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É com pesar que a direção do sindicato comunica o falecimento do militante Sebastião Geraldo Cardoso (Tião) presente!!!

Manifestamos ainda nossos sentimentos aos familiares e ao movimento sindical brasileiro que perde um homem de luta, um pai de família, profissional digno, militante aguerrido e histórico do movimento sindical brasileiro. 

à Direção

 

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O SITRAEMFA convoca todos os trabalhadores (as) da Rede Conveniada para participarem do ato de mobilização rumo a Greve Geral.

Vamos dar um basta as atrocidades do governo ilegítimo de Temer. Vamos dizer não ao desmonte da e a reforma trabalhista.

A participação de todos é muito importante. Converse com o seu colega de trabalho e com a sua comunidade sobre a importância da luta contra a retirada de direito do povo brasileiro.

Imprima esse banner e cole no mural do seu local de trabalho. Vamos juntos barrar as ações nefastas do governo Temer. #NenhumDireitoaMenos.

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Não é de hoje que a elite fascista, à direita, a mídia golpista e o judiciário vendido promovem ataques aos direitos dos trabalhadores brasileiros. Porém, nunca se viu tanta voracidade e perversidade em um curto espaço de tempo. 

As propostas efetivadas pelo governo ilegítimo de Michel Temer tem a única intenção de atender as vontades e necessidades do grande capital.

Satisfazer a ganância dos banqueiros, empresários, latifundiários e dos grandes meios de comunicação são a sua principal tarefa.

Para isso retira os direitos da classe trabalhadora. Criam uma crise política e econômica para justificar as suas investidas e reestruturar o sistema capitalista que sofre uma crise estrutural.

O golpe não foi contra Dilma, Lula ou contra o PT. Foi um golpe contra a democracia e contra os trabalhadores brasileiros. Um ataque voraz contra as políticas estruturantes e inclusivas realizadas pelos governos do PT.

Atacar a previdência, fazer a regulamentação da terceirização e a reforma trabalhista são as principais metas a serem cumpridas pelo governo golpista de Temer.

Para conseguir atingir os seus objetivos primeiro aprovou a Emenda Constitucional número 55, que estabeleceu o teto dos gastos públicos, congelando-os por um período de 20 anos. Uma afronta direta a Constituição Brasileira.

Não podemos deixar de ir às ruas e manifestarmos a nossa insatisfação, a nossa indignação e o nosso profundo descontentamento com esse governo golpista de Temer. De chamar os nossos familiares, amigos, colegas de trabalho e vizinhos para participarem desse momento crucial para a classe trabalhadora. Um momento de perda de direitos, perda de soberania, perda da democracia, entre outros direitos.

Frente à situação pela qual todos nós passamos e por ter o compromisso intransigente com a classe trabalhadora, os dirigentes do SITRAEMFA convoca toda a categoria e, do mesmo modo, aos trabalhadores paulistas a se engajarem nessa luta contra a retirada e violação de direitos fundamentais, como ao trabalho digno e salubre.

Por esses, justos motivos, convocamos a todos os trabalhadores, a todos os sindicatos, a todas as centrais sindicais, a todas as federações e confederações a participar da mobilização para a Greve Geral que realizar-se- a no dia 31 de março de 2017.

VAMOS AS RUAS LUTAR PELA GARANTIA DOS NOSSOS DIREITOS.

NENHUM DIREITO A MENOS.

TEMER SAIR E OS NOSSOS DIREITOS FICAM.

 

Direção do SITRAEMFA

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            A direção do SITRAEMFA convoca a toda categoria a participar do Dia Nacional de Paralisação e Mobilização no dia 15 de março, no vão livre do Masp, na Avenida Paulista, a partir das 16h. Neste dia diversas entidades sindicais e Centrais que compõem a frente Brasil Popular realizam importante ato em defesa dos direitos dos trabalhadores.

