A comissão eleitoral cumprindo a determinação do Estatuto julgou hoje (04/10) o único recurso contra a chapa 1 RESISTIR E LUTAR, depois da publicação da lista de seus candidatos no jornal diário de São Paulo.

Com o indeferimento do pedido a Chapa 1 é a única habilitada a disputar a eleição do Sitraemfa, já que as chapas 2 e 3 não conseguiram dentro do prazo de registro inscrever suas chapas por terem indicado várias pessoas que não estavam em dia com as mensalidades do sindicato ou que não tinham um ano de filiação, requisitos básicos para ser um candidato.

Ainda conforme o Estatuto Sindical da entidade foi afixada a ata na integra no mural do sindicato, que também por força do regimento.

Veja na integra a ata da Comissão Eleitoral, clique aqui

 

 

Nos dias 26 e 27 de agosto, acontecerá a I Conferência Municipal de Vigilância em Saúde da cidade de São Paulo, o Sitraemfa estará presente com dois delegados (as), os diretores Maxwel e Ana Cláudia. O evento debaterá a política municipal de vigilância em saúde.

A diretoria do sindicato tem debatido juntamente com a Central Única dos Trabalhadores - CUT, as questões relacionadas à vigilância em saúde do trabalhador com o objetivo de contribuir para que os trabalhadores tenham um meio ambiente de trabalho saudável, menos adoencedor e possibilite melhor qualidade de vida e condições de trabalho.

100 anos

CUT organiza atividades na cidade de São Paulo e resgata luta dos trabalhadores

O mês de julho marca um período de lutas na história operária brasileira. Há 100 anos, trabalhadores do setor têxtil iniciaram uma greve contra os baixos salários e as longas jornadas de trabalho impostas a homens, mulheres e crianças, que chegavam a durar cerca de 14 horas diárias. Na ocasião, a polícia interviu de maneira truculenta e causou a morte do sapateiro José Ineguez Martinez, de apenas 21 anos. Uma revolta se espalhou por outras cidades brasileiras, que culminou com a Greve Geral de 1917.

Esse levante protagonizado pela classe trabalhadora se tornou um marco no processo de construção da identidade operária e sindical no Brasil. É em memória a essa história de resistência que serão organizadas duas atividades neste mês na capital paulista.

Dia da Luta Operária

No domingo (9), a cidade de São Paulo celebrará pela primeira vez o Dia da Luta Operária, data oficializada pela Lei nº 16.634, de 2017, de iniciativa do vereador Antonio Donato (PT).

Em parceria com o parlamentar, a CUT São Paulo realizará neste dia ato em memória à primeira Greve Geral do Brasil. A atividade ocorrerá a partir das 9h, no domingo, 9, na Rua do Bucolismo, 81, no Brás, região central da capital.

Memorial Centenário da Greve Geral

Já na segunda-feira, 10, haverá uma celebração política em homenagem aos mártires e a todos os protagonistas da Greve Geral de 1917, no Cemitério do Araçá, em São Paulo. A atividade, uma realização conjunta da CUT, CUT-SP e Fundação Perseu Abramo, terá início às 12h.

Nesse dia serão completados exatamente 100 anos que o jovem operário Martinez foi sepultado, após confronto com as forças de repressão que atacaram os grevistas. Jornais da época e historiadores falam que a repressão deixou centenas de vítimas – muitas anônimas –, mas coube a Martinez o papel histórico de se tornar a liderança mais conhecida dentre todos.

"É fundamental que façamos essas celebrações políticas e de luta. Queremos homenagear Martinez e os protagonistas da Greve Geral de 1917, mas também contar a nossa história, a história da classe trabalhadora. As reformas Trabalhista e da Previdência, que querem nos colocar nas mesmas condições de trabalho do início do século XX, são importantes demonstrações de que a luta é cada vez mais necessária", destaca Douglas Izzo, presidente da CUT-SP.

A cerimônia irá ocorrer próximo ao local em que o jovem operário foi enterrado, onde será instalado um Memorial em homenagem ao movimento que culminou na histórica Greve Geral de 1917.

