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No dia 19/04, quarta-feira, às 16hs, na sede do Sindicato (rua Gonçalves Crespo, 324 - Tatuapé) acontecerá a reunião de Representante Centralizada, ou seja, todas as regiões irão se encontrar para discutirem a pauta, que entre os assuntos estão: Greve, Campanha Salarial, Atrasos nos Pagamentos, entre outros.

Participe! Estamos esperando por vocês trabalhadores(as) representantes das regiões das regiões Norte, Sul, Leste, Oeste e Centro.   

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O SITRAEMFA convoca a todos os trabalhadores (as) da Rede Conveniada à Assembleia Geral da categoria no dia 19 de abril, para deliberar sobre a GREVE GERAL dos Trabalhadores Brasileiros no dia 28 de abril de 2017.

A direção do SITRAEMFA contrário ao golpe disferido contra a democracia e os ataques do governo golpista de Michel Temer convoca a todos trabalhadores da categoria a entrarem nessa luta contra as reformas trabalhista e da Previdência Social.

#Nenhum direito a menos!!!

Acorda trabalhador, Temer está acabando com os seus direitos!

Nunca se viu um ataque tão perverso contra a classe trabalhadora brasileira. É fundamental que os trabalhadores da categoria tomem consciência da atual situação política para entenderem o que de fato acontecerá com os seus direitos, caso essas reformas sejam aprovadas.

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É com pesar que a direção do sindicato comunica o falecimento do militante Sebastião Geraldo Cardoso (Tião) presente!!!

Manifestamos ainda nossos sentimentos aos familiares e ao movimento sindical brasileiro que perde um homem de luta, um pai de família, profissional digno, militante aguerrido e histórico do movimento sindical brasileiro. 

à Direção

 

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O SITRAEMFA convoca todos os trabalhadores (as) da Rede Conveniada para participarem do ato de mobilização rumo a Greve Geral.

Vamos dar um basta as atrocidades do governo ilegítimo de Temer. Vamos dizer não ao desmonte da e a reforma trabalhista.

A participação de todos é muito importante. Converse com o seu colega de trabalho e com a sua comunidade sobre a importância da luta contra a retirada de direito do povo brasileiro.

Imprima esse banner e cole no mural do seu local de trabalho. Vamos juntos barrar as ações nefastas do governo Temer. #NenhumDireitoaMenos.

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Não é de hoje que a elite fascista, à direita, a mídia golpista e o judiciário vendido promovem ataques aos direitos dos trabalhadores brasileiros. Porém, nunca se viu tanta voracidade e perversidade em um curto espaço de tempo. 

As propostas efetivadas pelo governo ilegítimo de Michel Temer tem a única intenção de atender as vontades e necessidades do grande capital.

Satisfazer a ganância dos banqueiros, empresários, latifundiários e dos grandes meios de comunicação são a sua principal tarefa.

Para isso retira os direitos da classe trabalhadora. Criam uma crise política e econômica para justificar as suas investidas e reestruturar o sistema capitalista que sofre uma crise estrutural.

O golpe não foi contra Dilma, Lula ou contra o PT. Foi um golpe contra a democracia e contra os trabalhadores brasileiros. Um ataque voraz contra as políticas estruturantes e inclusivas realizadas pelos governos do PT.

Atacar a previdência, fazer a regulamentação da terceirização e a reforma trabalhista são as principais metas a serem cumpridas pelo governo golpista de Temer.

Para conseguir atingir os seus objetivos primeiro aprovou a Emenda Constitucional número 55, que estabeleceu o teto dos gastos públicos, congelando-os por um período de 20 anos. Uma afronta direta a Constituição Brasileira.

Não podemos deixar de ir às ruas e manifestarmos a nossa insatisfação, a nossa indignação e o nosso profundo descontentamento com esse governo golpista de Temer. De chamar os nossos familiares, amigos, colegas de trabalho e vizinhos para participarem desse momento crucial para a classe trabalhadora. Um momento de perda de direitos, perda de soberania, perda da democracia, entre outros direitos.

Frente à situação pela qual todos nós passamos e por ter o compromisso intransigente com a classe trabalhadora, os dirigentes do SITRAEMFA convoca toda a categoria e, do mesmo modo, aos trabalhadores paulistas a se engajarem nessa luta contra a retirada e violação de direitos fundamentais, como ao trabalho digno e salubre.

