Com samba de uma nota só, mídia coloca o golpe no ar

05/05/2016

Movimentos promovem enterro simbólico da Globo e de outros veículos

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Manifestantes denunciam participação da mídia tradicional no golpe em curso - Foto: Roberto Parizotti
Manifestantes denunciam participação da mídia tradicional no golpe em curso - Foto: Roberto Parizotti
Manifestantes promoveram o enterro simbólico da Rede Globo, da Veja, do Estadão, da Folha e outros veículos de comunicação na noite desta quinta-feira, 5, na Avenida Paulista, como parte das mobilizações da Jornada Nacional contra o Monopólio Golpista. Houve atos em outras capitais do país.

Velas acesas e a marcha fúnebre embalaram o caixão durante o féretro, ocorrido entre o vão livre do Masp e o prédio da Gazeta, bastante popular na cidade, que tem sobre seu teto a principal antena transmissora da Globo.

“O povo já percebeu o complô dos grandes veículos de comunicação. Precisamos de um jornalismo que tenha pluralidade de vozes. Este cenário monopolista, que coloca um ladrão como Eduardo Cunha na condução de um processo de impeachment, é lamentável”, afirmou a secretária de Comunicação da CUT/SP, Adriana Magalhães.

Relembrando o golpe militar de 1964, Adriana destaca a repetição, hoje, de uma marca registrada contra a democracia e o povo: “Enquanto as pessoas estavam sendo torturadas nos porões da ditadura, em 1964, a Folha de São Paulo emprestava seus veículos para apoiar o regime. Esse formato mudou, o golpe mudou de rosto, mas a manipulação é a mesma”.

Para José Augusto Camargo, o Guto, secretário geral da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), o monopólio das comunicações é um desrespeito à diversidade de opiniões e de realidades do povo brasileiro. “Manifestar contra o monopólio é exigir que a informação seja tratada adequadamente e a população seja respeitada. Queremos uma democracia que seja política e cultural”, disse. “Do ponto de vista do trabalho, o monopólio é negativo porque diminui emprego, controla a informação, concentra a renda e achata salários dos profissionais”.

“Esse golpe tem a mídia como um dos principais sujeitos, ao lado do Judiciário. A Rede Globo tem feito um trabalho de destruir reputações, vazar informações falsas, de envenenar mentes e de criar uma opinião pública de forma favorável aos golpistas”, opinou o professor de Comunicação da USP, Dennis de Oliveira.

Adriana Magalhães concede entrevista à mídia alternativa durante manifestação - Foto: Roberto Parizotti
Adriana Magalhães concede entrevista à mídia alternativa durante manifestação - Foto: Roberto Parizotti
O golpismo, se continuar avançando, deve colocar em risco alguns avanços na área de comunicação, que “não foram muitos”, segundo a coordenadora do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Renata Mielli. “A lei do direito de resposta, o marco civil da Internet, as cotas de produção nacional no conteúdo da TV paga”, cita Renata. “É fundamental que as pessoas percebam que a comunicação é um direito. É preciso entender como funcionam as concessões, por exemplo. Mas o monopólio da informação não deixa que se discuta comunicação”, completa.

A mídia monopolista não destrói apenas reputações, mas vidas, lembra o coordenador de comunicação do MST, Rafael Soriano. “É uma mídia que não aprofunda os temas e que trata todos aqueles que lutam por justiça social como baderneiros. Isso motiva inclusive vítimas físicas, em ataques de pistoleiros a acampamentos de sem-terra”, disse.

Morre, aos 82 anos, histórico militante da classe operária brasileira

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Divulgação
Divulgação
A Central Única dos Trabalhadores – São Paulo (CUT/SP) lamenta a morte do companheiro e metalúrgico Waldemar Rossi e expressa condolências a todos os seus familiares e amigos.

Militante histórico da classe operária brasileira, Rossi faleceu na noite desta quarta-feira (4), aos 82 anos.

Desde os anos 1960, lutou nas organizações dos trabalhadores para a resistência e superação da ditadura militar e participou ativamente da construção da CUT no início dos anos 80.

O velório ocorre na manhã de hoje (5), na Quadra dos Metroviários, na Rua Serra do Japi, 31, até às 12h. De lá, seu corpo sai em cortejo até a Catedral da Sé, onde às 14h acontece a Missa de corpo presente realizada por Dom Angelico. Às 16h, sairá em cortejo até o Crematório da Vila Alpina, na zona leste da capital paulista.

Trajetória

Walder nasceu em Sertãozinho, no interior de São Paulo, em 17 de agosto de 1933. Migrou para a capital em 1960 para trabalhar na coordenação da Juventude Operária Católica. Em 1963, empregou-se no setor industrial. Com isso veio também a militância sindical, tornando-se dirigente da Pastoral Operária em São Paulo. Em 1967 encabeçou a "Chapa Verde", em oposição aos interventores que estavam à serviço dos militares no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. Em 1972, pela segunda vez, Waldemar forma chapa e disputa a direção do sindicato.

