ELEVAR

Professor, “sois o sal da terra e a luz do mundo”.
Sem vós tudo seria baço e a terra escura.
Professor, faze de tua cadeira,
a cátedra de um mestre.
Se souberes elevar teu magistério,
ele te elevará à magnificência.
Tu és um jovem, sê, com o tempo e competência,
um excelente mestre.

Meu jovem Professor, quem mais ensina e quem mais aprende?
O professor ou o aluno?
De quem maior responsabilidade na classe,
do professor ou do aluno?
Professor, sê um mestre. Há uma diferença sutil
entre este e aquele.
Este leciona e vai prestes a outros afazeres.
Aquele mestreia e ajuda seus discípulos.
O professor tem uma tabela a que se apega.
O mestre excede a qualquer tabela e é sempre um mestre.
Feliz é o professor que aprende ensinando.
A criatura humana pode ter qualidades e faculdades.
Podemos aperfeiçoar as duas.
A mais importante faculdade de quem ensina
é a sua ascendência sobre a classe
Ascendência é uma irradiação magnética, dominadora
que se impõe sem palavras ou gestos,
sem criar atritos, ordem e aproveitamento.
É uma força sensível que emana da personalidade
e a faz querida e respeitada, aceita.
Pode ser consciente, pode ser desenvolvida na escola,
no lar, no trabalho e na sociedade.
Um poder condutor sobre o auditório, filhos, dependentes, alunos.
É tranquila e atuante. É um alto comando obscuro
e sempre presente. É a marca dos líderes.

A estrada da vida é uma reta marcada de encruzilhadas.
Caminhos certos e errados, encontros e desencontros
do começo ao fim.
Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
O melhor professor nem sempre é o de mais saber,
é sim aquele que, modesto, tem a faculdade de transferir
e manter o respeito e a disciplina da classe.

 

Cora Coralina

A direção do SITRAEMFA informa que a aubsede Noroeste suspenderá estará fechada a partir das 12hs, em função de atividades sindicais

Hoje, 28/09/2017 a Comissão Eleitoral que está coordenando as eleições do SITRAEMFA informou o indeferimento do registro das Chapas 2 encabeçada por Aline Louise e Chapa 3 encabeçada pelo professor Antonio Sergio, e o deferimento da Chapa 1 encabeçada por Aldo Damião.

 

Hoje, 28/09/2017 a Comissão Eleitoral que está coordenando as eleições do SITRAEMFA informou o indeferimento do registro da Chapa 2 encabeçada por Aline Louise e Chapa 3 encabeçada pelo professor Antonio Sergio, e o deferimento da Chapa 1 encabeçada por Aldo Damião.

Em ata, a comissão relatou aos representantes das chapas, que o prazo para inscrição das mesmas, conforme o Edital publicado em 21 de setembro encerrou no dia 26 do mesmo mês, a chapa 1 “RESISTIR E LUTAR” inscreveu-se dia 22 e a chapa 2 “OPOSIÇÃO UNIFICADA” e chapa 3 “RENOVAÇÃO E LUTA“ no dia 26 a partir das 16:30, portanto no último dia do prazo. A comissão eleitoral segue as normas que regem o Estatuto Social da entidade e o Edital de convocação das eleições, no qual, entre outros itens, obriga que a chapa indique corretamente nomes, dados pessoais, assinatura dos candidatos em fichas individuais e também que apresentem copia da Carteira de Identidade, requisitos indispensáveis para que o setor de cadastro do SITRAEMFA possa averiguar possíveis irregularidades ou impeditivos da inscrição dos candidatos.  

A chapa 2 encabeçada por Aline Louise e a chapa 3 encabeçada pelo professor Antonio Sergio tiveram problemas na apresentação dos seus documentos, a chapa 2 inscreveu 51 nomes, 5 além do permitido, sendo que um candidato não tinha documentação. A chapa 3 apresentou alguns candidatos sem cópia do RG ou sem assinatura na ficha de qualificação.

A Comissão Eleitoral entendendo as dificuldades das duas chapas e, com a concordância da fiscal da chapa 1, abriu um dia de prazo para que pudessem sanar as irregularidades (o estatuto fala em dois dias, desde que não ultrapasse o último dia de prazo para inscrição, ou seja, dia 26/09, portanto, tecnicamente não havia mais prazo).

