A prefeitura do João Doria (PSDB), “O TRABALHADOR SEM TRABALHO” está se vangloriando que criou 26.059 vagas de creche. Isso não é verdade, na realidade o que aconteceu foi o remanejamento de vagas das creches para as EMEIs.

O “João enganador” na campanha salarial de 2017 precarizou os serviços da assistência social e educação. E pior, até o momento não fez o repasse do reajuste dado aos trabalhadores, do ano de 2017.

Além disso, a prefeitura de São Paulo, no mês de janeiro e fevereiro atrasou repasses, cortou verbas, muitos trabalhadores ficaram sem seus salários, precarizando ainda mais os serviços.  

As dificuldades foram intensas para conquistarmos o nosso reajuste salarial, tanto que tivemos que buscar a judicialização para conseguirmos o índice.

E esse ano não vislumbramos uma luta branda. O governo do PSDB com seu marketing ilusório é contra o desenvolvimento popular, porque suas políticas publicas não estão sendo desenvolvidas para nós, trabalhadores brasileiros que precisam levantar todos os dias para ir a luta por seus direitos.

       Na quarta-feira (21/02), a direção do SITRAEMFA, foi até Brasília/DF receber das mãos do Secretário das Relações do Trabalho, Marcus Vinicius Laira a carta sindical do SITSESP, que passou a representar os trabalhadores da Fundação CASA. E hoje, os trabalhadores e trabalhadoras da REDE Conveniada têm um sindicato único, direcionado à luta da categoria da educação e assistência social.

        Essa é uma luta que vem de alguns anos pelo desejo dos (as) trabalhadores (as) que propuseram a cisão e lutaram em prol deste desfecho, que hoje depois de tramites jurídicos e políticos podemos dizer que esse sindicato é exclusivo da REDE CONVENIADA.

        Parabéns a todos que acreditaram, que a luta e a vitória seriam possíveis!

Comemoramos no mês de março o dia internacional da mulher. E no dia 08/03, em especial as mulheres foram às ruas “pela vida das mulheres, em defesa da democracia, da soberania e para dizer não à Reforma da Previdência”.

Há muito tempo que as mulheres estão ocupando os espaços e lutando pelo que acham justo na sociedade. No entanto, ainda presenciamos uma série de desrespeitos aos direitos das mulheres em todas as camadas da sociedade e em todos os espaços sociais, quer sejam eles, na vida familiar, na comunidade, no trabalho e espaço de político.

Hoje vivemos outro momento,  somos as principais vítimas do golpista Michel Temer, na reforma trabalhista e previdenciária.

A diretoria do SITRAEMFA parabeniza a todas as mulheres guerreiras, por este mês em especial, lembrando que março é apenas o mês simbólico de uma luta que ocorreu a muitos anos, de mulheres que acreditaram na sua força e lutaram por melhores condições de trabalho. Mulheres nossa batalha persiste e temos ainda muito o que lutar pela  democracia e o nossos direitos.

 

1° e 3° segunda do mês  na subsede, das 9h às 13hs

(Rua Arlindo Colaço, 32 - Centro de São Miguel )

2° e 4° segundas do mês na sede, das 9h às 13hs

(Rua Gonçalves Crespo, 324 Tatuapé )

Na sexta-feira, (23/02) aconteceu a primeira reunião de representantes de 2018, onde os trabalhadores participaram da jornada da democracia. O evento ocorreu na Associação dos Metalúrgicos Aposentados do ABC (AMA/ABC).

No período da manhã aconteceu na sede do SITRAEMFA, a primeira reunião onde foram debatidos temas como: atrasos nos pagamentos, situação sindical e informes.

Logo depois os representantes, assim como a diretoria do sindicato foram para São Bernardo do Campo, onde tiveram um almoço com os trabalhadores. Um momento de integração entre os representantes "antigos" e os novos representantes.

Em seguida todos se dirigiram para palestra e debate sobre a Reforma Trabalhista, desmonte da CLT, perdas de direitos e metodologia de resistência e enfrentamento, o debate foi ministrado pelo advogado Ronaldo Machado, que trabalhou por muito tempo no sindicato dos Metalúrgicos de SP.

