Hoje, 15/12/17, em cerimônia solene na sede do sindicato, os novos diretores do SITRAEMFA cujo mandato sindical refere-se ao triênio 2017/2020, com vencimento no dia 15 de Dezembro de 2020, foram empossados pelo presidente da comissão eleitoral Aparecido Luiz da Silva.

O presidente da comissão eleitoral, Aparecido L. da Silva abriu a solenidade convocando o presidente reeleito, Aldo Damião Antonio; tesoureira, Maria Gusmão Pereira e Sérgio do Espírito Santo Rodrigues Anderson, que instalaram a mesa dos trabalhos da cerimônia de posse.

Silva lembrou aos presentes que estamos num período, no qual os direitos não estão a favor da classe trabalhadora e que ser um sindicato combativo será a diferença para conquista de novos direitos.  

Silva finalizou a cerimônia empossando a nova diretoria e agradeceu aos diretores que estiveram na direção anterior, que foram importantes na construção deste sindicato.

Diante dos constrangimentos que alguns mesários estão passando nesta eleição é salutar fazer alguns esclarecimentos.

Tivemos a inscrição de três chapas neste processo eleitoral. A Chapa 1 se inscreveu no primeiro dia, as Chapas 2 e 3 se inscreveram no ultimo dia (26/09), por volta das 16:40. A inscrição terminava às 17hs.

Foram recebidos todos os documentos. Na Chapa 2, encabeçada por Aline Louise foram observados pela Comissão a falta de vários documentos, como RG e CPF documentos fundamentais para a inscrição até numero a mais de candidatos foram inscritos. O que também ocorreu com a Chapa 3 encabeçado Antonio Sergio.

Em consequência da inscrição tardia, não foi possível no mesmo dia consultar o setor de cadastro do Sindicato, para verificação cadastral. Mesmo assim foram concedidas as chapas mais um dia para que verificassem e fizessem os ajustes necessários.

Portanto, no dia (28/09) o cadastro informou que em ambas as chapas haviam candidatos que não eram sócios e outros que não estavam com os pagamentos em dia, requesitos básicos para inscrição da Chapa, conforme estatuto sindical.

Não tendo esses requisitos as chapas não atendiam os requisitos básicos para inscrição. A Chapa 2, da senhora Aline, tinham seis (6) nomes que não estavam em dia com a contribuição financeira ou não tinham o prazo mínimo de filiação para ser candidatos. A Chapa 3 tinha dez nomes (10) que além de terem os mesmo problemas que a Chapa 2, tinha um dos nomes que o candidato nem era sócio.

A Chapa 2, encabeça por Aline e a Chapa 3, encabeçada por Antonio Sergio foram impugnadas por não atingirem o numero necessários para inscrição da chapa.

Ouça aqui o áudio na integra do presidente da Comissão Eleitoral, Aparecido Luiz, que dá explicação com maiores detalhes

 

Iniciamos mais um dia nas eleições sindicais 2017 do SITRAEMFA. Os trabalhadores estão dando um banho de democracia, indo às urnas para exercerem o seu direito.

Os trabalhadores da Rede Conveniada e da Fundação CASA conscientes de seus deveres cívicos, estão demonstrando nas urnas a força da democracia, pois o corpo do sindicato são os trabalhadores.

Mesmo porque está para entrar a reforma trabalhista do governo golpista Temer, que afetará os direitos garantidos a partir das negociações entre sindicato e empregadores. Mais uma vez temos que dar força ao nosso sindicato para garantir os nossos direitos já conquistados.

Exerça seu direito nas eleições do SITRAEMFA, que vão até o dia 10/11, sexta-feira e deverá eleger a Diretoria Executiva, Diretoria Regional, Conselho Fiscal e Suplentes, para o próximo triênio.

Nesta segunda-feira, 06/11/2017 tiveram inicio as eleições do SITRAEMFA 2017, que deverá eleger a Diretoria Executiva, Diretoria Regional, Conselho Fiscal e Suplentes, para o próximo triênio.

As urnas da Fundação CASA e Rede Conveniada, que estão endereçadas na cidade de São Paulo saíram e já estão em seus locais de votação para coleta de votos dos eleitores das duas categorias.