AGENDAS

Dia 9 (domingo) – 9h

9 de julho 'Dia da Luta Operária' - Ato em memória da primeira Greve Geral do Brasil

Rua do Bucolismo, 81, Brás, centro de São Paulo

Dia 10 (segunda) – 12h

Lançamento do Memorial ao Movimento Operário e Sindical Brasileiro de 1917

Cemitério do Araçá - Acesso pelo portão Pacaembu da rua Angatuba, esquina com a rua Major Natanael.

Escrito por: Rafael Silva e Vanessa Ramos - CUT São Paulo •

fora

Nesta sexta-feira (30), a classe trabalhadora irá novamente cruzar os braços contra as medidas do governo golpista de Michel Temer (PMDB) que tentam acabar com os direitos. A população também pede a renúncia imediata do presidente e a realização de Diretas Já - nesta semana, Temer se tornou o primeiro mandatário da história do país a ser denunciado por crime de corrupção no exercício de mandato.

Veja as categorias que confirmaram, até o momento, participação nas greves e paralisações de sexta, assim como os atos por todo o estado de São Paulo.

SÃO PAULO

Categorias que vão parar (divulgadas até o momento):

- Petroleiros
- Bancários
- Professores
- Saúde
- Ferroviários
- Jornalistas (EBC de São Paulo)
- Trabalhadores do Seguro Social e Previdência Social (Capital: Brás e INSS Ermelino Matarazzo; Interior: Nova Odessa, Jundiaí, Campinas e Americana)

Ato na capital

- 16h: tem início a concentração para o ato, em frente ao vão livre do Masp, na Avenida Paulista, com caminhada até à prefeitura de São Paulo para denunciar as privatizações do Doria.

- 9h: Ato em defesa da Aposentadoria e dos Direitos Trabalhistas – Praça do Forró – São Miguel Paulista

Paralisações e atos pelo estado:

ABC

- Metalúrgicos do ABC farão ato em frente ao Sindicato, em São Bernardo do Campo, e às 9h sairão em caminhada até a Praça da Matriz
- Químicos ABC vão parar as principais empresas em Santo André, Diadema, São Bernardo, Mauá e Rio Grande da Serra
- Funcionários Públicos da Diadema farão ato e panfletagem, às 6h, no terminal de Diadema
- Professores do ABC
- Professores da rede particular do ABC

ARARAQUARA

- 7h: Ato e concentração na Praça Santa Cruz, rua São Bento, 1265, centro de Araraquara
- 9h: Marcha pelas ruas do centro da cidade 

BAURU

- 6h às 9h: ato na Avenida Rodrigues Alves, em frente a Câmara Municipal

CAMPINAS

Eletricitários
Construção Civil
Bancários
Enfermeiros
Petroleiros
Trabalhadores da água e saneamento
Trabalhadores em Pesquisa, Ciência e Tecnologia
Educação
Trabalhadores do Judiciário
Vidreiros

- 11h: Concentração no Largo do Rosário com atividades ao longo do dia 
- 17h: ato no Largo do Rosário

GUARULHOS

- 4h30: Ato no Aeroporto de Cumbica

JUNDIAÍ

-  9h30: ato na Rua XV de Novembro, 336, centro de Jundiaí

MATÃO 

6h30: Assembleia nas metalúrgicas Baldan e Marchesan
17h30: Ato na sede do Sindicato dos Metalúrgicos, Rua Sinharinha Frota, 798 - Centro de Matão.

MOGI DAS CRUZES

6h: atividade na Praça Marisa, centro de Mogi das Cruzes

MOGI GUAÇU

- Trabalhadores da alimentação realizam ato pela manhã na unidade da multinacional Ingredion em Mogi Guaçu 

OSASCO

- 11h: caminhada no calçadão de Osasco, no centro
- Bancários vão fechar as agências na Avenida dos Autonomistas e nas ruas centrais da cidade
- Comerciários vão fechar as lojas no calçadão
- Professores de Osasco farão aula pública no calçadão

PRESIDENTE PRUDENTE

- 9h: ato na Praça 9 de julho, em frente ao Banco do Brasil, esquina com a Av. Cel. Marcondes