É preciso organizar a resistência e conscientizar a população nos seus locais de trabalho, nas escolas e universidades, no campo e na cidade sobre o brutal ataque aos direitos que vem sendo patrocinado por um governo e uma esmagadora maioria do Congresso Nacional, que não tem compromisso com o povo.

A luta é contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, que trata sobre a reforma da Previdência. Sem discussão com a sociedade civil, a medida pretende igualar a idade mínima de 65 anos entre homens e mulheres e estabelece 49 anos de contribuição ininterrupta para o recebimento da aposentadoria integral.

 O Sitraemfa tem participado ativamente da construção deste ato e se manifesta contrário ao desmonte da previdência, que impacta na retirada de direitos do trabalhador à aposentadoria. Informamos que neste dia, por estarmos na luta na mobilização e paralisação, portanto não haverá atendimento na sede e subsedes do Sindicato.  

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CUT fará assembleia com trabalhadoras e ato unificado com movimentos sociais

 

As mulheres ganham salários menores, representam maioria entre os desempregados e trabalham até cinco horas a mais na semana do que os homens. Esta realidade explica porque hoje as trabalhadoras alcançaram o direito de se aposentar cinco anos antes dos homens, conquista que o governo Temer agora pretende tirar.

 

É por esta e outras violências que as mulheres cutistas irão às ruas no dia 8 de março. Na cidade de São Paulo, as atividades começam às 14h, em frente ao prédio do INSS, no Viaduto Santa Efigênia, 266, com assembleia das trabalhadoras cutistas contra a Reforma da Previdência, medida que tramita na Câmara dos Deputados como Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287.

 

Nesta proposta, as mulheres vão ter que trabalhar mais e tanto quanto os homens. Ela acaba com critérios diferentes de gênero e adota idade mínima de 65 anos para trabalhadores e trabalhadoras como condição para requerer a aposentadoria.

 

Ato unificado

 

Depois da assembleia, as cutistas se somarão ao ato unificado na Praça da Sé, cujo mote é “Aposentadoria fica, Temer sai". Paramos pela vida das mulheres”, com concentração às 15h e caminhada às 17h. A mobilização também trata sobre a violência contra as mulheres, situação que leva inúmeras ao feminicídio.   

 

Para a secretária nacional da Mulher Trabalhadora da CUT, Juneia Batista, as mulheres rurais, professoras e servidoras serão as principais atingidas se a Previdência for modificada. “O mais cruel desta proposta, além dos segmentos que serão afetados, é que desconsidera a nossa dupla e tripla jornada. Esta proposta vem trazer maior castigo para nós mulheres e se não barrarmos esta reforma, os direitos serão enterrados para as próximas gerações. Depois do dia 8, vamos paralisar geral no dia 15 de março”, alerta.

 

É neste momento que os movimentos, centrais e sindicatos devem estar unidos para fazer o enfrentamento, acredita a secretária da Mulher Trabalhadora da CUT-SP, Ana Lucia Firmino. “Lutamos muito para chegar até aqui e os golpistas querem tirar tudo de uma vez. Querem dar fim aos direitos trabalhistas e sociais, sem considerar a nossa realidade”, afirma.

 

Com o golpe, chega um pacote de maldades, diz a secretária de Comunicação da CUT-SP, Adriana Magalhães. “Sabemos que seremos as mais atingidas. Nossa ação no dia 8 será internacional e iremos às ruas porque não aguentamos mais tanta violência, retrocesso, um sistema que humilha e exclui os filhos e filhas do Brasil, num cenário machista e preconceituoso. Não será um dia de celebração, mas de luta”, fala. 

 

recesso de carnaval 20166

Nos dias 27, 28 (feriado)  de fevereiro até 01 demarço os funcionários do Sindicato que compõe administrativo do SITRAEMFA entrarão em recesso, em função do Feriado de Carnaval retornando suas atividades normais no dia 02/03, quinta-feira.