No fim do dia 27, os representantes das chapas estiveram no sindicato e promoveram as alterações que julgaram pertinentes. Na manhã do dia 28 foram enviadas pela comissão eleitoral as listas das três chapas para os setor de cadastro do Sitraemfa, que detectou problemas em seis candidatos da chapa 2 “OPOSIÇÃO UNIFICADA” e  dez candidatos da chapa 3 “RENOVAÇÃO E LUTA“, até  um não sócio constava entre os candidatos, além de problemas com débitos nas mensalidades ou prazo de filiação inferior há 12 meses. Nos dois casos, as chapas, por conta das impugnações, não atingiram o mínimo de 90% dos componentes para registro e, também não atingiram a cota de gênero, que seria no caso, mínimo de 13 mulheres.

A comissão em posse dos documentos comprobatórios disponibilizou cópias aos representantes das chapas para, caso queiram, tomar medidas que acharem cabíveis.

Hoje, 29/09 foi veiculado no Jornal Diário de São Paulo o edital com Chapa 1 – “RESISTIR E LUTAR”, encabeçada por Aldo Damião Antonio e abre o prazo de 3 dias para eventuais impugnações.

No dia 26 de setembro, às 17hs finalizou o processo para inscrição e registro de chapas que disputarão a direção do SITRAEMFA no próximo triênio.

Foram inscritas as Chapas: Resistir e Lutar (1) encabeçada por Aldo Damião Antonio, Oposição Unificada (2) tendo como presidente Aline Louise Salvador; na Chapa (3) Renovação e Luta encabeçada por Antonio S. Eduardo foram encontradas irregularidades e tiveram o prazo de dois dias para regularização.

O prazo de impugnação das chapas ocorrerá em até três dias após a publicação do edital, onde constarão os nomes e cargos de todos ocupantes das chapas.

 

Hoje, 22/09 teve inicio o processo eleitoral no SITRAEMFA, a partir desta data até o dia 26 de setembro, os candidatos que irão concorrer ao pleito deverão encaminhar suas documentações à comissão eleitoral.

E a primeira a ser inscrita foi a chapa 1- Resistir e Lutar, encabeçada pelo atual presidente, Aldo Damião Antonio.

As inscrições e registro das chapas compostas por 46 candidatos deverão ser feitas na sede do SITRAEMFA, (rua Gonçalves Crespo, 324 – Tatuapé), das 9hs às 17hs.

O registro deverá ser feito na presença do Presidente da Comissão Eleitoral, facultando a presença dos outros membros da Comissão Eleitoral, devendo a chapa preencher e manter candidatos em, no mínimo 90% (noventa por cento) dos cargos necessários.

 

Estão circulando em vários grupos de mídias sociais uma pauta de reivindicação do SITRAEMFA, intitulada Convenção Coletiva 2017/2018 como se já estivesse sido assinada entre patronal e sindicato dos trabalhadores.

A direção do SITRAEMFA ressalta aos trabalhadores que a Campanha Salarial deste ano ainda está em negociação e que em nenhum momento o sindicato soltou qualquer comunicado finalizando o Dissídio Coletivo de 2017.

Esse tipo de ação só atrapalha a negociação e esta ação só traduz a má fé de pessoas que depõe contra a nossa categoria.

 

Atenciosamente

Departamento Jurídico

Centenas de trabalhadores da Rede Conveniada e da Fundação Casa compareceram no último dia 06/09 no Sindicato dos Químicos para eleger a comissão eleitoral que conduzirá o processo de eleições no SITRAEMFA. Estavam presentes o representante da CUT/SP Renato Zucalo, o advogado João Carlos, o presidente Aldo Damião e a secretária de finanças Maria Gusmão.

Na assembleia foi passada aos trabalhadores e trabalhadoras a informação sobre a Cisão que criará o Sitsesp, um sonho antigo dos trabalhadores da fundação Casa. A bagunça instalada no Governo Temer e no Ministério do Trabalho tem atrasado a emissão da Carta Sindical que dá legitimidade ao Sitsesp.