SÃO CARLOS

- 9h: Concentração na Praça Itália, com marcha pela Avenida São Carlos 
- 10h: Ato na Praça do Mercado Municipal de Araraquara

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

- 17h: ato em frente ao terminal urbano

SANTOS

6h: ato na Martins Fontes, entrada de Santos via centro da cidade
6h: ato na Av. Presidente Wilson, em frente ao teleférico de São Vicente, na Baixada Santista

SOROCABA

- Rodoviários
- Metalúrgicos
- Químicos

- 8h: passeata na Zona Norte
- 9h: concentração na Praça Cel Fernando Prestes

RIBEIRÃO PRETO

- 9h: ato na Rua Álvares Cabral, centro da cidade
- 11h: concentração na Esplanada Pedro II

VALE DO PARAÍBA 

- Papeleiros
- Condutores
- Servidores Municipais

 

Meme

Greves e manifestações ocorrerão em todo o estado

A Avenida Paulista será palco de mais um ato popular no próximo dia 30 contra as reformas Trabalhista e Previdenciária e por eleições diretas. A manifestação é organizada pela CUT, demais centrais sindicais e pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

A concentração será a partir das 16h, no vão livre do Museu de Artes de São Paulo (Masp), no mesmo dia em que várias categorias promoverão Greve no Brasil. Em seguida, haverá uma caminhada até a sede da Prefeitura, no centro, para denunciar as tentativas de privatizações dos equipamentos públicos pela gestão de João Doria (PSDB).

As paralisações compõem a jornada de lutas de junho, que teve início no último dia 20, quando várias categorias realizaram assembleias e manifestações nos locais de trabalho, em praças públicas e distribuíram jornais nos transportes públicos e terminais de ônibus.

A preparação agora se fortalecerá após a derrota por 10 a 9 da proposta da Reforma Trabalhista (PLC 38/2017) na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado.

Presidente da CUT São Paulo, Douglas Izzo, reforça a luta organizada contra o golpe. “Vamos paralisar o Brasil e mostrar mais uma vez a capacidade da classe trabalhadora porque sabemos que se as reformas dos golpistas avançarem, a sociedade brasileira, os que ainda irão se aposentar, os mais jovens que nem entraram no mercado de trabalho, sofrerão com os retrocessos deste nosso momento. Estamos defendendo direitos conquistados com muito suor e sangue e o nosso papel é resistir até a vitória”, afirma.

Qualquer dúvida, estamos à disposição!

 

Secretaria de Imprensa e Comunicação da CUT São Paulo
Fone: (11) 2108-9161 / 9162

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Site: www.cutsp.org.br 
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O SITRAEMFA, frente os inúmeros questionamentos acerca da greve geral com data de 28/04/2017, tem os seguintes esclarecimentos a serem feitos:

Sabiamente a greve é um direito fundamental, devidamente assegurado pela Constituição Federal, cabendo aos trabalhadores decidir sobre momento oportuno para exercer.

Conforme decidido em Assembleia Geral, realizada em 19/04/2017, esta categoria decidiu positivamente sobre a paralisação no dia 28/04/2017, não havendo o que ser questionado a legalidade, ressaltando que o Sindicato patronal (SINBFIR) já se posicionou sobre a legalidade da paralisação.

Ainda, o próprio Ministério do Trabalho também já se posicionou acerca da legalidade do movimento grevista, cabendo aos trabalhadores movimentos no sentido de defender seus direitos.

Em sendo exercício de direito, não cabe aos empregadores práticas de assédio moral, tampouco movimentos no sentido de punição frente à adesão a greve, ressaltando que, condutas nesse sentido serão vistas como atentado à organização sindical e ao livre direito à greve, sendo passíveis de medidas judiciais.

Desta forma, o SITRAEMFA reitera posicionamento no sentido da legalidade da paralisação, devendo os trabalhadores se mobilizarem no sentido de garantir a manutenção de seus direitos.

Trabalhadores/as de todas as categorias profissionais da CUT aprovaram em assembleia a participação na greve geral contra o fim da aposentadoria e da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas).