 

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Mobilização abre calendário de manifestações; presidente da CUT reforça ainda que não negocia com quem quer destruir classe trabalhadora

Para não deixar dúvidas: a CUT não senta à mesa com o ilegítimo Michel Temer para negociar as reformas da Previdência e trabalhista porque não nasceu para discutir retirada de direitos.

A afirmação do presidente nacional da Central, Vagner Freitas, em entrevista durante reunião da Direção Executiva Nacional, em São Paulo, reforça a ideia de que a organização não cairá na armadilha de referendar ataques à classe trabalhadora. Para ele, Temer tem uma missão a cumprir, agradar os financiadores do golpe que quererem trocar o Estado para todos pelo privado para poucos.

Em entrevista ao Portal, Freitas diz ainda que a CUT apoiará a greve de professores marcada para o 15 de março e proporá às demais centrais que este seja um Dia Nacional de Paralisação contra o roubo de direitos e o ataque às aposentadorias.

Confira a entrevista.

A CUT já deixou claro que é contra a reforma da Previdência. Mas, se for chamada, aceita negociar com Michel Temer?
Vagner Freitas– 
Eu não consigo imaginar qual o adendo que faríamos para que essa proposta não fosse prejudicial ao trabalhador. O Temer não está fazendo reforma, está acabando com a aposentadoria. Vamos negociar o que? Que não coloque a necessidade de 49 anos de contribuição, mas 45? Que os rurais não trabalhem 15, mas 14 anos? Tudo isso é paliativo, o que está por trás da reforma é o interesse dos setores privados em controlar um mercado altamente rentável. Não existe possibilidade de a CUT discutir isso, o que pode fazer é apresentar um substitutivo no Congresso para a sociedade com o que entende que precisa melhorar.

O Temer é um golpista, interventor, não foi eleito e, portanto, não tem compromisso com as consequências dos atos que toma. Não importa quanto tempo ficará no cargo, ele precisa cumprir uma tarefa e essa tarefa é nociva demais aos trabalhadores. Isso não significa que só vamos negociar com quem temos afinidade, mas o governo em exercício é um golpe, ainda vivemos sob um Estado de exceção. Temos que retomar a democracia, sair o Temer e termos eleições diretas para deixarmos a crise econômica que é gerada por crise política.

O Temer rasgou a Constituição, o Estado de direito, quer rasgar a CLT e eu não posso dar guarita para isso. O ilegítimo não é a CUT negociar com o Temer, o ilegítimo é o Temer.

E o que precisa melhorar?
Vagner Freitas –
 Precisa combater a sonegação, cobrar das empresas que não pagam e, principalmente, enxergar a questão de maneira macro. Não tem como sustentar a Seguridade Social sem reaquecer o mercado de trabalho. Ou você tem propostas de geração de emprego ou não renova o sistema. Precisamos de políticas que combatam o desemprego, a rotatividade, que incentivem a formalização da juventude. A discussão sobre a reforma da Previdência não se encerra nela mesma.

Mas não consigo imaginar que essas mudanças possam ser feitas a partir da proposta do Temer, porque o conceito dele é algo muito distante do que defendemos.

As centrais sindicais não podem entrar no canto da sereia que ele deseja, de discutirem e acabarem homologando a retirada de direitos dos trabalhadores. Como este governo não tem nenhum compromisso com a classe trabalhadora, porque não foi construído por ela, mas contra ela, e como quem financiou o golpe colocou como preço justamente levar a Previdência, eu não posso me enfiar nisso.

Os rentistas não deram um golpe para que o Banco do Brasil e a Caixa, portanto, o Estado, continuassem a ter 50% do mercado. E agora precisam concluir o golpe, precisam transformar Previdência em PGBL(Plano Gerador de Benefícios Livres – Previdência privada) ou similares.

Por exemplo, a PEC 55 (que limita gastos com serviços públicos como saúde e educação por 20 anos) vira letra morta se não aprovarem a reforma previdenciária.

