

Durante a década de 1970 atuou na organização de comissões de fábricas clandestinas. Em 1974, passou quatro meses preso no Departamento de Ordem Política Social (Dops) – organismo de repressão da ditadura no qual muitos foram torturados e assassinados. Nos anos 1980 participou ativamente da construção da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Movimento de Oposição Sindical Metalúrgica, colaborando na construção do Partido dos Trabalhadores (PT). Ao longo de sua trajetória como operário passou por 18 fábricas em São Paulo.

Waldemar era coordenador da Pastoral Operária da Arquidiocese de São Paulo, membro da Pastoral Fé e Compromisso Social da Região Episcopal Belém (SP), metalúrgico aposentado e militante histórico da classe operária brasileira.
 

Sua luta seguirá inspirando a classe trabalhadora!

Morre, aos 82 anos, histórico militante da classe operária brasileira

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A Central Única dos Trabalhadores – São Paulo (CUT/SP) lamenta a morte do companheiro e metalúrgico Waldemar Rossi e expressa condolências a todos os seus familiares e amigos.

Militante histórico da classe operária brasileira, Rossi faleceu na noite desta quarta-feira (4), aos 82 anos.

Desde os anos 1960, lutou nas organizações dos trabalhadores para a resistência e superação da ditadura militar e participou ativamente da construção da CUT no início dos anos 80.

O velório ocorre na manhã de hoje (5), na Quadra dos Metroviários, na Rua Serra do Japi, 31, até às 12h. De lá, seu corpo sai em cortejo até a Catedral da Sé, onde às 14h acontece a Missa de corpo presente realizada por Dom Angelico. Às 16h, sairá em cortejo até o Crematório da Vila Alpina, na zona leste da capital paulista.

Trajetória

Walder nasceu em Sertãozinho, no interior de São Paulo, em 17 de agosto de 1933. Migrou para a capital em 1960 para trabalhar na coordenação da Juventude Operária Católica. Em 1963, empregou-se no setor industrial. Com isso veio também a militância sindical, tornando-se dirigente da Pastoral Operária em São Paulo. Em 1967 encabeçou a "Chapa Verde", em oposição aos interventores que estavam à serviço dos militares no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. Em 1972, pela segunda vez, Waldemar forma chapa e disputa a direção do sindicato.

Durante a década de 1970 atuou na organização de comissões de fábricas clandestinas. Em 1974, passou quatro meses preso no Departamento de Ordem Política Social (Dops) – organismo de repressão da ditadura no qual muitos foram torturados e assassinados. Nos anos 1980 participou ativamente da construção da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Movimento de Oposição Sindical Metalúrgica, colaborando na construção do Partido dos Trabalhadores (PT). Ao longo de sua trajetória como operário passou por 18 fábricas em São Paulo.

Waldemar era coordenador da Pastoral Operária da Arquidiocese de São Paulo, membro da Pastoral Fé e Compromisso Social da Região Episcopal Belém (SP), metalúrgico aposentado e militante histórico da classe operária brasileira.
 

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