Nos 27 estados, no Distrito Federal e em centenas de cidades do interior, aderiram à paralisação do dia 28 de abril, trabalhadores dos transportes públicos (ônibus, metrôs e trens), portuários e aeronautas (pilotos, co-pilotos e comissários de voos), petroleiros, professores, metalúrgicos, químicos, bancários, entre outros.


Nove centrais participaram da greve geral
A greve do dia 28 de abril foi convocada pela CUT, CTB, Intersindical, CSP/Conlutas, UGT, Força Sindical, Nova Central, CSB e CGTB para defender os direitos da classe trabalhadora ameaçados pelas propostas do governo Temer de fazer uma reforma Previdenciária que vai impedir ou dificultar ainda mais a aposentadoria e uma reforma Trabalhista que praticamente acaba com os direitos garantidos na CLT.

Para o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, o governo tem de retirar os projetos em tramitação na Câmara dos Deputados e abrir uma negociação tripartite. “Do jeito que está, não há o que negociar. E Temer não quer negociar de fato, quer atender às exigências dos empresários que financiaram o golpe justamente para acabar com a previdência pública e legalizar a exploração dos trabalhadores.”

Para Vagner, medidas como a ampliação do contrato temporário (mais de nove meses sem direito a férias, 13º e seguro-desemprego, entre outros direitos) e a aprovação da terceirização sem limites representam a volta do trabalho escravo no Brasil. O dirigente lembra que, a cada 10 trabalhadores resgatados pelos fiscais que combatem o trabalho escravo, nove são terceirizados.

Veja abaixo a lista das categorias profissionais que já aderiram à Greve Geral*

Transporte

Metroviários SP

Rodoviários SP

Ferroviários linhas 11, 12 da CPTM

Sorocaba – 100%

Guarulhos paralisação de 24 horas com contingente de 30% das frotas nas ruas

Rodoviários  de Santos

Rodoviários  de Campinas

Portuários de Santos

Rodoviários do ABC

Rodoviários de Bauru

Aeroportuários de Guarulhos

Condutores de Piracicaba

Condutores de Ribeirão Preto

Ônibus de Vargem Grande Paulista

Rodoviários de Osasco

Rodoviários Vale do Paraíba

Educação

Apeoesp (Base Estadual)

Simpeem (base municipal) – assembleia em frente a prefeitura de SP as 15h dia 28/04

SINPRO – (Escolas Particulares) – ABC

SINPRO – (Escolas Particulares) – Jundiaí

SINPRO – (Escolas Particulares) – São Paulo

SINTEP – Poá

SINTEFRAMO – Francisco Morato

SITRAEMFA

Professores de Jundiaí – Municipais e particulares

Professores de Sorocaba – Estadual, Municipais e particulares e Universidade Federal

SINTUSP – Trabalhadores da USP

Faculdade de medicina de Ribeirão Preto

PUC - Campinas

Químicos

São Paulo – Zona Sul – Av. Nações Unidas

São Bernardo do Campo – ABC

Cotia

Barueri

Osasco

Jundiaí

Vidreiros do Estado de SP

Petroleiros:

Refinarias:

Paulínia (Replan)

Capuava (Recap)

São Joé dos Campos

Cubatão

Terminais:

Guarulhos

Guararema

Barueri

São Caetano

Ribeirão Preto

São Sebastião

UTGA Caraguatatuba

Santos

Metalurgicos

ABC

Jundiaí

Sorocaba                            

São Carlos

Itaquaquecetuba

Vale do Paraíba – Taubaté

Pindamonhangaba

Bancários – Financeiro - FETEC

São Paulo, Osasco e região

Mogi das Cruzes

Campinas

Guarulhos

Sorocaba

Jundiaí

Comercio e Serviço

Osasco

Siemaco Baixada Santista – trabalhadores de asseio em conservação e limpeza urbana

Municipais

SINDSEP – São Paulo

Municipais do ABC

Municipais de Bauru

Municipais de Jundiaí – Guarda Civil e UBS’s

Municipais de Franco da Rocha

Municipais de Presidente Prudente

Municipais de Mairiporam

Municipais de São José dos Campos

Comunicação

Jornalistas (base estadual)