A reforma da Previdência sabota o país, porque deixa de gerar riqueza no município, muitas das pequenas cidades dependem dos valores que os aposentados recebem. Tem de perguntar aos vereadores, prefeitos, lideranças das associações comerciais que não terão para quem vender seus produtos se concordam com isso.

Se as empresas estavam quebrando antes, está pior ainda, porque não podem contar sequer com o BNDES ((Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que está sendo desestruturado para que os empresários tenham de recorrer ao Bradesco e outros bancos privados.

Há expectativa sobre como a CUT responderá em 2017 ao golpe. Já há uma agenda de lutas definida?
Vagner Freitas –
 Ao longo de 2016 nós alertamos aos trabalhadores que iam perder os direitos, a aposentadoria e agora o governo ilegítimo de Michel Temer propõe exatamente isso. Ou o trabalhador participa em dia 15 de março do Dia Nacional de Paralisação e do início da greve dos professores, se manifesta, vai às ruas ou pagará o preço.

A agenda começa no dia 15, mas teremos um ano de muita mobilização. A reforma trabalhista também bate na porta, uma proposta que aumenta jornada de trabalho semanal, quer o contrato temporário, o contrato intermitente, em que o trabalhador aguardará ser chamado sem receber por esse tempo de espera.

E ainda estão querendo adotar a negociação do contrato de trabalho enquanto estiver vigente por meio da criação de uma comissão de trabalhadores. Comissão, inclusive, que não necessariamente será ligada a sindicato e pode ter indicados pela direção da empresa para discutir redução do horário de almoço e outras questões.

Temos que mostrar à sociedade que ela foi enganada, que a ideia de que tirar a Dilma e o PT melhorava a economia era uma mentira, e que a vida das pessoas piorou com o aumento do desemprego e da crise econômica aumentou. Com Temer, a perspectiva é nenhuma.

Como explicar para quem não está por dentro da discussão o que é ‘pagar a conta do golpe’?
Vagner Freitas –
 A lucratividade da classe dominante sempre esteve nas costas dos trabalhadores. Mas como o capitalismo está em crise e diminuiu os ganhos, tem de tomar de alguém. E esse alguém somos nós.

Para mudar o conceito de Estado participativo é que houve o golpe. O que Lula e Dilma fizeram é um enfrentamento a esses caras, dar o mesmo valor ao paraibano e ao paulista, fortalecer banco público, propor um bloco econômico com Rússia, China e África do Sul e um banco que não seja o Banco Mundial. Uma moeda que não seja o dólar, um bloco com países da América do Sul. Isso vai mexer com os lucros da nata do mercado financeiro, aí acontece o golpe.

A proposta que veio do governo Lula, de Hugo Chávez (ex-presidente da Venezuela), Evo Morales (ex-presidente da Bolívia), uma parte da Europa é de colocar mais agente na disputa do mercado mundial.

Aqui o conceito de país indutor do desenvolvimento fortaleceu a Petrobrás, que descobriu o pré-sal, fonte mais importante de riqueza mineral do mundo que está se esvaindo e que significa autonomia. Só conseguiu porque foi qualificada e teve investimento para isso. Além disso, o presidente Lula ainda mudou as regras para regime de partilha e de participação da empresa com ao menos 30% de participação nas áreas exploradas. Fora determinar que parte dos lucros seria investido em saúde e educação.

O governo ilegítimo e seus apoiadores tentam vender uma ideia de mudança de lógica, de que o público se mostrou incompetente e corrupto e de que o privado é o caminho para a recuperação do país. Há problemas com essa ideia?
Vagner Freitas –
 O erro está no individualismo sobre o coletivo. Olha o Eike Batista preso, qual o cargo público dele e do Marcelo Odebrecht? Eles querem incutir a ideia na cabeça das pessoas de que os empresários é que têm capacidade de gerir porque não querem que a classe trabalhadora dispute a riqueza com eles.