Caso a Carta Sindical saia até novembro, o pleito deverá ser suspenso e uma nova eleição será convocada para os dois segmentos,  em até seis meses separadamente, os trabalhadores da Rede Conveniada  e Fundação Casa elegerão seus  dirigentes.

O atual estatuto obriga a direção do SITRAEMFA a encaminhar as eleições e esse era o objetivo da assembleia. Os trabalhadores elegeram três representantes para a comissão eleitoral por ampla maioria de votos, sendo que só dois associados votaram contra.

Foram eleitos Presidente da comissão eleitoral o advogado Aparecido Silva, e será auxiliado pelo ex-funcionário da Fundação CASA, Sergio do Espírito Santo, e a assistente social da Rede Conveniada Janete Silva. Os três tem a responsabilidade de conduzir o processo eleitoral e já na próxima semana começam a confeccionar o edital das eleições.

Direção do SITRAEMFA participa da Marcha dos excluídos contra a privatização, na luta por direitos e ainda criticou atuação dos governos do estado e da cidade de São Paulo

A 23º edição do Grito dos Excluídos realizada neste dia 7 de setembro levou 15 mil pessoas às ruas da capital paulista, segundo os organizadores. Sob o mote “Por Direitos e Democracia, a Luta é Todo Dia!”, a atividade partiu da Praça Oswaldo Cruz, na região do Paraíso, seguiu pela Avenida Paulista e desceu a Avenida Brigadeiro Luís Antônio em direção ao Monumento às Bandeiras, no Parque do Ibirapuera, onde terminou às 12h30.

Se no ano passado os movimentos alertavam sobre os impactos do golpe no Brasil, neste ano eles reforçam a necessidade de ampliar a mobilização popular nas bases como caminho para reverter os retrocessos como a aprovação da Reforma Trabalhista que retira ou altera conquistas como o registro na carteira de trabalho, banco de horas, intervalo das refeições, além de oficializar o chamado “bico”.

Secretária de Combate ao Racismo da CUT-SP, Rosana Silva, ressaltou a publicação lançada pela Central em parceria com a Frente Brasil Popular São Paulo, entregue durante o Grito, que escancara o rosto dos 46 deputados federais e dos três senadores eleitos por SP que aprovaram o roubo dos direitos trabalhistas previstos para entrarem em vigor a partir do dia 11 de novembro.  

“Estamos mostrando os traidores que não se importam com o povo brasileiro. Esses mesmos que agora podem votar até outubro a reforma da Previdência, o que, na prática, seria o fim da aposentadoria”, afirma.

Coordenador da Central de Movimentos Populares (CMP), entidade que organiza o Grito, Raimundo Bonfim aponta que os projetos que atacam a classe trabalhadora precisam ser denunciados diariamente para que a população tenha noção de que será ela quem pagará a conta.  

“Lutaremos até o fim para reverter todas as reformas nefastas aprovadas neste período de golpe. Jamais nos daremos por vencidos. Sairemos de canto a canto, de periferia em periferia, denunciando esta atrocidade, como sempre fizemos”, garante.

Secretária nacional de Políticas Sociais e Direitos Humanos da CUT, Jandyra Ueharal, lembrou que neste dia 7, a CUT lança em todo o país umProjeto de Lei de Iniciativa Popular para revogar a Reforma Trabalhista uma campanha que pretende alcançar mais de 1,3 milhão de assinaturas.

"Os projetos de terceirização e da Reforma Trabalhista aprovados representam o retrocesso de um século. E a nossa tarefa neste segundo semestre é resistir, fortalecer este instrumento de agitação nas bases e reverter o que o golpe fez até agora", avalia.

Xô privatização

A campanha “SP não está à venda”, que vem sendo trabalhada por movimentos populares, sindicatos e centrais sindicais, como a CUT e a CMP, também esteve presente durante o Grito deste ano com coleta de assinaturas.

Os participantes apontaram os ataques também presentes na administração do prefeito João Doria, do PSDB, ao anunciar mudanças no Passe Livre estudantil e a privatização de parques, praças, serviço funerário, espaços de cultura e de lazer, entre outros.

Ainda que a campanha seja focada na cidade, o governador Geraldo Alckmin, do mesmo partido, também foi lembrado, já que há alguns anos ele vem implementando a mesma lógica de privatização e terceirização, como fez com os centros de pesquisa, de gestão, de formação e de transparência e como vem fazendo com algumas linhas do Metrô.

