GREEN PROMO.fw 

Anualmente a operadora de saúde GREENLINE abre carência zero para as novas adesões para os associados do SITRAEMFA.

E o período promocional de carência ZERO, acontece de 20/06 a 20/07. Maiores informações liguem no setor de benefícios do sindicato e fale com Roseli no telefone: 11 4324 5915

GREVE 2

A direção do SITRAEMFA convoca a todos os trabalhadores (as) da Rede Conveniada para GREVE do dia 30 de junho de 2017, na luta pelos direitos dos trabalhadores a direção do SITRAEMFA apoia e está presente nas diversas mobilizações e convoca a todos trabalhadores da Rede Conveniada a se engajarem no enfretamento contra as Reformas Trabalhistas e da Previdência.

O administrativo do SITRAEMFA, em apoio ao movimento não estará funcionando neste dia, retornará no dia 03/06, normalmente

Participe deste movimento que é de todos nós!

A Campanha Salarial dos trabalhadores da Rede Conveniada, neste ano, não será fácil. Haja vista que se dará num cenário de ataques aos direitos da classe trabalhadora. Essa campanha debaterá todas as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho – CCT, tanto as sociais, quanto as econômicas.

No entanto, a falta de compromisso do governo João Dória que tem sinalizado não ter recurso para o reajuste dos convênios das organizações, tem gerado grandes expectativas em relação às negociações junto às entidades empregadoras. Independente da falta de compromisso do governo Dória, o SITRAEMFA não abrirá mão dos direitos dos trabalhadores.

Diante todas as dificuldades apresentadas, é fundamental a participação dos trabalhadores para a manutenção e conquista dos nossos direitos.

O ano de 2017 será de muita luta, desafios e resistência para os trabalhadores brasileiros, frente aos inúmeros ataques do governo golpista de Michel Temer, gerando um grande retrocesso nos direitos da classe trabalhadora.

 Os projetos de terceirização e a reforma trabalhista visam acabar com a CLT e retirar direitos trabalhistas históricos dos trabalhadores. Não diferente, é a proposta de desmonte da previdência social, que visa impedir a aposentadoria do trabalhador.

A Greve Geral do dia 28 de abril de 2017 levou as ruas das cidades em todo o Brasil, Milhares de trabalhadores que mostraram a sua indignação contra as reformas do governo Temer e disseram não a retirada de direitos e ao retrocesso trabalhista e previdenciário.

O SITRAEMFA convoca toda a categoria para juntos participarem da Campanha Salarial que se inicia e fortalecer a nossa luta rumo a conquista de melhores condições de trabalho e salário digno para todos os trabalhadores. Participe e venha fazer o seu sindicato mais forte!!!

Ato ocorre logo após a grande Greve Geral que paralisou São Paulo e o Brasil contra a retirada de direitos dos trabalhadores e trabalhadoras

No dia 28 de abril de 2017, 100 depois da realização da primeira greve no Brasil, a classe trabalhadora protagonizou a maior Greve Geral da história do País. Os trabalhadores/as cruzaram os braços e não saíram de casa em resposta aos ataques aos seus direitos promovidos pelo governo ilegítimo de Michel Temer e sua base golpista no Congresso Nacional. A classe trabalhadora disse não às reformas Trabalhista e Previdenciária, que acabam com a previdência pública e com a carteira de trabalho (CLT) no Brasil.

E é com o espírito de luta desta histórica Greve Geral que realizaremos a tradicional manifestação do 1º de Maio, Dia dos Trabalhadores e das Trabalhadoras. Será um ato de resistência contra o maior ataque aos direitos já ocorrido no Brasil.

O ato do 1º de Maio vai reafirmar aos golpistas - que não admitem publicamente que paramos a produção no país nesta sexta-feira (28) – a vontade de todos os trabalhadores/as de barrar a tramitação das reformas Trabalhista, que foi encaminhada ao Senado, e Previdenciária, que começa a tramitar na Câmara.

Na capital paulista, organizamos um ato de resistência agregando política e cultura. É fundamental, neste momento de ataques aos direitos trabalhistas, previdenciários e sociais, que a cultura esteja presente e seja um instrumento de formação crítica e também uma expressão política da resistência do povo brasileiro.

O esforço da CUT e das demais entidades que organizam o ato – CTB, Intersindical e frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo – é de conectar os temas trabalhistas aos diversos grupos sociais, em especial a juventude. No último período, a juventude e artistas se levantaram contra o golpe e por bandeiras sociais importantes, como a defesa da democracia e o fim do racismo, machismo, homofobia e qualquer tipo de opressão. E é com essa diversidade que realizaremos um grande 1º de Maio, dois dias depois da grande Greve Geral que parou o Brasil. Lutar e resistir! Ocuparemos a Av. Paulista por nenhum direito a menos!