Querem dizer ‘fique aí, não faça política e venha trabalhar para a minha empresa porque essa é competente, vai te qualificar, não tem vícios das estatais, aqui tem eficácia’. Isso é o que tem sempre por trás das propostas que tentam inserir na cabeça das pessoas e pega, porque a velha e tradicional mídia bate em cima desse conceito o tempo todo. Essa é uma disputa cultural, tem de fazer um debate sobre isso na sociedade.

Eu fui forjado num ambiente em que o enfrentamento era ao patrão, agora é contra a velha mídia, que deixou de ser instrumento paralelo na luta de classes para ser central e determinante. Como diz Nassif (jornalista e economista Luís Nassif), até 2005, até o Mensalão, o jornalismo era tendencioso, pegava informação e dava a conotação que interessava. Hoje, a mídia inventa, forja o fato, não noticia. E ficam batendo na mentira até que se torne verdade.

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Central alerta para avanço da direita e crise do sistema capitalista

 A Direção Executiva da CUT, reunida em São Paulo no dia primeiro de fevereiro, depois de avaliar a conjuntura internacional e nacional, aprovou um plano de lutas para o primeiro semestre de 2017 baseado numa estratégia de resistência e de luta contra as reformas apresentadas pelo governo ilegítimo de Michel Temer.

Assistimos no plano internacional ao crescimento da direita como resultado da profunda crise do sistema capitalista e da contestada agenda neoliberal imposta pelos países centrais aos demais países para superar a crise. Esta agenda leva à diminuição do Estado, à degradação das políticas públicas e à intensificação das desigualdades. No seu desdobramento, produz o desemprego, precariza o trabalho, busca enfraquecer os sindicatos, diminui a renda da classe trabalhadora e cria, na outra ponta, uma enorme concentração de renda nas mãos de uma minoria. Mas, em toda a parte, há também a resistência dos trabalhadores e dos povos contra essa política  e é nessa resistência contra a perda de direitos e conquistas sociais que a CUT se apoia.

No plano nacional, o governo golpista mostrou em seis meses  que veio para implementar esta agenda. Não é outro o sentido da PEC 55 (que congela o orçamento por vinte anos), do PL257 ( que impõe a agenda de austeridade para os Estados), da PEC 287/16 (reforma da previdência), e do PL 6787/16 (reforma trabalhista).

Neste  cenário, restou uma a única certeza: a classe trabalhadora acertou onde e quando resistiu e lutou contra a agenda neoliberal.

Movida por esta convicção e por ter desenvolvido no Brasil uma luta exitosa nesta linha nos anos noventa, a CUT deliberou por continuar combatendo sem tréguas o governo golpista de Michel Temer e por dar continuidade à estratégia que vem construindo com o movimento sindical internacional contra o neoliberalismo.

Este é o caminho: resistir, lutar e derrotar o governo ilegítimo de Michel Temer e sua agenda regressiva, neoliberal.  Assim, a CUT reafirma a sua posição por “Fora Temer”. É  preciso dar a palavra ao povo brasileiro em eleições Diretas Já para presidente e, diante da crise institucional profunda e da cumplicidade do Judiciário e Legislativo com o golpe contra a soberania popular e nacional, contra os direitos sociais e trabalhistas, aponta a perspectiva de uma Constituinte que restabeleça a democracia em nosso país e abra a via para as reformas estruturais necessárias.

A Executiva nacional da CUT aprovou, neste sentido, o Plano de Lutas para a primeiro semestre de 2017 que tem como eixo uma intensa agenda de mobilização contra a reforma da previdência, contra a reforma trabalhista e em defesa do emprego. 

NENHUM DIREITO A MENOS! FORA TEMER!

Direção Executiva da CUT

 

PLANO DE LUTAS – PRIMEIRO SEMESTRE DE 2017

 

 

 

I - CAMPANHAS

1-1  - Campanha Nacional contra a Reforma da Previdência

PERÍODO: FEVEREIRO-ABRIL

Diante da necessidade de ampliar a mobilização contra a retirada de direitos da classe trabalhadora, a CUT organizará uma campanha nacional contra a reforma da previdência. O objetivo da campanha é atingir o maior número possível de municípios mostrando que trata-se de uma antirreforma que impedirá os/as trabalhadores de se aposentarem, ao contrário da propaganda do governo ilegítimo divulgada amplamente pela a mídia. NENHUM DIREITO A MENOS! FORA TEMER!