Contamos com um numero expressivo de representantes mesmo sendo um mês de adaptação. Esta reunião foi de grande importância para a categoria, pois reforçamos conscientização para garantir a democracia, pois só com muita luta conseguiremos manter nossos direitos, tirado com um golpe de classe, precisamos da união de todos os trabalhadores.

        O representante sindical de base é o elo entre o sindicato e a base, ele representa o sindicato dentro da unidade e, perante o sindicato, os interesses do local de trabalho.

        Ele deve manter sua base informada e mobilizada, participando das atividades a ele direcionadas, reproduzindo em sua unidade, por meio de reuniões, debates e distribuição de materiais, as informações sobre as campanhas e ações do sindicato.

        Ao mesmo tempo deve estar sempre atento às demandas dos colegas da unidade para repassá-las à entidade sindical, zelando pelo cumprimento dos direitos trabalhistas, previstos na legislação e na Convenção Coletiva.

      O representante sindical de base é eleito pelos colegas para auxiliar na organização no local de trabalho.

A nova legislação trabalhista aprovada pelo governo Temer, em vigor desde novembro, traz implicações desastrosas para o sistema público de aposentadorias, já que dificulta a contribuição dos trabalhadores, devido às novas modalidades de contrato.

Um dos exemplos são os contratos intermitentes, o trabalhador terá dificuldades em manter constante o valor da contribuição previdenciária e, caso a sua remuneração não atinja o equivalente ao salário mínimo, terá de tirar do próprio bolso para ter garantido o direito à aposentadoria.

É o que o governo quer impor com a reforma prejudicando todos os trabalhadores, tendo em vista que em outros aspectos a reforma também é bastante danosa.

Veja o que o governo não conta sobre a reforma da Previdência. O que o governo Temer e sua base aliada no Congresso escondem sobre a reforma da Previdência é que ela vai prejudicar todos os trabalhadores.

        Ao contrário do que diz a turma de Temer, a PEC 287 não vai mexer nas altíssimas aposentadorias do Judiciário e do Legislativo, nem dos militares. Querem acabar com a sua possibilidade de aposentar, mas a deles continuará e continuarão intocadas.

        Você sabia que a dívida de grandes empresas, principalmente dos bancos, é maior do que o "rombo" que o governo alega existir na Previdência? Aliás, o cálculo do suposto déficit da Previdência é outro embuste deslavado.

        O governo está com dificuldade de conseguir os 308 votos necessários na Câmara para aprovar a PEC, pois os deputados, de olho nas eleições de 2018, sabem que podem não se reeleger com essa medida tão impopular. Portanto, vamos nos manifestar contrários à reforma da previdência já!

        E fiquem atentos em quem você irá votar nas próximas eleições! O seu voto é a sua defesa contra o retrocesso e as perdas de direitos.

Você enquanto empregado já se perguntou o que deixa de ganhar com a retirada do imposto sindical? Antes da Reforma trabalhista TODOS os empregados de forma involuntária contribuíam para o custeio e manutenção das atividades sindicais.

Todos têm conhecimento que o Sindicato de Classe visa à garantia de direitos dos empregados sob sua tutela, todavia, para manter a estrutura sindical é necessária a contribuição de todos os trabalhadores.

Com a reforma trabalhista o custeio sindical e consecutivamente sua manutenção poderá se tornar inviável, podendo dificultar e tornar até impossível a busca da proteção de direitos e garantias de todos os trabalhadores.

É bom esclarecer que anualmente o sindicato trava uma “briga” com o sindicato patronal visando o aumento salarial para todos os trabalhadores da base sindical, tarefa essa que poderá ser prejudicada se não houver condições financeiras.