1º DE MAIO DA RESISTÊNCIA POR:
. APOSENTADORIA
. DIREITOS TRABALHISTAS
. EMPREGO PARA TODOS E TODAS
100 ANOS DEPOIS DA 1ª GREVE GERAL NO BRASIL, A LUTA CONTINUA!

Douglas Izzo
Presidente da CUT-SP⁠

A Política de Assistência Social que historicamente veio sendo tratada como filantropia, caridade e benevolência consegue romper seu paradigma e avançar enquanto Política Pública no Tripé da Seguridade Social. Hoje, comemoramos vinte anos de LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social) e oito anos de SUAS (Sistema Único da Assistência Social).

Com a vitória do Partido dos Trabalhadores, em 2002, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva trouxe para a agenda política um novo olhar sobre a política de Assistência Social que passou a ser o carro chefe do governo democrático popular. 

Com objetivo de acabar com a pobreza no Brasil, o governo implantou o “Programa Fome Zero” e, posteriormente, o “Programa Bolsa Família”, que resgatou mais de 60 milhões de pessoas da linha de pobreza e garantiu mais qualidade de vida aos brasileiros e brasileiras.

 Programas que a partir de uma articulação entre os Ministérios e as três esferas de governo (Federal, Estadual e Municipal) trataram a garantia dos direitos sociais mínimos dos cidadãos/ãs (saúde, educação, moradia etc.) como formas de romper os ciclos da pobreza no Brasil transformando a Assistência Social como uma política de Estado.

 O Sistema Único da Assistência Social avançou quando da publicação da Norma Operacional Básica, em 2005, que construiu as bases para a sua implantação definindo o SUAS como regulador no Brasil da hierarquia, vínculos e responsabilidades sobre o sistema de serviços de todos os programas, benefícios etc. implantados pelo Governo Federal nos Estados e Municipios. Nesse sentido, o SUAS está sendo muito importante para a gestão pública nacional no que se refere à distribuição de recursos públicos para pessoas jurídicas de direitos públicos para executar as ações sociais.  

 Obtivemos muitos avanços, mas temos ainda muitos desafios para o total rompimento de estigmas culturais que persistem no campo da Política de Assistência Social. Hoje, temos uma maior Política Pública de Inclusão Social que rompe com o favoritismo e transcende para uma Política de Estado e garantia de Direitos, gratuita, e para quem dela necessitar. Assim, nos coloca na extrema responsabilidade enquanto dirigentes do campo CUTISTA.

“A Assistência Social, política pública não contributiva, é dever do Estado e direto de todo cidadão que dela necessitar”. Entre os principais pilares da Assistência Social no Brasil estão a Constituição Federal de 1988, que dá as diretrizes para a gestão das políticas públicas, e a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), de 1993, que estabelece os objetivos, princípios e diretrizes das ações.

A LOAS determina que a assistência social seja organizada em um sistema descentralizado e participativo, composto pelo poder público e pela sociedade civil. A IV Conferência Nacional de Assistência Social deliberou, então, a implantação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Cumprindo essa deliberação, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) implantou o SUAS, que passou a articular meios, esforços e recursos para a execução dos programas, serviços e benefícios socioassistenciais.

O SUASs organiza a oferta da Assistência Social em todo o Brasil, promovendo bem-estar e proteção social às famílias, crianças, adolescentes, jovens, pessoas com deficiência, idosos – enfim, a todos que dela necessitarem. As ações são baseadas nas orientações da nova Política Nacional de Assistência Social (PNAS), aprovada pelo Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) em 2004.

A gestão das ações socioassistenciais segue o previsto na Norma Operacional Básica do SUAS (NOB/SUAS), que disciplina a descentralização administrativa do Sistema, a relação entre as três esferas de Governo e as formas de aplicação dos recursos públicos. Entre outras determinações, a NOB reforça o papel dos fundos de Assistência Social como as principais instâncias para o financiamento da PNAS.

A gestão da Assistência Social brasileira é acompanhada e avaliada tanto pelo poder público quanto pela sociedade civil, igualmente representados nos conselhos nacionais do Distrito Federal, Estaduais e Municipais de Assistência Social. Esse controle social consolida um modelo de gestão transparente em relação às estratégias e à execução da política.