Durante a década de 1970 atuou na organização de comissões de fábricas clandestinas. Em 1974, passou quatro meses preso no Departamento de Ordem Política Social (Dops) – organismo de repressão da ditadura no qual muitos foram torturados e assassinados. Nos anos 1980 participou ativamente da construção da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Movimento de Oposição Sindical Metalúrgica, colaborando na construção do Partido dos Trabalhadores (PT). Ao longo de sua trajetória como operário passou por 18 fábricas em São Paulo.

Waldemar era coordenador da Pastoral Operária da Arquidiocese de São Paulo, membro da Pastoral Fé e Compromisso Social da Região Episcopal Belém (SP), metalúrgico aposentado e militante histórico da classe operária brasileira.
 

Sua luta seguirá inspirando a classe trabalhadora!

 

Foto: Roberto Parizotti
Foto: Roberto Parizotti
O próximo dia 31 de março será marcado por uma jornada de lutas em defesa da democracia e contra o golpe. Atividades ocorrerão por todas as partes do Brasil e são organizadas pela Frente Brasil Popular, articulação que reúne 60 entidades dos movimentos sociais e sindical, e pela Frente Povo Sem Medo.

Na capital paulista, ato e apresentações culturais começam a partir das 16h, na Praça da Sé, região central da cidade. Os movimentos também vão às ruas em defesa dos direitos sociais, contra o ajuste fiscal e a reforma da previdência e por outra política econômica.

Presidente da CUT São Paulo, Douglas Izzo reforça a necessidade de desconstruir as informações veiculadas pela mídia tradicional, como é o caso da Rede Globo. “Estamos passando por momento que exige compreensão política e histórica. Querem aplicar um golpe no país, derrubar Dilma e prender Lula, o melhor presidente que tivemos na história deste país. A grande mídia e parte do Judiciário estão envolvidos até o pescoço nisso”, afirma o dirigente que é também coordenador da Frente Brasil Popular em São Paulo. 

Atos descentralizados ocorrerão também pelo interior de São Paulo. Em breve será divulgada a lista das cidades e dos artistas que se apresentarão.

SERVIÇO

Canto da Democracia
31 de março de 2016 (quinta-feira)
Praça da Sé – a partir das 16h
São Paulo-SP

Bandeiras unitárias de luta

- Em defesa da democracia, golpe nunca mais
- Contra o ajuste fiscal, por outra política econômica
- Em defesa dos direitos, contra a reforma da previdência

 

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A Frente Brasil Popular, formada por instruções dos movimentos sindicais e sociais realizaram nesta manhã, 11/03, Ato em defesa da democracia e contra o golpe em apoio ao ex-presidente Lula e as afrontas patrocinadas pela direito golpista apoiada pelo judiciário. O movimento aconteceu na Praça da Sé e foi em direção ao Ministério Público de São Paulo

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Em reunião no Fórum de Assistência Social o patronal solicitou ao Sindicato dos trabalhadores para que houvesse a união de forças na negociação sobre as perdar e prejuízos nos repasses de verbas.

Segue convocatória

Convocamos os representantes da categoria econômica pertencentes ao Sinbfir do Estado de São Paulo, para comparecerem em Assembléia Geral Extraordinária a realizar-se em 14/03/2016, na Rua Nestor Pestana, 147, Consolação, São Paulo, SP, às 14:00 horas em 1ª convocação e,no caso de não haver  quórum, a Assembléia será realizada as 14:30 horas, com qualquer número de representantes a fim de tratar da seguinte ordem do dia:1) Autorizar o Sinbfir a negociar com as Prefeituras a respeito das perdas e prejuízos que tiveram em decorrência dos atrasos nos repasses das verbas dos convênios e da falta de repasse integral do índice da inflação anual, no período dos últimos 5 (cinco) anos; 2) Autorizar o Sinbfir a ingressar nos Ministérios Públicos correspondentes e propor ação de indenização por perdas e danos, bem como cobrança de  multas e haveres contratuais (termos dos convênios), se necessário for. É importante a presença do Diretor ou Titular da Empresa até 02 representantes por entidade com prévia indicação de nomes.

São Paulo, 23 de fevereiro de 2016.

 

 

Atenciosamente

 

 

Cassiano Nabuco

Presidente


reajusteO SITRAEMFA comunica a todos os companheiros e companheiras da categoria, que deste a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), no final de 2015, tem recebido inúmeras reclamações de trabalhadores e trabalhadoras de que entidades conveniadas tem repassado reajuste salarial menor que o acordado entre os sindicatos dos trabalhadores e o patronal de 9,5%. Isso significa descumprimento da CCT e desrespeito aos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras da Rede Conveniada.