 

1-2- Campanha Nacional contra a Reforma Trabalhista e em defesa do Emprego

PERÍODO: MAIO -JULHO

Nos moldes da inciativa anterior, a CUT organizará de maio a julho, a campanha nacional contra a reforma trabalhista e em defesa do emprego. Novamente, o objetivo é desmascarar o governo ilegítimo e mostrar para os trabalhadores e para a sociedade que o golpe foi dado para retirar direitos da classe trabalhadora e lançar milhões de trabalhadores/as na miséria. NENHUM DIREITO A MENOS! FORA TEMER!

 

II - ATOS E  MANIFESTAÇÕES

 

2-1 - Dia Internacional da Mulher -8 de março

A data deverá ser marcada com ampla mobilização das mulheres trabalhadoras do campo e da cidade, profundamente atingidas com a Reforma da Previdência e a Reforma Trabalhista. As ações previstas para o dia 8 de Março e para o período que se segue até o Dia Nacional de Paralisação (15 de março) deverão ser planejadas em parceria com os movimentos sociais e organizadas pelas entidades sindicais da base cutista e devem contar com o engajamento do conjunto dos sindicatos e da classe trabalhadora. NENHUM DIREITO A MENOS! FORA TEMER!

2-2 – Dia Nacional de Paralisação – 15 de março

 

A CUT indica a data de 15 de março para o Dia Nacional de Paralisação e a proporá às demais centrais dispostas a combater a antirreforma da Previdência já enviada ao Congresso e a antirreforma trabalhista, tendo em conta a decisão de deflagrar uma greve nacional da Educação tomada pelo recente congresso da CNTE a partir do próximo 15 de março, a qual já ganhou a adesão de outras entidades de trabalhadores do Ensino. NENHUM DIREITO A MENOS! FORA TEMER!

 

1-3Primeiro de maio

As mobilizações do Dia Internacional do Trabalhador deverão ocorrer em todas as capitais e terão como eixo a luta contra as reformas da previdência e trabalhista e em defesa do emprego. Será o momento de resgatar experiências históricas da luta da classe trabalhadora no Brasil e no mundo, como a emblemática greve de 1917 em São Paulo e a revolução russa de 1917. Será também o momento de discutir os desafios contemporâneos e o futuro do trabalho, assim como o papel do sindicalismo classista na transformação da sociedade. NENHUM DIREITO A MENOS! FORA TEMER!

 

III – AÇÃO INTERNACIONAL

 

3-1 – Luta internacional contra o neoliberalismo

                A CUT dará continuidade a sua ação de articulação com o movimento sindical, no plano internacional, para combater o neoliberalismo. Na América Latina essa luta passa pela prioridade à organização da Agenda Continental contra o Neoliberalismo.

           

AÇÕES ESTRATÉGICAS

 

A discussão de temas contemporâneos e fundamentais para a agenda da CUT será realizada através de um programa permanente de debates, coordenado pela Secretaria Geral, envolvendo na sua organização as Secretarias Nacionais e os Macrossetores.

Além do debate, os temas serão objeto de estudo, pesquisa e de elaboração por parte da assessoria, na linha definida pela Coordenação do Congresso Extraordinário. O objetivo é resgatar a posição histórica da CUT sobre temas que hoje estão no centro de sua ação estratégica – previdência e seguridade social, sistema de regulação do trabalho, emprego e retomada do crescimento a partir de um projeto de desenvolvimento inclusivo e de combate à agenda neoliberal, entre outros – para construir a plataforma que a CUT discutirá no Congresso Extraordinário e apresentará para a sociedade.

 

Escrito por: CUT • Publicado em: 06/02/2017

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