As urnas do interior que ficam no extremo do estado e litoral saíram no inicio da noite e inicio da madrugada do domingo (05/11), para darem inicio a coleta de votos dos trabalhadores da Fundação CASA no dia 06/11, inicio das eleições.

E atenção nestes dias 06, 07, 08, 09 e 10/11/2017 o setor administrativo do sindicato não terá expediente, retornando normalmente suas atividades na segunda-feira, 13/11/2017.

A comissão eleitoral cumprindo a determinação do Estatuto julgou hoje (04/10) o único recurso contra a chapa 1 RESISTIR E LUTAR, depois da publicação da lista de seus candidatos no jornal diário de São Paulo.

Com o indeferimento do pedido a Chapa 1 é a única habilitada a disputar a eleição do Sitraemfa, já que as chapas 2 e 3 não conseguiram dentro do prazo de registro inscrever suas chapas por terem indicado várias pessoas que não estavam em dia com as mensalidades do sindicato ou que não tinham um ano de filiação, requisitos básicos para ser um candidato.

Ainda conforme o Estatuto Sindical da entidade foi afixada a ata na integra no mural do sindicato, que também por força do regimento.

Veja na integra a ata da Comissão Eleitoral, clique aqui

 

 

Nos dias 26 e 27 de agosto, acontecerá a I Conferência Municipal de Vigilância em Saúde da cidade de São Paulo, o Sitraemfa estará presente com dois delegados (as), os diretores Maxwel e Ana Cláudia. O evento debaterá a política municipal de vigilância em saúde.

A diretoria do sindicato tem debatido juntamente com a Central Única dos Trabalhadores - CUT, as questões relacionadas à vigilância em saúde do trabalhador com o objetivo de contribuir para que os trabalhadores tenham um meio ambiente de trabalho saudável, menos adoencedor e possibilite melhor qualidade de vida e condições de trabalho.

100 anos

CUT organiza atividades na cidade de São Paulo e resgata luta dos trabalhadores

O mês de julho marca um período de lutas na história operária brasileira. Há 100 anos, trabalhadores do setor têxtil iniciaram uma greve contra os baixos salários e as longas jornadas de trabalho impostas a homens, mulheres e crianças, que chegavam a durar cerca de 14 horas diárias. Na ocasião, a polícia interviu de maneira truculenta e causou a morte do sapateiro José Ineguez Martinez, de apenas 21 anos. Uma revolta se espalhou por outras cidades brasileiras, que culminou com a Greve Geral de 1917.

Esse levante protagonizado pela classe trabalhadora se tornou um marco no processo de construção da identidade operária e sindical no Brasil. É em memória a essa história de resistência que serão organizadas duas atividades neste mês na capital paulista.

Dia da Luta Operária

No domingo (9), a cidade de São Paulo celebrará pela primeira vez o Dia da Luta Operária, data oficializada pela Lei nº 16.634, de 2017, de iniciativa do vereador Antonio Donato (PT).

Em parceria com o parlamentar, a CUT São Paulo realizará neste dia ato em memória à primeira Greve Geral do Brasil. A atividade ocorrerá a partir das 9h, no domingo, 9, na Rua do Bucolismo, 81, no Brás, região central da capital.

Memorial Centenário da Greve Geral

Já na segunda-feira, 10, haverá uma celebração política em homenagem aos mártires e a todos os protagonistas da Greve Geral de 1917, no Cemitério do Araçá, em São Paulo. A atividade, uma realização conjunta da CUT, CUT-SP e Fundação Perseu Abramo, terá início às 12h.

Nesse dia serão completados exatamente 100 anos que o jovem operário Martinez foi sepultado, após confronto com as forças de repressão que atacaram os grevistas. Jornais da época e historiadores falam que a repressão deixou centenas de vítimas – muitas anônimas –, mas coube a Martinez o papel histórico de se tornar a liderança mais conhecida dentre todos.

"É fundamental que façamos essas celebrações políticas e de luta. Queremos homenagear Martinez e os protagonistas da Greve Geral de 1917, mas também contar a nossa história, a história da classe trabalhadora. As reformas Trabalhista e da Previdência, que querem nos colocar nas mesmas condições de trabalho do início do século XX, são importantes demonstrações de que a luta é cada vez mais necessária", destaca Douglas Izzo, presidente da CUT-SP.