A transparência e a universalização dos acessos aos programas, serviços e benefícios socioassistenciais, promovidas por esse modelo de gestão descentralizada e participativa, vem consolidar, definitivamente, a responsabilidade do Estado brasileiro no enfrentamento da pobreza e da desigualdade, com a participação complementar da sociedade civil organizada, através de movimentos sociais e entidades de assistência social.” (MDS)

A Assistência Social não deve ser confundida como uma Política exclusiva dos profissionais de Serviço Social e Psicologia, pois envolve outras categorias profissionais já delineadas nas resoluções do CNAS (Conselho Nacional de Assistência Social) seja do nível superior, médio e fundamental. Esses últimos com pouca representação sindical.

Dessa forma somos chamados para a responsabilidade e compromisso em assumir os espaços de controle social nos três níveis: Conselhos Municipais, Estaduais e Nacional de Assistência Social, representando o segmento dos trabalhadores.

Os gestores da Política de Assistência Social eleitos pelo nosso campo progressista precisam garantir a profissionalização da Pasta. Dialogar com os atores que historicamente defenderam que a Assistência Social seja consolidada como uma Política Pública com primazia do Estado e na garantia de direitos com ênfase nas condições éticas e técnicas de trabalho. Precisamos ter o entendimento de que a consolidação do SUAS  parte da premissa em valorizar os trabalhadores.

A valorização dos trabalhadores significa a implementação de concursos públicos com salário digno, respeito à NOB/SUAS e NOB RH/SUAS, além da garantia de financiamento do Orçamento para a efetivação da Política.

Quanto à presença das primeiras damas na condução da Pasta de Assistência Social, está deve ser uma prática repudiada pelos CUTistas, uma vez que a Resolução 17/CNAS define quem são os profissionais da Assistência Social e por eles a Pasta deve ser operada.

DO FÓRUM NACIONAL DOS TRABALHADORES DO SUAS / FNTSUAS

A constituição histórica do Fórum Nacional dos/as Trabalhadores/as do Sistema Único de Assistência Social – FNTSUAS foi deflagrada na VII Conferência Nacional de Assistência Social motivada por dificuldades destes trabalhadores/as em pautar suas demandas.

A FENAS e a FENAPSI[1] apresentaram na Conferência as expectativas dos trabalhadores/as e apontaram propostas concretas para início do processo de discussão e enfrentamento da precarização das condições e relações de trabalho na Política de Assistência Social, provocando ampla discussão da qual resultou pautar o assunto como tema da próxima Conferência Nacional.

Deste processo instaurado resultou a criação do FNTSUAS, a definição de articuladores/as para criação dos Fóruns Estaduais/FET SUAS.

Cabe aos nossos sindicatos do Ramo da Seguridade Social e outros Ramos se envolverem no processo de organização e fortalecimento dos trabalhadores do SUAS. O FNTSUAS se organiza pelas entidades nacionais e com os FETSUAS já implementados nos Estados e DF.

Nosso Plano de Luta diz respeito aos vários desafios que ainda enfrentamos nessa Política, apesar dos grandes avanços que conquistamos.

Chamamos aos sindicatos CUTISTAS que contribuam nesse processo em defesa dos direitos dos trabalhadores, dos usuários da Política e da responsabilidade do Estado Brasileiro, garantindo inclusão social com cidadania.

Nossa grande campanha nesse momento: 

Nosso Lema: Valorizar os Trabalhadores para Consolidar o SUAS!

A Política de Assistência Social está em disputa de projeto na sociedade Brasileira, nossa tarefa é disputar a Hegemonia!

SOMOS FORTES! SOMOS CUT!

Na sede do sindicato, 19/04, os trabalhadores da Rede Conveniada reunidos em assembleia, após intenso e produtivo debate, deliberaram pela decretação de greve geral, que terá inicio a partir da zero hora do dia 28 de abril de 2017, contra o desmonte da previdência e a retirada dos direitos dos trabalhadores.

Greve geral dia 28 de abril. A categoria está unida e mobilizada na luta pelos seus direitos.

Vamos a luta e #NenhumDireitoAMenos!!! 

Na sede do sindicato, 19/04, os trabalhadores da Rede Conveniada reunidos em assembleia, após intenso e produtivo debate, deliberaram pela decretação de greve geral, que terá inicio a partir da zero hora do dia 28 de abril de 2017, contra o desmonte da previdência e a retirada dos direitos dos trabalhadores.

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Aconteceu, no dia 08 de março de 2017, a primeira reunião de representantes por local de trabalho do SITRAEMFA. O evento contou com a participação de trabalhadores das regiões leste, sul e central da cidade de São Paulo.

Os assuntos abordados foram: Conjuntura nacional, campanha salarial Rede Conveniada 2017, informes sobre o Projeto de Lei 287 que trata da “Reforma” da Previdência, Dia Internacional da Mulher e benefícios.