Diretora de Políticas Sociais, Deise Capelozza, do Sindicato dos Trabalhos da Produção, Transporte, Instalação e Distribuição de Gás Canalizado do estado de São Paulo (Sindgasista) lembrou o enfrentamento que sua categoria tem feito há anos no estado paulista.

"Nossa luta é antiga contra as privatizações desde a década de 1990. Vimos o avanço da terceirização, demissões em massa, e desrespeito à organização sindical", relata.

Da mesma forma, o ilegítimo Michel Temer foi apontado como aquele que quer vender o Brasil, que promove cortes de investimentos nos programas sociais, como da educação e moradia, além das privatizações de setores como os da energia e da desintegração petrolífera que avança e ameaça a soberania nacional.

"Infelizmente vemos agora o Brasil todo à venda. É um absurdo o que estão fazendo com a Eletrobras, promovendo o desmonte de uma empresa estratégica no setor energético", lamenta Deise.

Dionísio Reis Siqueira, secretário de Relações Sindicais e Sociais do Sindicato dos Bancários e Financiáveis de São Paulo, Osasco e Região, também destacou a luta de sua categoria por emprego e direitos.

"Estamos indo para todas as regiões da cidade, incluindo as periferias e municípios próximos. Debatemos sobre as ameaças que sofrem os bancos públicos porque defendemos os investimentos que se dão a partir deles. O contrário ao que é público significa desemprego, alta taxa de terceirização e retrocesso."

Além das campanhas na capital, o dirigente também lembrou a campanha “Se é público, é para todos”, que os bancários têm trabalhado em âmbito nacional para alertar o que está em jogo no Brasil.

Periferia grita

Do Grajaú, distrito da zona sul de São Paulo que já foi considerado há alguns anos  pelo Mapa da Desigualdade da Rede Nossa São Paulo como o pior bairro no quesito qualidade de vida, a moradora Cícera Moreira relata os desafios que a população hoje vive.

"Precisamos de moradia digna e social para as pessoas de baixa renda. Também temos que fortalecer a formação das crianças, dos adolescentes e dos jovens. Eu, aos 56 anos, participando há quatro amos do Grito, vejo o quanto a periferia é excluída, abandona pela prefeitura e pelo estado de São Paulo", afirma. 

Durante a marcha, os participantes bateram panelas vazias em referência à exclusão e pobreza do povo brasileiro que vive hoje o aumento do desemprego.

Cartazes também lembraram do genocídio da juventude negra e da perseguição às comunidades tradicionais, como a que tem ocorrido na capital com o povo Guarani Mbyá na Terra Indígena do Jaraguá, na zona oeste da capital.

Ao lados das filhas gêmeas de 4 anos, do marido e da mãe, Alba dos Santos Silva, moradora da Casa Verde, zona norte de São Paulo, acredita que políticas públicas são urgentes.

"Os governos muitas vezes viram as costas para a população mais pobre. A discriminação pelos sem teto e pelo sem terra é muito grande. Vivemos um momento em que muita gente não tem onde morar e sequer tem dinheiro para pagar aluguel já que vive a realidade do desemprego. O poder público cuida mais dos bairros nobres da cidade do que de quem precisa. E não é esse futuro que quero para as minhas filhas", diz.

A CUT-SP e seus sindicatos também estiveram presentes nos Gritos dos Excluídos realizados nas cidades de Aparecida do Norte, Campinas, Osasco e Sorocaba.

 

Escrito por: Vanessa Ramos - CUT São Paulo • Última modificação: 07/09/2017 - 13:45 • Publicado em: 07/09/2017

Eleições Sindicais

SITRAEMFA convoca a todos os associados do sindicato quites com suas obrigações estatutárias para comparecer à assembleia geral extraordinária para eleição da Comissão Eleitoral.

Dia: 06/09

Horário: 18hs30 primeira chamada e às 19hs segunda chamada

Local: Rua Tamandaré, 348 - Liberdade

Sitraemfa

Rua Gonçalves Crespo, 324 Tatuapé/SP
Tel: (11) 4324-5915
Horário de atendimento: 08h às 17h

 
 

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CUT CNTSS