A cerimônia irá ocorrer próximo ao local em que o jovem operário foi enterrado, onde será instalado um Memorial em homenagem ao movimento que culminou na histórica Greve Geral de 1917.

AGENDAS

Dia 9 (domingo) – 9h

9 de julho 'Dia da Luta Operária' - Ato em memória da primeira Greve Geral do Brasil

Rua do Bucolismo, 81, Brás, centro de São Paulo

Dia 10 (segunda) – 12h

Lançamento do Memorial ao Movimento Operário e Sindical Brasileiro de 1917

Cemitério do Araçá - Acesso pelo portão Pacaembu da rua Angatuba, esquina com a rua Major Natanael.

Escrito por: Rafael Silva e Vanessa Ramos - CUT São Paulo •

fora

Nesta sexta-feira (30), a classe trabalhadora irá novamente cruzar os braços contra as medidas do governo golpista de Michel Temer (PMDB) que tentam acabar com os direitos. A população também pede a renúncia imediata do presidente e a realização de Diretas Já - nesta semana, Temer se tornou o primeiro mandatário da história do país a ser denunciado por crime de corrupção no exercício de mandato.

Veja as categorias que confirmaram, até o momento, participação nas greves e paralisações de sexta, assim como os atos por todo o estado de São Paulo.

SÃO PAULO

Categorias que vão parar (divulgadas até o momento):

- Petroleiros
- Bancários
- Professores
- Saúde
- Ferroviários
- Jornalistas (EBC de São Paulo)
- Trabalhadores do Seguro Social e Previdência Social (Capital: Brás e INSS Ermelino Matarazzo; Interior: Nova Odessa, Jundiaí, Campinas e Americana)

Ato na capital

- 16h: tem início a concentração para o ato, em frente ao vão livre do Masp, na Avenida Paulista, com caminhada até à prefeitura de São Paulo para denunciar as privatizações do Doria.

- 9h: Ato em defesa da Aposentadoria e dos Direitos Trabalhistas – Praça do Forró – São Miguel Paulista

Paralisações e atos pelo estado:

ABC

- Metalúrgicos do ABC farão ato em frente ao Sindicato, em São Bernardo do Campo, e às 9h sairão em caminhada até a Praça da Matriz
- Químicos ABC vão parar as principais empresas em Santo André, Diadema, São Bernardo, Mauá e Rio Grande da Serra
- Funcionários Públicos da Diadema farão ato e panfletagem, às 6h, no terminal de Diadema
- Professores do ABC
- Professores da rede particular do ABC

ARARAQUARA

- 7h: Ato e concentração na Praça Santa Cruz, rua São Bento, 1265, centro de Araraquara
- 9h: Marcha pelas ruas do centro da cidade 

BAURU

- 6h às 9h: ato na Avenida Rodrigues Alves, em frente a Câmara Municipal

CAMPINAS

Eletricitários
Construção Civil
Bancários
Enfermeiros
Petroleiros
Trabalhadores da água e saneamento
Trabalhadores em Pesquisa, Ciência e Tecnologia
Educação
Trabalhadores do Judiciário
Vidreiros

- 11h: Concentração no Largo do Rosário com atividades ao longo do dia 
- 17h: ato no Largo do Rosário

GUARULHOS

- 4h30: Ato no Aeroporto de Cumbica

JUNDIAÍ

-  9h30: ato na Rua XV de Novembro, 336, centro de Jundiaí

MATÃO 

6h30: Assembleia nas metalúrgicas Baldan e Marchesan
17h30: Ato na sede do Sindicato dos Metalúrgicos, Rua Sinharinha Frota, 798 - Centro de Matão.