Por esses, justos motivos, convocamos a todos os trabalhadores, a todos os sindicatos, a todas as centrais sindicais, a todas as federações e confederações a participar da mobilização para a Greve Geral que realizar-se- a no dia 31 de março de 2017.

VAMOS AS RUAS LUTAR PELA GARANTIA DOS NOSSOS DIREITOS.

NENHUM DIREITO A MENOS.

TEMER SAIR E OS NOSSOS DIREITOS FICAM.

 

Direção do SITRAEMFA

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            A direção do SITRAEMFA convoca a toda categoria a participar do Dia Nacional de Paralisação e Mobilização no dia 15 de março, no vão livre do Masp, na Avenida Paulista, a partir das 16h. Neste dia diversas entidades sindicais e Centrais que compõem a frente Brasil Popular realizam importante ato em defesa dos direitos dos trabalhadores.

É preciso organizar a resistência e conscientizar a população nos seus locais de trabalho, nas escolas e universidades, no campo e na cidade sobre o brutal ataque aos direitos que vem sendo patrocinado por um governo e uma esmagadora maioria do Congresso Nacional, que não tem compromisso com o povo.

A luta é contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, que trata sobre a reforma da Previdência. Sem discussão com a sociedade civil, a medida pretende igualar a idade mínima de 65 anos entre homens e mulheres e estabelece 49 anos de contribuição ininterrupta para o recebimento da aposentadoria integral.

 O Sitraemfa tem participado ativamente da construção deste ato e se manifesta contrário ao desmonte da previdência, que impacta na retirada de direitos do trabalhador à aposentadoria. Informamos que neste dia, por estarmos na luta na mobilização e paralisação, portanto não haverá atendimento na sede e subsedes do Sindicato.  

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CUT fará assembleia com trabalhadoras e ato unificado com movimentos sociais

 

As mulheres ganham salários menores, representam maioria entre os desempregados e trabalham até cinco horas a mais na semana do que os homens. Esta realidade explica porque hoje as trabalhadoras alcançaram o direito de se aposentar cinco anos antes dos homens, conquista que o governo Temer agora pretende tirar.

 

É por esta e outras violências que as mulheres cutistas irão às ruas no dia 8 de março. Na cidade de São Paulo, as atividades começam às 14h, em frente ao prédio do INSS, no Viaduto Santa Efigênia, 266, com assembleia das trabalhadoras cutistas contra a Reforma da Previdência, medida que tramita na Câmara dos Deputados como Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287.

 

Nesta proposta, as mulheres vão ter que trabalhar mais e tanto quanto os homens. Ela acaba com critérios diferentes de gênero e adota idade mínima de 65 anos para trabalhadores e trabalhadoras como condição para requerer a aposentadoria.

 

Ato unificado

 

Depois da assembleia, as cutistas se somarão ao ato unificado na Praça da Sé, cujo mote é “Aposentadoria fica, Temer sai". Paramos pela vida das mulheres”, com concentração às 15h e caminhada às 17h. A mobilização também trata sobre a violência contra as mulheres, situação que leva inúmeras ao feminicídio.   

 

Para a secretária nacional da Mulher Trabalhadora da CUT, Juneia Batista, as mulheres rurais, professoras e servidoras serão as principais atingidas se a Previdência for modificada. “O mais cruel desta proposta, além dos segmentos que serão afetados, é que desconsidera a nossa dupla e tripla jornada. Esta proposta vem trazer maior castigo para nós mulheres e se não barrarmos esta reforma, os direitos serão enterrados para as próximas gerações. Depois do dia 8, vamos paralisar geral no dia 15 de março”, alerta.

 

É neste momento que os movimentos, centrais e sindicatos devem estar unidos para fazer o enfrentamento, acredita a secretária da Mulher Trabalhadora da CUT-SP, Ana Lucia Firmino. “Lutamos muito para chegar até aqui e os golpistas querem tirar tudo de uma vez. Querem dar fim aos direitos trabalhistas e sociais, sem considerar a nossa realidade”, afirma.

 

Com o golpe, chega um pacote de maldades, diz a secretária de Comunicação da CUT-SP, Adriana Magalhães. “Sabemos que seremos as mais atingidas. Nossa ação no dia 8 será internacional e iremos às ruas porque não aguentamos mais tanta violência, retrocesso, um sistema que humilha e exclui os filhos e filhas do Brasil, num cenário machista e preconceituoso. Não será um dia de celebração, mas de luta”, fala. 