Frente as  reclamações recebidas, o SITRAEMFA solicita aos trabalhadores e as trabalhadoras da categoria que tenham recebido reajuste salarial inferior a 9,5% ou que, simplesmente, não tenham recebido nenhum reajuste, que entre em contato com o sindicato e denuncie. Sua denúncia será muito importante e ajudará na tomada de providências para o respeito e a garantia de seus direitos.

Entre em contatos com a sua entidade sindical e denuncie as irregularidades existentes no seu local de trabalho. Lembre-se, o sindicato é a sua principal arma contra com quem não respeita os seus direitos. 

Canais de contatos: 

Leste I:
Maria Gusmão  (94735-8782)
Cleusa (94766-1813)


Leste II e III:
Subsede (2033-0150)
Fatiminha (94735-7653)
Graça (94736-0902)
Maxwel (94736-0905)


Norte/Oeste:
Fátima Santos (94735-7655)
Miúda (94735-7591)


Sul:
Subsede (5641-0183)
Vando (94735-9883)
Ana Cláudia (94735-8782)


Centro:
Mônica (94735-8796)

SITRAEMFA
Telefone: 11 4324-5915.

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Hoje, 19 de dezembro de 2015, na sede do SITRAEMFA, os sócios quites com suas obrigações estatutárias participaram da assembleia de prestação de contas referente ao exercício de 2014 do Sindicato.

 

Durante esta manhã, mesmo com a falta de energia, a tesoureira Maria Gusmão Pereira apresentou detalhadamente todas as contas referentes ao balancete deste ano que passou.

Os sócios aprovaram por maioria de votos as contas de 2014. Parabéns a todos que participaram deste exercício democrático. 

 

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No dia 19 de dezembro de 2015, os sócios do SITRAEMFA, quites com suas obrigações estatutárias, estão convocados a comparecerem na Assembleia de Prestação de Contas, pois serão apresentadas as contas referentes ao exercício de 2014.

Os sócios deverão apresentar carteirinha de associado ou último holerite, para comprovar sua filiação no Sindicato e documento com foto. Os associados afastados pelo INSS ou aqueles que pagam boletos em casa devem trazer o último comprovante pago.

E só você poderá vir a esta Assembleia, sócio do SITRAEMFA, e tirar suas duvidas, por isso a sua participação é importante para o encaminhamento de uma gestão transparente e eficiente, não deixe de participar.

 

Movimentos de moradia se somam à luta contra o fechamento de escolas

10/11/2015

Organizações protestam em frente ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual

 

5 mil pessoas marcharam até a sede do governo estadual - Foto: Dino Santos
5 mil pessoas marcharam até a sede do governo estadual - Foto: Dino Santos
Movimentos sindical e sociais fizeram ato na capital paulista, contra o fechamento de 94 escolas estaduais, a chamada "reorganização" escolar, e por investimento em moradia popular. Duas marchas saíram do Estádio do Morumbi e da Ponte Cidade Jardim em direção ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual. 

O protesto reuniu 5 mil pessoas entre sem-teto, sem-terra, estudantes, professores e trabalhadores de diferentes categorias, como petroleiros, em greve neste momento. Na passeata, faixas traziam críticas ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), por conta da crise hídrica e da violência policial, e ao presidente da Câmara federal, Eduardo Cunha (PMDB).

A mobilização foi organizada pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial no Estado de São Paulo (Apeoesp), a Central de Movimentos Populares (CMP) e pela União dos Movimentos de Moradia (UMM), organizações que compõem o Fórum dos Movimentos Sociais do Estado de São Paulo.

Presidente da CUT São Paulo citou a ocupação da Escola Estadual Diadema - Foto: Dino Santos
Presidente da CUT São Paulo citou a ocupação da Escola Estadual Diadema - Foto: Dino Santos

Com relação à educação, o presidente da CUT São Paulo, Douglas Izzo, atacou o governo de São Paulo citando o desrespeito e o desdenho das medidas anunciadas neste ano. “Dia sim, dia não, acontecem manifestações por todo o estado e o governo é insensível às cobranças dos estudantes e da comunidade escolar”, afirmou.

Presidenta do Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel, reforçou que o fechamento das escolas representa um crime. “Não permitiremos que sejam fechadas, precisamos ter os alunos em escolas abertas e com ensino de qualidade. Estamos falando de uma escola pública que de fato atenda aos interesses dos filhos e filhas da classe trabalhadora”, reforçou.

No dia 14 (sábado), o presidente alerta que o governo de São Paulo enviará representantes para as 94 escolas que serão fechadas, a fim de conversar com pais e alunos.  “Também vamos às escolas neste final de semana, mas para fazer debate de base e para derrotar a atual política estadual de educação.”