MOGI DAS CRUZES

6h: atividade na Praça Marisa, centro de Mogi das Cruzes

MOGI GUAÇU

- Trabalhadores da alimentação realizam ato pela manhã na unidade da multinacional Ingredion em Mogi Guaçu 

OSASCO

- 11h: caminhada no calçadão de Osasco, no centro
- Bancários vão fechar as agências na Avenida dos Autonomistas e nas ruas centrais da cidade
- Comerciários vão fechar as lojas no calçadão
- Professores de Osasco farão aula pública no calçadão

PRESIDENTE PRUDENTE

- 9h: ato na Praça 9 de julho, em frente ao Banco do Brasil, esquina com a Av. Cel. Marcondes

SÃO CARLOS

- 9h: Concentração na Praça Itália, com marcha pela Avenida São Carlos 
- 10h: Ato na Praça do Mercado Municipal de Araraquara

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

- 17h: ato em frente ao terminal urbano

SANTOS

6h: ato na Martins Fontes, entrada de Santos via centro da cidade
6h: ato na Av. Presidente Wilson, em frente ao teleférico de São Vicente, na Baixada Santista

SOROCABA

- Rodoviários
- Metalúrgicos
- Químicos

- 8h: passeata na Zona Norte
- 9h: concentração na Praça Cel Fernando Prestes

RIBEIRÃO PRETO

- 9h: ato na Rua Álvares Cabral, centro da cidade
- 11h: concentração na Esplanada Pedro II

VALE DO PARAÍBA 

- Papeleiros
- Condutores
- Servidores Municipais

 

Meme

Greves e manifestações ocorrerão em todo o estado

A Avenida Paulista será palco de mais um ato popular no próximo dia 30 contra as reformas Trabalhista e Previdenciária e por eleições diretas. A manifestação é organizada pela CUT, demais centrais sindicais e pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

A concentração será a partir das 16h, no vão livre do Museu de Artes de São Paulo (Masp), no mesmo dia em que várias categorias promoverão Greve no Brasil. Em seguida, haverá uma caminhada até a sede da Prefeitura, no centro, para denunciar as tentativas de privatizações dos equipamentos públicos pela gestão de João Doria (PSDB).

As paralisações compõem a jornada de lutas de junho, que teve início no último dia 20, quando várias categorias realizaram assembleias e manifestações nos locais de trabalho, em praças públicas e distribuíram jornais nos transportes públicos e terminais de ônibus.

A preparação agora se fortalecerá após a derrota por 10 a 9 da proposta da Reforma Trabalhista (PLC 38/2017) na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado.

Presidente da CUT São Paulo, Douglas Izzo, reforça a luta organizada contra o golpe. “Vamos paralisar o Brasil e mostrar mais uma vez a capacidade da classe trabalhadora porque sabemos que se as reformas dos golpistas avançarem, a sociedade brasileira, os que ainda irão se aposentar, os mais jovens que nem entraram no mercado de trabalho, sofrerão com os retrocessos deste nosso momento. Estamos defendendo direitos conquistados com muito suor e sangue e o nosso papel é resistir até a vitória”, afirma.

Qualquer dúvida, estamos à disposição!

 

Secretaria de Imprensa e Comunicação da CUT São Paulo
Fone: (11) 2108-9161 / 9162

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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O SITRAEMFA, frente os inúmeros questionamentos acerca da greve geral com data de 28/04/2017, tem os seguintes esclarecimentos a serem feitos:

Sabiamente a greve é um direito fundamental, devidamente assegurado pela Constituição Federal, cabendo aos trabalhadores decidir sobre momento oportuno para exercer.

Conforme decidido em Assembleia Geral, realizada em 19/04/2017, esta categoria decidiu positivamente sobre a paralisação no dia 28/04/2017, não havendo o que ser questionado a legalidade, ressaltando que o Sindicato patronal (SINBFIR) já se posicionou sobre a legalidade da paralisação.

Ainda, o próprio Ministério do Trabalho também já se posicionou acerca da legalidade do movimento grevista, cabendo aos trabalhadores movimentos no sentido de defender seus direitos.

Em sendo exercício de direito, não cabe aos empregadores práticas de assédio moral, tampouco movimentos no sentido de punição frente à adesão a greve, ressaltando que, condutas nesse sentido serão vistas como atentado à organização sindical e ao livre direito à greve, sendo passíveis de medidas judiciais.

Desta forma, o SITRAEMFA reitera posicionamento no sentido da legalidade da paralisação, devendo os trabalhadores se mobilizarem no sentido de garantir a manutenção de seus direitos.

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