Correios de SP

Correios de Ribeirão Preto

Empresa Brasil de Comunicação (EBC) – aprovado estado de greve com indicativo de paralisação 28/04

Gráficos de Jaú

Federação dos Trabalhadores  da Industria Gráfica, da Comunicação Gráfica e dos Serviços Gráficos  do Estado de SP

Sindicato dos Publicitários, dos agenciadores de propaganda e dos Trabalhadores em empresas de propagandas do estado de SP

Sindicato do trabalhadores em empresas de propaganda

Sindicato dos Trabalhadores da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas do estado de SP

Sindicato dos trabalhadores da indústria  gráfica, da comunicação gráfica e dos serviços gráficos de Jundiaí e Região

Sindicato dos trabalhadores em empresa de radiodifusão e televisão bi estado de SP

Construção Civil

Bauru

Botucatu

Mogi das Cruzes e Suzano

Urbanitários

Eletricitários de Campinas

Sinergia

DAE Jundiaí

Sintaema – Trabalhadores agua, esgoto e meio ambiente SP

Saúde e Seguridade

SINSPREV – trabalhadores da Saúde e Previdência do estado de SP

SITRAEMFA – trabalhadores em entidade de assistência a criança e ao adolescente

SinPsi - Sindicato dos Psicólogos do Estado de São Paulo

Servidores Estaduais

SINDIQUINZE – Trabalhadores 15 região de Campinas

Judiciário estadual, federal e trabalhista de Ribeirão Preto

TRT – 3

TRT – 4

TRT - 5

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Companheiras e companheiros da Rede Conveniada, conforme divulgado nos meios de comunicação do SITRAEMFA, a categoria em assembleia geral realizada no dia 19 de abril de 2017, às 19hs, na Sede do Sindicato deliberou, por unanimidade, pela participação na Greve Geral, a partir da zero hora até às 23hs59min, do dia 28 de abril de 2017. 

A greve tem como objetivo chamar a atenção da sociedade para as medidas que visam retirar direitos de todos os trabalhadores, precarizando cada vez mais direitos já existentes, podendo, inclusive, “acabar” com a aposentadoria e com os direitos trabalhistas.

A greve é um direito do trabalhador garantido pela Constituição Federal de 1988, que diz:

Artigo 9º: "É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender".

Do mesmo modo, a Lei nº 7.783/1989 (Lei de Greve), ratifica o direto constitucional de greve no seu Artigo 1º e da Legalidade do direito de greve no Artigo 2º;

No artigo 7º fala que a participação do trabalhador no ato grevista, suspende, temporariamente, o contrato de trabalho do trabalhador e proíbe a demissão do trabalhador durante a greve, bem como a contratação de trabalhadores substitutos durante a paralisação.

 

ORIENTAÇÕES PARA A GREVE:

1 – O não comparecimento do trabalhador no local de trabalho no dia 28. E, para os locais que houver atendimento no dia 28 de abril, que a direção e coordenação dos serviços compareçam ao local de trabalho, por duas ou três horas, para avisar aos familiares que não haverá atendimento e os seus respectivos motivos.

2 – Durante a semana que antecede a greve, de 24 a 27 de abril, os trabalhadores busquem dialogar com os seus colegas de trabalho sobre a importância da paralisação. Do mesmo modo, com os familiares dos atendidos e a comunidade usuária dos serviços no sentido de prepara-los e, também, fazê-los aderir à greve geral de 28 de abril.

3 – Colar cartazes do lado de fora do local de trabalho com os dizeres: Entraremos em greve a partir da ZERO HORA do dia 28 de abril de 2017. Contra o Desmonte da Previdência; Retirada dos Direitos Trabalhistas; Contra a terceirização etc...

São livres os motivos que levam a categoria a aderir. Podem ser colocadas questões municipais e/ou estaduais.

4 - Para os serviços cujo atendimento seja ininterrupto, vale a pena a equipe de trabalhadores estabelecer a sua dinâmica de participação de modo que não comprometa a legalidade da greve e cause prejuízo aos trabalhadores. Que, nestes serviços, ocorra a parada de, pelo menos, 50% dos trabalhadores.