 

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Nos dias 27, 28 (feriado)  de fevereiro até 01 demarço os funcionários do Sindicato que compõe administrativo do SITRAEMFA entrarão em recesso, em função do Feriado de Carnaval retornando suas atividades normais no dia 02/03, quinta-feira.

 

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Mobilização abre calendário de manifestações; presidente da CUT reforça ainda que não negocia com quem quer destruir classe trabalhadora

Para não deixar dúvidas: a CUT não senta à mesa com o ilegítimo Michel Temer para negociar as reformas da Previdência e trabalhista porque não nasceu para discutir retirada de direitos.

A afirmação do presidente nacional da Central, Vagner Freitas, em entrevista durante reunião da Direção Executiva Nacional, em São Paulo, reforça a ideia de que a organização não cairá na armadilha de referendar ataques à classe trabalhadora. Para ele, Temer tem uma missão a cumprir, agradar os financiadores do golpe que quererem trocar o Estado para todos pelo privado para poucos.

Em entrevista ao Portal, Freitas diz ainda que a CUT apoiará a greve de professores marcada para o 15 de março e proporá às demais centrais que este seja um Dia Nacional de Paralisação contra o roubo de direitos e o ataque às aposentadorias.

Confira a entrevista.

A CUT já deixou claro que é contra a reforma da Previdência. Mas, se for chamada, aceita negociar com Michel Temer?
Vagner Freitas– 
Eu não consigo imaginar qual o adendo que faríamos para que essa proposta não fosse prejudicial ao trabalhador. O Temer não está fazendo reforma, está acabando com a aposentadoria. Vamos negociar o que? Que não coloque a necessidade de 49 anos de contribuição, mas 45? Que os rurais não trabalhem 15, mas 14 anos? Tudo isso é paliativo, o que está por trás da reforma é o interesse dos setores privados em controlar um mercado altamente rentável. Não existe possibilidade de a CUT discutir isso, o que pode fazer é apresentar um substitutivo no Congresso para a sociedade com o que entende que precisa melhorar.

O Temer é um golpista, interventor, não foi eleito e, portanto, não tem compromisso com as consequências dos atos que toma. Não importa quanto tempo ficará no cargo, ele precisa cumprir uma tarefa e essa tarefa é nociva demais aos trabalhadores. Isso não significa que só vamos negociar com quem temos afinidade, mas o governo em exercício é um golpe, ainda vivemos sob um Estado de exceção. Temos que retomar a democracia, sair o Temer e termos eleições diretas para deixarmos a crise econômica que é gerada por crise política.

O Temer rasgou a Constituição, o Estado de direito, quer rasgar a CLT e eu não posso dar guarita para isso. O ilegítimo não é a CUT negociar com o Temer, o ilegítimo é o Temer.

E o que precisa melhorar?
Vagner Freitas –
 Precisa combater a sonegação, cobrar das empresas que não pagam e, principalmente, enxergar a questão de maneira macro. Não tem como sustentar a Seguridade Social sem reaquecer o mercado de trabalho. Ou você tem propostas de geração de emprego ou não renova o sistema. Precisamos de políticas que combatam o desemprego, a rotatividade, que incentivem a formalização da juventude. A discussão sobre a reforma da Previdência não se encerra nela mesma.

Mas não consigo imaginar que essas mudanças possam ser feitas a partir da proposta do Temer, porque o conceito dele é algo muito distante do que defendemos.

As centrais sindicais não podem entrar no canto da sereia que ele deseja, de discutirem e acabarem homologando a retirada de direitos dos trabalhadores. Como este governo não tem nenhum compromisso com a classe trabalhadora, porque não foi construído por ela, mas contra ela, e como quem financiou o golpe colocou como preço justamente levar a Previdência, eu não posso me enfiar nisso.

Os rentistas não deram um golpe para que o Banco do Brasil e a Caixa, portanto, o Estado, continuassem a ter 50% do mercado. E agora precisam concluir o golpe, precisam transformar Previdência em PGBL(Plano Gerador de Benefícios Livres – Previdência privada) ou similares.

Por exemplo, a PEC 55 (que limita gastos com serviços públicos como saúde e educação por 20 anos) vira letra morta se não aprovarem a reforma previdenciária.

A reforma da Previdência sabota o país, porque deixa de gerar riqueza no município, muitas das pequenas cidades dependem dos valores que os aposentados recebem. Tem de perguntar aos vereadores, prefeitos, lideranças das associações comerciais que não terão para quem vender seus produtos se concordam com isso.