O Juiz da 30ª Vara do Trabalho de São Paulo, determinou a inaplicabilidade da convenção coletiva, frente a negativa do trabalho em recolher as contribuições negociais. Vejamos:

“(...)  6. Inaplicabilidade de convenção coletiva de trabalho - O autor sustentou não ser sindicalizado e, por isso, negou-se a contribuir para a entidade sindical dos trabalhadores. A despeito disso, pretende ver aplicadas a seu contrato de trabalho as cláusulas de negociação coletiva que estipulem direitos dos empregados da categoria.

Tal comportamento viola a cláusula geral de boa fé objetiva (Código Civil, art. 422). Se é certo que a sindicalização é faculdade do cidadão, não menos certo é que as entidades sindicais devem ser valorizadas, e precisam da participação dos trabalhadores da categoria (inclusive financeira), a fim de se manterem fortes e aptas a defenderem os interesses comuns. Aliás, como qualquer associação de particulares.

Já que o autor não concorda em contribuir com o sindicato, é justo que também não aufira as vantagens negociadas por este em favor da categoria profissional. “Ubi emolumentum, ibi onus”.

Por essas razões, não procedem os pedidos pertinentes a direitos previstos na convenção coletiva de trabalho, conforme os tópicos respectivos. (...)” (processo número 01619200903002009).

Assim, trabalhador não seja conivente com os empregadores, faça valer seus direitos, e acima de tudo, não peçam cancelamento da contribuição, pois somente ela pode garantir que seus direitos serão respeitados, destacando que as contribuições são essenciais para a manutenção da estrutura sindical em funcionamento que visa a garantia dos direitos dos empregados.

Na sexta-feira, 08/12 os trabalhadores e trabalhadoras da Rede Conveniada que representam a base na cidade de São Paulo estiveram na subsede noroeste para realizarem a última reunião do ano, que teve como pauta a Campanha Salarial, Eleições Sindicais e o relançamento do livro “Contribuição Crítica à Reforma Trabalhista”, que aborda vários aspectos da Lei 13.467, o deputado Luiz Fernando Teixeira que assina um dos textos críticos à Reforma e um dos autores do livro o sindicalista Hélio Rodrigues do Sindicato dos Químicos, estiveram presentes ao encontro.

Nesta reunião central também estiveram, além da vice-presidente Maria Aparecida Nery, os diretores Ana Cláudia (Sul), Maria da Graça e Fátima Santos (Noroeste), Maria de Fátima (Leste), Terezinha (Oeste).

A vice-presidente do SITRAEMFA, Maria Aparecida Nery abriu a reunião resgatando as dificuldades da Campanha Salarial deste ano de 2017, com o desmonte da CLT promovido pelo governo ilegítimo, o sindicato patronal estava irredutível. No entanto, no TRT foi possível manter as clausulas da Convenção Coletiva, com os direitos conquistados e o reajuste.

Em meados de 2018 iniciaremos nossa luta para a próxima Campanha salarial, pois já percebemos a dificuldade desse governo que quer retirar direitos e nos precisamos  garantir nossas conquistas ampliando sempre.

Após algumas dúvidas sanadas, como: o recesso escolar previsto na portaria do calendário escolar do ano de 2017 e respaldado pela Convenção Coletiva na sua cláusula vigésima terceira, que tem inicio no dia 23 e termina no dia 31 de dezembro; teve abertura do relançamento do livro “Contribuição crítica à Reforma Trabalhista”, que entre os temas está a diferença do trabalho da rede direta e conveniada na educação infantil.

 Neste segundo momento o sindicalista Helio Rodrigues falou sobre seus 11 anos de luta contra a terceirização, no entanto em outro projeto a elite implantou um calabouço de retrocesso nas leis trabalhistas.

E reafirma que entre vários estudos e debates já realizados esse foi o inicio da exploração, um ataque agressivo ao conjunto da classe trabalhadora.

O deputado Luiz Fernando Teixeira, abriu sua fala lembrando que a elite brasileira sempre trabalhou contra a classe trabalhadora uma relação que sempre foi distante, no entanto, governo Lula esse laço se estreitou, e o rico não aceita a ascensão do pobre.

E reiterou que essa discussão política precisa estar em todos os ambientes e esse é o poder que precisamos difundir e fazer crescer.

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