Contamos com a participação de todos.

Nenhum direito a menos!!

Att.

A Direção.

 

1 de maio

Ato ocorre após Greve Geral que paralisará o País contra retirada de direitos da classe trabalhadora; além do ato político, outras atrações musicais estão confirmadas.

Neste ano, o tradicional evento do 1º de Maio, Dia dos Trabalhadores e das Trabalhadoras, será mais uma vez um ato de luta e resistência contra o maior ataque aos direitos trabalhistas, previdenciários e sociais já ocorrido na história Brasil.

O ato unificado deste ano será na Avenida Paulista, com concentração em frente ao Masp, a partir das 12h, e é realizado pela CUT, CTB e Intersindical, com o apoio dos movimentos que compõem as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

As atrações musicais já confirmadas são Emicida, Mc Guimê, Leci Brandão, As Bahias e a Cozinha Mineira, Ilu Obá de Min, Bixiga 70, Mistura Popular, Marquinhos Jaca e Sinhá Flor.

A atividade ocorrerá dois dias após a Greve Geral que irá parar o Brasil por 24 horas contra as reformas propostas pelo governo golpista de Michel Temer (PMDB). Desde que assumiu o poder por meio do golpe, Temer já destruiu políticas importantes e de desenvolvimento da nação brasileira em praticamente todos os setores, promovendo reformas que atendem somente aos interesses dos grandes empresários e da classe dominante.

Para o presidente da CUT-SP, Douglas Izzo, este 1º de Maio será marcado pela demonstração de resistência dos trabalhadores/as diante dos ataques aos seus direitos. “Justamente nesta data histórica, os trabalhadores enfrentarão uma conjuntura adversa, com ameaça de enormes retrocessos nos direitos trabalhistas e previdenciários. Por isso, este 1º de maio será de extrema importância, além de ser o primeiro grande ato após a greve geral que paralisará o país no dia 28 de abril”, destaca.

Em 2017, o ato também celebra os 100 anos da histórica greve de 1917, que durou três dias e paralisou a capital paulista por liberdade e aumento salarial, marcando os primeiros tempos de organização operária no Brasil – a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) viria somente em 1943 e hoje é alvo de ataques e pode até mesmo ser extinta por Temer e sua base.

Outras regiões
Além da capital, outras regiões do interior paulista também farão atos do 1º de Maio. Em Campinas, a atividade unificada será na Avenida Francisco Glicério, s/n, em frente à Catedral de Campinas, com início às 10h. Já em Araraquara, a militância irá se encontrar a partir das 14h, na Praça Deputado Scalamandré Sobrinho, s/n, na Vila Ferroviária.

Redação CUT

Confira a agenda na sua região e participe:
1º de Maio Unificado de Luta (segunda-feira)

São Paulo
Avenida Paulista, em frente ao Masp, nº 1.578
A partir das 12h

Campinas
Avenida Francisco Glicério, s/n, em frente à Catedral de Campinas
A partir das 10h

Araraquara
Praça Deputado Scalamandré Sobrinho, s/n. na Vila Ferroviária
A partir das 14h

 

1º DE MAIO DA RESISTÊNCIA POR:
. APOSENTADORIA
. DIREITOS TRABALHISTAS
. EMPREGO PARA TODOS E TODAS
100 ANOS DEPOIS DA 1ª GREVE GERAL NO BRASIL, A LUTA CONTINUA!


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Na sede do sindicato, 19/04, os trabalhadores da Rede Conveniada reunidos em assembleia, após intenso e produtivo debate, deliberaram pela decretação de greve geral, que terá inicio a partir da zero hora do dia 28 de abril de 2017, contra o desmonte da previdência e a retirada dos direitos dos trabalhadores.

Greve geral dia 28 de abril. A categoria está unida e mobilizada na luta pelos seus direitos.

Vamos a luta e #NenhumDireitoAMenos!!! 

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Rua Gonçalves Crespo, 324 Tatuapé/SP
Tel: (11) 4324-5915
Horário de atendimento: 10h às 18h

 
 

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