Comunicamos que em função do feriado do Aniversário de São Paulo dia 25/01, o setor administrativo do sindicato não terá expediente no dia 24/01.

Retornando normalmente na quarta-feira, 26 de janeiro de 2022.

À direção

 
À população do município de São Paulo, ao Excelentíssimo Dr Edson Aparecido dos Santos, Secretário Municipal de Saúde de São Paulo, e às Organizações Sociais de Saúde que atuam na APS do município
 
 
 
Acreditamos que, durante o curso de emergências sanitárias, a reorganização do atendimento à população seja fundamental e apoiamos estratégias de ampliação e readequação do atendimento. Contudo, a execução falha (e descolada de argumentos científicos) dessas estratégias é deletéria tanto para a população quanto para profissionais de saúde, conforme explicaremos a seguir.
 
Profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) que atuam em UBS estão trabalhando desde antes da pandemia com grande sobrecarga, o que só se deteriorou com a atual conjuntura e a demanda dos sintomáticos respiratórios. Hoje, além de mantermos os serviços rotineiros, adicionamos ao escopo de atuação a coleta de exames relacionados aos casos suspeitos de COVID-19, suporte à vacinação, atendimento aos sintomáticos respiratórios e aos pacientes com sequelas da COVID-19;
Apesar da elevação exponencial do número de atendimentos, nunca foi oferecido, por parte da prefeitura ou da OSS parceiras, a contratação de profissionais extras para auxiliar no enfrentamento à pandemia. Pelo contrário, os funcionários responsáveis pela vacinação, coleta de PCR para COVID-19 e atendimento a pacientes com síndrome gripal foram realocados de
outras funções nas UBSs, deixando profissionais de todos os setores sobrecarregados e a população sem atendimento adequado;
Psicólogos, nutricionistas e equipes de saúde bucal, por exemplo, reduziram o tempo de trabalho em suas agendas para realização do telemonitoramento de pacientes sintomáticos respiratórios – negando à população a já tão escassa oportunidade de tratamento de doenças de saúde mental, bucal e nutricional;
Agentes Comunitários de Saúde que já continuamente se expõem ao risco dessa nova doença infecciosa estão sendo deslocados para auxiliar tarefas de vacinação nas unidades e em drive-thrus, e para organização de fluxo do atendimento de sintomáticos respiratórios e filas das UBSs, com manutenção da cobrança de metas: 200 visitas domiciliares/mês, sem abatimento dos dias em que ficam nessas atividades extras das unidades ou em drivethrus;
A equipe de enfermagem vem apresentando cada vez mais sinais de exaustão por serem cobradas pela organização de fluxos de vacinação, preenchimentos de notificações dos casos atendidos, coletas de exames em pacientes com sintomas respiratórios, além de acumularem as tarefas burocráticas da unidade, sem o devido aumento do dimensionamento de pessoal;
Médicas e médicos têm sido obrigados a atenderem num ritmo em que não conseguem prestar boa assistência aos seus pacientes devido à crescente demanda pelo serviço, cumprindo jornadas intermináveis de trabalho, estando cada vez mais expostos aos riscos que essa dinâmica representa tanto à sua saúde quanto à saúde da população. Além disso, esses profissionais vêm experimentando o risco de agressões físicas e verbais por lidarem diretamente com a insatisfação da população que, pela superlotação dos serviços, acaba descontando seu descontentamento no trabalhador que está na ponta;
Diuturnamente, nos faltam insumos mínimos para atendimento de qualidade à população. Não temos medicamentos básicos para conduzir duas infecções coexistentes (COVID-19 e Influenza): dipirona, ibuprofeno, salbutamol, diclofenaco, loratadina, antibióticos acabam nas prateleiras de nossas farmácias, impactando diretamente a Assistência Farmacêutica;
Equipamentos básicos são escassos: lençol para maca, oxigênio, luvas, dentre muitos outros. Sofremos junto à população, há muitos meses, com desabastecimento de recursos essenciais para atendimentos de APS, como testes de gravidez e espéculos vaginais. Nossa matéria prima e nossas ferramentas têm sido o descaso e a miséria.
Ironicamente, mesmo com toda falta referida acima, a cobrança por metas de atendimento gerais e de alguns programas, como atenção a gestantes, voltaram de maneira truculenta. Em adição, contrariando as recomendações de distanciamento social, foi-nos imposta a retomada das atividades em grupos, o que aumenta a contaminação dos participantes.
Não há pagamento de horas extras, mesmo diante da necessidade de trabalhar exponencialmente mais. E o desfalque em nossas equipes inviabiliza o uso das horas acumuladas em banco de horas para folgas de profissionais já colapsados. Os bancos de horas estão abarrotados com um tempo que o trabalhador não consegue usufruir saudavelmente.
Muitos feriados foram cancelados para manutenção dos atendimentos de sintomáticos respiratórios; além disso, abrimos os postos de saúde diversas vezes aos finais de semana para campanha de vacinas – com equipe mínima. Recentemente, nossos empregadores nos obrigaram (e obrigam, via convocação informal por WhatsApp) a trabalhar todos os sábados em UBSs para suprir a demanda de sintomáticos respiratórios (com exceção dos ACS). Os nossos horários de descanso estão cada vez mais raros.
A comunicação com a OSS se dá via WhatsApp, sem designação formal de responsabilidade e autoria, unilateralmente e sem justo embasamento. Os avisos para comparecimento em jornadas extras acontecem sem antecedência devida
A escolha política da prefeitura de São Paulo frente ao surto de Influenza H3N2 é comunicar para a mídia, antes de comunicar a trabalhadores de saúde sobre temas importantes como datas de abertura das UBS em dias de feriado e fins de semana, datas de campanhas de vacinação etc. Algumas divulgações levam a população a acreditar que as UBS não atendem sem agendamento prévio, enquanto mesmo antes da pandemia de COVID-19 profissionais já se desdobravam para acolher e atender casos agudos e de emergência, inclusive de pessoas com sintomas respiratórios.
 