No tema conjuntura nacional foi abordada a questão complexa por qual passa o país com a instabilidade política, econômica e social, e todos os seus reflexos na vida do trabalhador e da Trabalhadora.

 A crise de desemprego que vem assolando a vida do trabalhador e, em especial a juventude com idade entre 18 e 24 anos de idade, cuja taxa, segundo o IBGE, está na casa dos 25,9℅.

Do mesmo modo os vários ataques aos direitos sociais e trabalhistas do povo brasileiro como o sucateamento do SUS, a reforma, nefasta, da educação, o projeto de terceirização da mão de obra, o congelamento dos gastos com saúde, educação e os programas sociais, entre outras perversidades praticadas pelo governo do presidente Michel, Golpista, Temer.

No tocante a campanha salarial 2017, foi reforçada para o trabalhador que este ano será muito difícil e que a categoria vai precisar se unir para fazer o enfrentamento. Essa campanha discutirá todas as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho. Tanto as econômicas quanto as sociais.

Em relação ao Desmonte da Previdência, foi possível promover um debate franco e aberto com os trabalhadores e trabalhadoras presentes, assim como tirar várias dúvidas dos participantes.

Uma questão que foi clara diz respeito a retirada do direito dos trabalhadores a aposentadoria, quando fica bem transparente para todos que a previdência não têm deficit e sim superávit. O que acontece, hoje e sempre, é a má administração dos recursos destinados a previdência, a sonegação das grandes empresas e as milhares de isenções fiscais concedidas as empresas.

Não há a possibilidade de ser aprovada essa reforma, pois se ela for a idade mínima da aposentadoria vai passar para 65 anos para homens e mulheres.

Ao propor essa medida não levou em consideração que milhares de pessoas morrem antes de completar 65 anos de idade. Enfrentam constantes períodos de desempregos. Trabalhos precários e salários indignos.

Neste sentido, não se pode aceitar a proposta do governo que o trabalhador tenha de trabalhar 49 anos para somente poder trabalhar aos 65 anos de idade. Os trabalhadores entenderam o recado e se colocaram a disposição para o enfrentamento.

No que se refere ao dia Internacional da Mulher, foi feito um resgate histórico da data. Debatendo os avanços e o quão ainda se precisa avançar para que as mulheres tenham os seus direitos garantidos. Também que a investida do governo Temer atingirá em cheio os direitos das mulheres trabalhadoras.

Foi informado aos Trabalhadores presentes que o sindicato estará inaugurando a sua Colônia de Férias, no dia 18/03/2017, na cidade de Peruíbe. Essa foi uma conquista muito importante e que reflete um dos anseios dos trabalhadores da categoria de ter um espaço de lazer para curtir com a família. A notícia foi muito comemorada por todos que manifestaram alegria e contentamento com mais essa vitória.

Ao final, foi feito uma homenagem a todas as mulheres, em nome das companheiras presentes a reunião.

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Especialistas alertam que PEC 287 deve inviabilizar aposentadorias

À

Direção e Subsedes da CUT/SP,

Ramos e entidades filiadas.

Companheiras e companheiros,

Este ano a Direção Executiva da CUT Nacional aprovou como encaminhamento que 8 de março deve ser marcado por uma ampla mobilização das mulheres trabalhadoras do campo e da cidade, profundamente atingidas com a Reforma da Previdência e a Reforma Trabalhista. As ações previstas para o dia 8 de Março e para o período que se segue até o Dia Nacional de Paralisação (15 de março) deverão ser planejadas em parceria com os movimentos sociais e organizadas pelas entidades sindicais da base cutista buscando contar com o engajamento do conjunto dos sindicatos e da classe trabalhadora. Essas ações envolverão ampla panfletagem e debates nas comunidades rurais onde predomina a agricultura familiar e nos locais de grande movimentação nas cidades. Deverão ser também realizadas assembleias, manifestações e pressão nas bases dos parlamentares favoráveis à Reforma da Previdência e à Reforma Trabalhista. Atos massivos deverão ser organizados nas capitais no dia 8 de Março, em parceria com outras entidades, com foco na luta contra a retirada de direitos previstos nessas duas antirreformas e contra o governo golpista e sua agenda neoliberal de retrocessos. Nenhum direito a menos! Fora Temer!

Em consonância com essa orientação, a CUT/SP por meio da Secretaria Estadual da Mulher Trabalhadora, com apoio da CUT Nacional, realizará uma Assembleia das Mulheres da Classe Trabalhadora contra a Reforma da Previdência.