Se as empresas estavam quebrando antes, está pior ainda, porque não podem contar sequer com o BNDES ((Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que está sendo desestruturado para que os empresários tenham de recorrer ao Bradesco e outros bancos privados.

Há expectativa sobre como a CUT responderá em 2017 ao golpe. Já há uma agenda de lutas definida?
Vagner Freitas –
 Ao longo de 2016 nós alertamos aos trabalhadores que iam perder os direitos, a aposentadoria e agora o governo ilegítimo de Michel Temer propõe exatamente isso. Ou o trabalhador participa em dia 15 de março do Dia Nacional de Paralisação e do início da greve dos professores, se manifesta, vai às ruas ou pagará o preço.

A agenda começa no dia 15, mas teremos um ano de muita mobilização. A reforma trabalhista também bate na porta, uma proposta que aumenta jornada de trabalho semanal, quer o contrato temporário, o contrato intermitente, em que o trabalhador aguardará ser chamado sem receber por esse tempo de espera.

E ainda estão querendo adotar a negociação do contrato de trabalho enquanto estiver vigente por meio da criação de uma comissão de trabalhadores. Comissão, inclusive, que não necessariamente será ligada a sindicato e pode ter indicados pela direção da empresa para discutir redução do horário de almoço e outras questões.

Temos que mostrar à sociedade que ela foi enganada, que a ideia de que tirar a Dilma e o PT melhorava a economia era uma mentira, e que a vida das pessoas piorou com o aumento do desemprego e da crise econômica aumentou. Com Temer, a perspectiva é nenhuma.

Como explicar para quem não está por dentro da discussão o que é ‘pagar a conta do golpe’?
Vagner Freitas –
 A lucratividade da classe dominante sempre esteve nas costas dos trabalhadores. Mas como o capitalismo está em crise e diminuiu os ganhos, tem de tomar de alguém. E esse alguém somos nós.

Para mudar o conceito de Estado participativo é que houve o golpe. O que Lula e Dilma fizeram é um enfrentamento a esses caras, dar o mesmo valor ao paraibano e ao paulista, fortalecer banco público, propor um bloco econômico com Rússia, China e África do Sul e um banco que não seja o Banco Mundial. Uma moeda que não seja o dólar, um bloco com países da América do Sul. Isso vai mexer com os lucros da nata do mercado financeiro, aí acontece o golpe.

A proposta que veio do governo Lula, de Hugo Chávez (ex-presidente da Venezuela), Evo Morales (ex-presidente da Bolívia), uma parte da Europa é de colocar mais agente na disputa do mercado mundial.

Aqui o conceito de país indutor do desenvolvimento fortaleceu a Petrobrás, que descobriu o pré-sal, fonte mais importante de riqueza mineral do mundo que está se esvaindo e que significa autonomia. Só conseguiu porque foi qualificada e teve investimento para isso. Além disso, o presidente Lula ainda mudou as regras para regime de partilha e de participação da empresa com ao menos 30% de participação nas áreas exploradas. Fora determinar que parte dos lucros seria investido em saúde e educação.

O governo ilegítimo e seus apoiadores tentam vender uma ideia de mudança de lógica, de que o público se mostrou incompetente e corrupto e de que o privado é o caminho para a recuperação do país. Há problemas com essa ideia?
Vagner Freitas –
 O erro está no individualismo sobre o coletivo. Olha o Eike Batista preso, qual o cargo público dele e do Marcelo Odebrecht? Eles querem incutir a ideia na cabeça das pessoas de que os empresários é que têm capacidade de gerir porque não querem que a classe trabalhadora dispute a riqueza com eles.

Querem dizer ‘fique aí, não faça política e venha trabalhar para a minha empresa porque essa é competente, vai te qualificar, não tem vícios das estatais, aqui tem eficácia’. Isso é o que tem sempre por trás das propostas que tentam inserir na cabeça das pessoas e pega, porque a velha e tradicional mídia bate em cima desse conceito o tempo todo. Essa é uma disputa cultural, tem de fazer um debate sobre isso na sociedade.

Eu fui forjado num ambiente em que o enfrentamento era ao patrão, agora é contra a velha mídia, que deixou de ser instrumento paralelo na luta de classes para ser central e determinante. Como diz Nassif (jornalista e economista Luís Nassif), até 2005, até o Mensalão, o jornalismo era tendencioso, pegava informação e dava a conotação que interessava. Hoje, a mídia inventa, forja o fato, não noticia. E ficam batendo na mentira até que se torne verdade.

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