O secretário Geral da CUT São Paulo, João Cayres, lembra que o desmonte da máquina pública é antigo. “O senador José Serra (PSDB-SP) foi secretário de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo, em 1983, ou seja, este mesmo grupo comanda o estado há mais de 30 anos. Qualquer país desenvolvido preza por escola pública de qualidade e não há sequer ensino fundamental ou médio privado”.

Secretário Geral da CUT São Paulo, João Cayres, lembrou que o desmonte da máquina pública de SP é de 30 anos  - Foto: Dino Santos
Secretário Geral da CUT São Paulo, João Cayres, lembrou que o desmonte da máquina pública de SP é de 30 anos - Foto: Dino Santos

Para Cayres, que é também dirigente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos, fechar escolas significa superlotar salas de aula e piorar as condições de trabalho dos professores.

Professora e secretária de Formação da CUT São Paulo, Telma Victor completa que um dos piores transtornos se dará para os pais que terão os filhos transferidos para escolas muitas vezes distantes e para os estudantes que podem vir a conviver com um quadro de professores diferente do que estão acostumados.

“Não existe uma teoria pedagógica que afirme ser necessária uma educação organizada em ciclos. Sou de uma escola onde funcionavam todos os ciclos e o entrosamento favorecia a troca de experiências”, relata.  

Ocupação das escolas

Diferentes regiões mobilizadas no estado estiveram no ato. Na noite de ontem (9) estudantes ocuparam a Escola Estadual Diadema, no centro da cidade, para protestar contra a reorganização da unidade, explica o diretor estadual da Apeoesp, Antônio Jovem.

“Querem fechar o período noturno, o que afetará o ensino médio. Os pais estão envolvidos e apoiando a ocupação, mas nós nos mantemos firmes porque não aceitamos nenhuma escola fechada, sala superlotada e nenhum professor desempregado, apesar da pressão da diretoria de ensino e da intimidação da Polícia Militar”, afirma o dirigente.

Na zona oeste de São Paulo, em Pinheiros, estudantes ocuparam a Escola Estadual Fernão Dias Paes para protestar contra o fechamento das escolas. Viaturas policiais e bases móveis cercaram a unidade.  

Outra situação relatou a diretora da Escola Estadual Padre Sabóia de Azevedo, Denise Maria Elisei. Segundo ela, a Secretaria Estadual de Educação informou que a unidade onde atua não será fechada, mas entrou para uma lista, não divulgada pelo governo, que proíbe a inscrição de estudantes do primeiro ano do ensino médio e do Ensino de Jovens e Adultos, a partir do ano que vem. 

"Alckmin vai sangrar a nossa escola aos poucos porque daqui a dois anos ela será fechada com essa medida. Estamos denunciando isso onde seja possível”.   

O representante da União dos Movimentos de Bairros (UNB), Cristian Rodrigues, caracterizou como ditatorial a postura do governo. “Entendemos que escola é direito adquirido. O que queremos são mais escolas e em tempo integral. Nossos estudantes já não têm estrutura que os apoie e estimule ao estudo, imagine se precisarem pegar transporte para chegar até outra escola”, concluiu.

Os movimentos farão novo protesto no dia 27, no vão livre do Masp, na Avenida Paulista.

Por moradia popular

Movimentos de moradia estão acampados com barracas e tendas em frente ao Palácio dos Bandeirantes. Hoje, a tropa de choque fazia uma barreira em frente ao portão principal da sede do governo.  

O coordenador da direção estadual da União dos Movimentos de Moradia (UMM), Sidnei Pita, reforçou que a unidade na luta por educação pública e habitação fortalece as organizações.

“Entre os problemas que enfrentamos está a diminuição de recursos na habitação e a falta de produção de casas. Desde a gestão de Mário Covas, até agora, não se produz mais projetos habitacionais de interesse social. O governo Alckmin hoje aposta em aportes ao programa federal Minha Casa, Minha Vida, mas não em uma política estadual de moradia”, define.

O coordenador estadual da CMP, Raimundo Bonfim, afirma que os prejuízos sociais estão na ordem de 1,5 milhão de moradias, além de moradias precárias, desprovidas de infraestrutura e equipamentos sociais. 

“Além de não termos nenhuma conquista significante, o que vemos é repressão e violência policial. O PSDB trata um problema social como se fosse um problema policial. Sua base parlamentar acaba de criar uma CPI [Comissão Parlamentar de Inquérito] na Assembleia Legislativa para investigar a atuação dos movimentos sem-teto e sem-terra, o que é um absurdo.  Vamos reagir a essa vergonha”, garante.

por Vanessa/CUT

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