Durante a pandemia, esse atendimento foi ampliado por recomendação da SMS em março de 2020, para organização da demanda por cuidados e para isolamento de casos respiratórios, mas só foi possível devido a ajustes locais que todas as equipes de saúde se dedicaram a realizar por conta própria.
 
Diante desse quadro, exigimos que:
 
O comparecimento dos profissionais de saúde nas UBS nos dias de sábado e feridos não deve ser obrigatório, embora possa ser
oferecido para profissionais que se dispuserem voluntariamente. Caso aceitem, deve ser realizado pagamento como hora extra (com adicional de 100%). Caso não haja profissionais suficientes, devem ser contratados profissionais plantonistas, portanto a possibilidade de funcionamento de cada serviço deve ser individualizada conforme recursos;
Ofereçam possibilidade de pagamento em horas extras aos profissionais que possuem banco de horas, sem, no entanto, obrigálos a trabalhar essas horas e reestruturando a contratação de profissionais para períodos de emergência epidemiológica;
Respeitem trabalhadores de saúde, informando com antecedência viável e sempre de forma oficial sobre a abertura de unidades em finais de semana e feriados;
Ampliem os recursos humanos das UBS do município para esse momento de epidemia de Influenza e reponham urgentemente insumos medicamentos essenciais para o atendimento de sintomas respiratórios e para manutenção de medidas higiênicas dentro dos serviços de saúde;
A gestão da SMS deve fiscalizar e organizar a atuação das OSS para que trabalhadoras e trabalhadores de saúde de todo o município recebam uma resposta unificada das OSS, pois profissionais contratados por OSS oferecem serviços e cuidados em saúde para a população do município de São Paulo e observam severas divergências nos serviços geridos por OSS distintas;
Espaço de diálogo permanente entre representantes de profissionais de saúde (sindicatos, instituições de categorias profissionais) e gestão (SMS, coordenadorias regionais de saúde e OSS), com periodicidade mensal.
Trabalhadores que estão no SUS o fazem porque acreditam no compromisso com a assistência à saúde da população num país desigual e socialmente desmantelado, hostil. No entanto, o que recebemos em troca é a aridez de um trabalho insalubre, exploratório, descaracterizado de sua função cidadã e alienado de seus próprios benefícios e direitos.
 
O SUS de São Paulo enfileira miríades de profissionais doentes, que se doaram ao máximo desde o início da pandemia. Nós não queremos ser enxergados como heróis incansáveis e indestrutíveis. Somos e queremos ser vistos como trabalhadores que, como todos os outros, precisam ter seus direitos respeitados e suas vidas valorizadas. Nós pedimos que nos
escutem, pois já não conseguimos seguir nesse ritmo.
 
Precisamos de mais contratações urgentemente. Precisamos de estrutura física adequada em nossas unidades. Precisamos da garantia dos nossos direitos a uma remuneração justa e do nosso descanso. Precisamos que a população saiba que do outro lado daquela fila interminável do serviço de saúde, tem um trabalhador, exausto abandonado pela Prefeitura
e pelas OSS. Precisamos do apoio daqueles de quem sempre estivemos ao lado prestando assistência, ainda que na adversidade.
 
Os trabalhadores da saúde do município de São Paulo pedem socorro!

Já está liberado o PRÉ-CADASTRO para a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra COVID-19 no Estado de SP! Os responsáveis devem acessar o site https://vacinaja.sp.gov.br/ e preencher o formulário com os dados pessoais da criança, como foi realizado nas faixas etárias anteriores.
O Estado de São Paulo está preparado e vai iniciar a vacinação infantil imediatamente após o recebimento das doses pediátricas, que devem ser enviadas pelo Ministério da Saúde.
✔️ O objetivo é vacinar todas as 4,3 milhões de crianças com a primeira dose dentro de um período de três semanas após o início da campanha, com prioridade para os públicos com comorbidades, deficiências, indígenas e quilombolas.
? Faça o pré-cadastro e agilize o atendimento do seu filho no dia da vacinação!
Acompanhe nossos canais oficiais para receber atualizações sobre as datas e demais informações da campanha infantil de vacinação contra COVID-19.