Considerando que o ato unificado do dia 8 de março será na Praça da Sé a partir das 16 horas e a caminhada a partir das 17 horas, marcamos nossa assembleia nessa mesma data, dia 08 de Março, em frente à sede no INSS, no viaduto Santa Ifigênia, das 14 às 15h30 horas, com concentração a partir das 13h30.

Fazemos um apelo para que todas e todos dirigentes se empenhem para mobilizar o maior número de companheiras para participar dessa atividade.

A proposta combinada é que os ônibus cheguem às 13 horas e o retorno será após o ato unificado, às 20 horas, para os seus locais de origem. A CUT/SP encaminhará novas informações sobre local de desembarque e de retorno dos ônibus.

É importante que todos os ônibus tenham listagem de integrantes da caravana, com nome e documento de identificação, e uma coordenação responsável para acompanhamento da delegação. Importante também que promovam uma articulação com os movimentos sociais e populares para que haja um amplo envolvimento com essa atividade.

Outro aspecto relevante é a visibilidade das entidades envolvidas. Por isso, orientamos que as companheiras venham com as camisetas lilases de seus sindicatos ou da CUT e faixas denunciando o desmonte das políticas públicas, a reforma trabalhista e em especial a reforma da previdência.

Atenciosamente

Douglas Izzo

Presidente da CUT São Paulo    Ana Lucia Firmino

Secretária Estadual da Mulher Trabalhadora

Vagner Freitas

Presidente da CUT Nacional       Junéia  Batista

Secretária Nacional da Mulher Trabalhadora

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Com o tema Carnaval da Democracia, bloco deste ano será uma manifestação de resistência e pela promoção do direito à cidade

 Atraindo cada vez mais foliões por ano, especialmente moradores e trabalhadores da região do Brás, no centro de São Paulo, o tradicional bloco “O Pinto do Visconde” já tem data marcada para a saída deste ano: 17 de fevereiro. E a concentração começa a partir das 17h, em frente ao Bar do Gerson, na Rua Caetano Pinto, 611, no Brás, ao lado da sede da CUT.

O bloco, que completa oito anos em 2017, saíra com o tema “Carnaval da Democracia”, pois, segundo os organizadores, apesar do momento de festa, a luta em defesa dos direitos da classe trabalhadora estará presente entre os participantes.

“Neste ano, mais uma vez sairemos em defesa da democracia e será um momento para debater um pouco da conjuntura de retrocessos iniciados pelo governo golpista de Michel Temer, como a retirada de direitos dos trabalhadores. E, como sempre, a CUT estará articulando a comunidade do Brás para participar desse momento”, afirma o presidente da CUT-SP, Douglas Izzo.

O Carnaval de rua de São Paulo, que nos últimos anos voltou a ser referência no país, está sob risco de ser extinto ou ter seu formato totalmente modificado com a gestão do atual prefeito João Doria (PSDB). Desde que assumiu, no início deste ano, o tucano tem promovido ações de repressão e censura às diferentes manifestações de arte e ocupações dos espaços públicos por meio do programa “Cidade Linda”.

Doria ordenou que grafites fossem apagados de pontos famosos da cidade, proibiu o trabalho de artesãos na Avenida Paulista, anunciou a concentração da Virada Cultural num único local, o Autódromo de Interlagos, modificou decreto de zeladoria urbana, assinado pelo ex-prefeito Fernando Haddad, que garantia o respeito no trato à população em situação de rua, e sinalizou que blocos de outros estados terão de pagar até R$ 250 mil reais para desfilar. Por conta disso, o Carnaval deste ano também será uma manifestação de resistência e pela promoção do direito à cidade.

 

História
O bloco 'O Pinto do Visconde’, que integra o calendário oficial do Carnaval de rua da cidade, nasceu da iniciativa de um grupo de amigos que se reunia com frequência no antigo bar Absoluto, nas ruas Visconde de Parnaíba e Caetano Pinto, no Brás.

Organizado pelo Coletivo Estadual de Cultura da CUT-SP, a atividade conta com o apoio da CUT Nacional, da CUT São Paulo, confederações, sindicatos, comerciantes, moradores, trabalhadores e empresas da região.

 

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Serviço
Saída do Bloco de Carnaval ‘O Pinto do Visconde’

Quando: 17 de fevereiro de 2017, com concentração a partir das 17h
Onde: Em frente ao bar do Gerson, à Rua Caetano Pinto, nº 611, Brás, São Paulo-SP

Sitraemfa

Rua Gonçalves Crespo, 324 Tatuapé/SP
Tel: (11) 4324-5915
Horário de atendimento: 08h às 17h

 
 

Filiado a

CUT CNTSS