Diante da elevação do número de casos de síndromes gripais nos últimos dias – o que tem levado ao afastamento das funções de milhares de profissionais de saúde em várias regiões do País –, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, reduziu, nesta segunda-feira (10), a quarentena desses profissionais para cinco dias, o que possibilitará o trabalho deles mesmo contaminados. 

Risco

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) considera preocupante a proposta do ministério. "Os profissionais de enfermagem atuam diretamente na assistência à população, incluindo doentes, imunossuprimidos e convalescentes, entre outros grupos altamente vulneráveis. Reduzir o afastamento implicaria risco de transmissão para a população assistida", afirmou, em nota. 

Absurdo

O presidente do SindSaúde ABC, Almir Mizito, concorda: “É mais uma ideia absurda desse governo, que finge não ver que a situação está cada vez mais grave; em vez de ajudar no combate à pandemia, só estão atrapalhando”, afirmou. 

Entre os profissionais afastados estão médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, farmacêuticos, maqueiros e recepcionistas, segundo informações das secretarias de Saúde de diversos estados. 

“O que precisa ser feito é manter o afastamento de 14 dias e contratar novos profissionais, pois os que trabalham na linha de frente estão sobrecarregados, tanto pelo aumento do número de contaminados pela Covid-19 como pela Influenza”, concluiu. 

(Com informações do Diário do Grande ABC) 

A Prefeitura de São Paulo determinou Instrução Normativa 53 de 2021 a contratação de Auxiliares de Classe para os Centros de Educação Infantil de forma proporcional a quantidade de crianças atendidas.

As funções são basicamente auxiliar os alunos e professores, acompanhar as crianças para o recreio e banheiro, organizar a sala, atender aos professores nas solicitações de materiais pedagógicos em sala ou de assistência às crianças e colaboração na organização da instituição.

Os auxiliares não poderão assumir em hipótese nenhuma a sala.

Tendo em vista que não está sendo exigida formação superior para a função, o piso salarial será aquele descrito em Convenção Coletiva, para o Auxiliar de Berçário, exceto, se a prefeitura normatizar de forma diferente, sendo neste caso obedecido o melhor valor.

Enfatizamos que a contratação do Auxiliar de Classe não exclui a necessidade de contratação e existência do Professor Volante, sendo que este profissional pode assumir a sala de aula.

Caso haja desvirtuamento das atividades dos auxiliares de sala a organização poderá responder pelo desvio de função, sendo obrigada a pagar diferenças salariais e outros benefícios descrito em Convenção Coletiva.

Atenção trabalhador, mantenha seu sindicato FORTE!!! PARTICIPE!!!!!!!!!!

A jornada de trabalho dos empregados pertencentes a nossa categoria são de 40 (quarenta) horas semanais, de acordo com a cláusula 21ª da Convenção Coletiva.

Dessa forma, os trabalhadores que se ativam nos Centro de Educação Infantil, devem ter horário das 7h às 16h ou das 8h às 17h, sempre com uma hora de intervalo para almoço e descanso.

A nossa Convenção Coletiva não permite elasticidade da jornada, tampouco há acordos coletivos no que tange a prorrogação de horário de intervalo, de modo que em havendo trabalhos em horários distintos, a empregadora poderá responder ao pagamento de horas extras.

A direção informa a todos que o Sindiacto entrará em recesso de final de ano, com inicio no dia 21 de dezembro.
 
O atendimento para homologações serão realizadas também até o dia 21/12/2021, terça-feira.
 
O atendimento administrativo do sindicato terá retorno no dia 03 de janeiro
 
As homologações retornarão seu atendimento no dia 04/01. As homologações feitas no sindicato vencidas neste período poderão ser realizadas sem multa ou acréscimo, até o dia 11/01.
 
Desejamos a todos um ótimo Natal e um próspero Ano Novo.

Foi sancionada a Lei 14.245/2021, conhecida como Lei Mari Ferrer. Proposta pela deputada Lídice da Mata (PSB) em resposta ao caso da mulher que acusou o empresário André Aranha de estupro e se tornou vítima de um processo judicial escancaradamente machista.

O caso tomou o debate público após imagens da audiência divulgadas mostrarem a vítima ser humilhada pela defesa do acusado, com anuência do juiz responsável pela condução do processo, que nada fez para impedir que os advogados de Aranha se utilizassem de um expediente tão comum quanto problemático em casos de violência sexual: atacar a dignidade da vítima e transformá-la em ré de um julgamento moral sobre sua conduta.

Leia a matéria completa aqui

Trabalhadoras, sindicalistas e ativistas vão às ruas no próximo sábado (4) em uma grande mobilização que tem como mote “Bolsonaro nunca mais”.

A mobilização tem caráter nacional. As mulheres defendem a saída imediata do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL).

Na cidade de São Paulo, o protesto ocorrerá no vão do Masp, na Avenida Paulista, a partir das 14h. Outros protestos estão previstos nas cidades do interior e litoral paulista.

 

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